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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

2013. Bem-estar dos portugueses deve ser objectivo prioritário do Governo

Ao ler o artigo O que eles esperam para 2013 em que constam opiniões de várias figuras públicas de diversos sectores, procurei enquadrar as palavras dos notáveis com o princípio de que em democracia se deve governar as populações, com elas e para elas e o seu bem-estar deve ser objectivo fundamental ao qual se submetem os números que servem apenas como ferramentas e indicadores da eficiência do desempenho, e nunca como objectivos esmagadores dos interesses da população. Esta é o principal dos três pilares de um Estado, sendo os outros dois o território e a organização político-administrativa.

A máquina burocrática, os assessores e especialistas que enchem os gabinetes ministeriais, os tentáculos do polvo nas fundações, nas PPPs, nos observatórios, nas denominadas empresas públicas, nas instituições criadas com finalidades pouco claras para empregar afeiçoados do regime, as mordomias e a ostentação, etc. devem ser dimensionadas com a preocupação restritiva da necessidade e da utilidade pública.

Das frases constantes do artigo, selecciono as seguintes, com a esperança de as ver tomadas em consideração pelos governantes durante o ano:

«O desemprego é a expressão mais gravosa, também mais difícil do ponto de vista humano, e não pode ser uma variável secundarizada no domínio das políticas públicas. Espero que 2013 seja, nesse aspecto, um ano em que, em primeiro lugar, os governos governem bem, mas que saibam reconhecer que quando erram têm de mudar, e isso às vezes não é patente. Em segundo lugar, que a discussão à volta da despesa pública seja feita com maior consenso social e político, mas seja feita com pés e cabeça, sem emotividade, sem lógicas de curto prazo.”» (António Bagão Félix).

«É essencial apelarmos a todos os cidadãos e à sociedade civil para que, através das suas iniciativas, possam corresponder aos anseios, às necessidades, às urgências, designadamente de uma sociedade que precisa de mais coesão, mais confiança e mais proactividade.”» (Guilherme d’Oliveira Martins).

«…o aumento da carga fiscal vai reduzir bastante o rendimento disponível das famílias, muito mesmo para alguns escalões, e isso vai fazer reduzir o consumo e vai pôr em dificuldades presumivelmente muitas famílias endividadas.» (João Ferreira do Amaral).

«…pensar um modelo novo de sociedade, um modelo alicerçado na igualdade de todos os portugueses, onde o essencial não faltasse para nenhum dos portugueses e que aqueles que são os mais carenciados pudessem também encontrar um pouco mais de consolação e alegria … Teremos de, efectivamente, dar as mãos, em primeiro lugar, porque o espírito de solidariedade, para mim, é fundamental. A atenção de uns para os outros é imprescindível, de modo que o essencial não falte a ninguém.” »(Jorge Ortiga).

«Espero que no próximo ano haja maior equilíbrio na aplicação das medidas de austeridade e que a fome acabe, especialmente a que atinge crianças e idosos. É preciso maior respeito pelas pessoas … A justiça em Portugal precisa de ter mais coragem e maior eficácia »(Simone de Oliveira).

«que a economia em Portugal (…) consiga encontrar mecanismos para suavizar aquilo que já tem sido tão gravoso para a maior parte das famílias portuguesas. Nós temos condições endógenas para podermos ser um país de progresso. (…) e que também os nossos governantes percebam bem o valor desta palavra “solidariedade” e percebam, de uma vez por todas, ao longo do próximo ano, que as pessoas estão antes dos euros, que as pessoas estão antes da superação rápida, veloz, agressiva do défice.”» (Eugénio da Fonseca).

«… que cessem de atirar medidas para cima da população como se fossem armas de arremesso e que sejam capazes de melhor apresentar e discutir os problemas – não é as medidas, os problemas – para que saibamos melhor do que se trata, do que nos faz viver e sofrer, para que possamos melhor colaborar na procura de soluções e depois encontrar soluções. O estilo que foi seguido nestes últimos dois anos, e nos anos anteriores, aliás, é um estilo que enfraquece a democracia e enfraquece a liberdade, que é de pura e simplesmente fechar a informação, não explicar, não ajudar a compreender e depois atirar medidas para cima, para cima das pessoas, boas ou más, em geral más agora.”» (António Barreto)

«Tenho muitas dúvidas que as pessoas que se encontram à frente dos destinos do país se encontrem em condições de levar isto a bom porto. (…) Estão ligadas e são dependentes de interesses. (…) O impacto [da governação] é o que se está a ver: a criação de miséria.» (Mário de Carvalho)

Imagem de arquivo

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sábado, 29 de setembro de 2012

Dia de Grande Manifestação

A minha actual situação não me permite a deslocação a Lisboa para aumentar o número de manifestantes. Mas estarei presente em pensamento, porque tenho na memória algumas frases que fui fixando:

 - Para o triunfo do mal basta que os bons não façam nada.
Edmund Burke (16-01-1729 – 09-07-1797)

- Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente há uma certa cumplicidade vergonhosa.
Vítor Hugo (22-02-1802 - 22-05-1885)

- O preço a pagar pela tua não participação na política é seres governado por quem é inferior.
Platão (428-347 A.C.)

- Quando não se possa escolher senão entre a cobardia e a violência, aconselharei a violência.
Mahatma Gandhi

- A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras.
Aristóteles

- Não é digno de saborear o mel aquele que se afasta da colmeia por medo das picadas das abelhas.
Shakespeare

- O que me preocupa não é o grito dos maus! É o silêncio dos bons.

- Se lutares, podes perder; se não lutares, estás perdido!

- É preciso não temer arriscar, pois, quando um barco avança, ele equilibra-se.
Ditado chinês

- A mais elevada moral é a que nos leva a trabalhar incessantemente para melhorar a humanidade.
Mahatma Gandhi.

- Perderei a minha utilidade no dia em que abafar a voz da consciência em mim.
Mahay«tma Gandhi

- A utopia move o mundo e a demagogia governa-o.

- Se não mudas nada em ti mesmo não esperes que o mundo mude.

- Há tantos burros mandando em homens de inteligência, que às vezes fico pensando, se a burrice não será uma ciência.
'' António Aleixo''

- Ninguém entra em pânico com aviso prévio.
Prof João César das Neves

- A vida consiste não em ter boas cartas, mas em jogar bem com as que se possui.
Josh Billings

- É curioso que a vida, quanto mais vazia, mais pesa.
Léon Daudi

- Em país em que não há governo, todos governam e, quando todos governam, todos são escravos.

- É preciso revitalizar o homem para depois pensarmos em revitalizar o planeta.
Hugo Wernack

- Eduquemos as crianças, e não será necessário castigar os homens.
Pitágoras

- Temos o direito de ser diferentes, mas temos o dever de não sermos indiferentes.

- É melhor estar preparado para uma oportunidade e nunca tê-la, do que ter uma oportunidade e não estar preparado.

- Todos nós estamos na sargeta, mas alguns de nós olham para as estrelas.
Oscar Wilde

- "Saber mandar sempre foi um dos mais soberanos dons da espécie mortal."
Carlos Malheiro Dias

- "Não manda bem quem tem a ânsia de mandar."
John Ruskin

- Qualquer um pode ficar furioso. Isso é fácil! Porém, ficar furioso com a pessoa certa, na intensidade correcta, no momento correcto, pelo motivo correcto e na forma correcta,… isso não é fácil!
Aristóteles (Ética a Nicómaco)

- Quando não defendemos nossos direitos perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia.>

- A arma mais letal é a alma ferida.

- "Vergonha" é uma emoção que nos deixa saber que somos finitos.
John Bradshaw(1933-….)
Educador americano

- A ditadura clássica é vitalícia e acaba com a morte (natural ou provocada ) do ditador. A actual democracia é uma ditadura pelo prazo de 4 anos. Geralmente, ambas se iniciam com a aprovação dos cidadãos.

Imagem de Arquivo

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