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terça-feira, 19 de novembro de 2013

GOVERNO NÃO CONSENTE CONSENSO PARA OE


O consenso, como aqui foi referido em várias ocasiões, exige acordo das partes, o qual é conseguido em negociação com cedências de ambos os lados, sendo ideal que, no fim, todos se sintam satisfeitos por ter colaborado num acto de interesse colectivo, neste caso, do Estado.

Mas, para mal dos portugueses, o consenso fica à porta do OE. Propostas do PS quase todas chumbadas e nesta notícia constam várias medidas.

Esta recusa de fazer cedências vem de longe tendo sido mais crítica no início deste verão (compromisso para a salvação nacional). A Imagem que ficou é que o Governo, quando fala em consensos ou união nacional» e quando apela aos cidadãos para se aliarem, apenas pretende que todos dêm as mãos obedientemente para aplaudir as medidas por ele tomadas. Se a intenção é essa, pode concluir-se que Governo não quer consenso, isto é, não quer aproveitar sugestões, propostas, achegas e utilizá-las para melhorar os seus esboços de projectos.

Foram aqui publicados muitos textos referidos a este tema de que se listam os seguintes:

Portugueses aliem-se e ...
Consenso por Portugal?
Marcelo fala do guião da reforma do Estado
Reforma do Estado em futuro incerto
Programa cautelar. Falam sem saber
PS e PSD fazem «burla polìtica» ???
Alerta para risco e «experiências políticas» perigosas
Ditadura de Rosalino ???
Objectivos e interesses nacionais
O porquê dos cortes ???
Tão irracional que é difícil de explicar ???
Actividade económica cresce ???
A austeridade continua a agravar-se
Governo de «imaturos» e «masoquistas» lixa «mexilhão»
Como reduzir o roubo a reformados e viúvas
Quem vier a seguir que se lixe
Que perspectivas para Portugal ?
Falso optimismo vs realidades 
Todos pela trela, «democraticamente» !!!
Democraticamente, cala-te
Leitura das eleições

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quarta-feira, 2 de outubro de 2013

DEMOCRATICAMENTE, CALA-TE


Na metodologia de preparação de uma decisão, «depois de analisados os factores e todas as condicionantes, esboçar todas as possíveis formas ou soluções de resolver o problema para atingir o resultado, a finalidade, o objectivo ou alvo; nestas modalidades não deve se preterida nenhuma, por menos adequada que pareça». Por isso não devem ser calados os elementos que apresentem ideias, mesmo que pareçam pouco sensatas, porque depois todas devem se analisadas para ser escolhida uma, a que for considerada melhor.

Mas infelizmente, há equipas de trabalho em que o seu chefe não admite objecções à sua ideia, mesmo que esta careça de fundamento racional e não seja devidamente explicada e justificada aos seus colaboradores. E assim alguns partidos perderam candidatos às autárquicas, com prestígio entre os eleitores e por eles respeitados e apreciados, que, depois, candidatando-se como independentes, venceram a votação. E assim funciona «a nossa dita democracia»!

Esta reflexão vem a propósito da notícia em que Ribeiro Castro acusa direcção do CDS-PP de "silenciamento". Transcreve-se o seguinte parágrafo:

«"Não reunimos o suficiente, como é devido, útil e necessário. Várias vezes somos confrontados com matérias que temos que votar e que não foram devidamente avaliadas", afirmou, sustentando que os pedidos que fez para a realização de reuniões semanais "e com agenda aberta" foram sendo sucessivamente recusados.»

Estranha forma de democracia! Algo precisa de uma «excelentíssima e reverendíssima reforma».

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quinta-feira, 4 de abril de 2013

O PAÍS PRECISA DE MOÇÃO DE RUPTURA !!!

Transcrição de artigo que reforça muito do que foi referido no post anterior:

O país precisa de uma moção de ruptura
Económico. 04/04/13 00:31 | Helena Cristina Coelho

Chamem-lhe o que quiserem: exercício de democracia, direito à indignação, debate da nação, escrutínio do poder, moção de censura. O que o país viu e ouviu ontem no parlamento pode ter sido tudo isso. Mas foi acima de tudo uma moção de tortura.

Tão simplesmente porque insiste em malhar numa realidade que já todos conhecem, mas cuja reforma se insiste em adiar, e porque a iniciativa socialista, já se sabia, seria tão inconsequente como um estudante que insiste numa melhoria de nota num exame onde já está chumbado.

Respeite-se o esforço e a intenção do debate e dos protestos - são necessários. Mas o que sobrou no final foi só mais um dia perdido por ministros e deputados, entretidos em trocas de acusações e chantagens e jogos semânticos - são inúteis. Divertidos, mas inúteis. O país assistiu ontem, em directo e ao vivo, à maior fraqueza da nação: a debilidade da sua classe política.

Carlos Zorrinho acusou o CDS de ser um partido bailarino, deambulando entre Governo e oposição. Paulo Portas reage com a ameaça de um segundo resgate se o País for empurrado para eleições antecipadas. Pedro Passos Coelho lamenta a censura perversa e infeliz do PS. O Bloco de Esquerda fala em sabotagem do país. E Vítor Gaspar reage com o dedo apontado ao frenesim despesista do anterior Executivo. Para o nível de debate melhorar só faltou entrar um comentador desportivo e rematar um furioso "não gosto de si" e sair porta fora. Bem espremido, o debate não deixa muito mais para recordar do que ‘sound bytes' como estes. E isto não chega para governar e reformar um país.

E também faz pouco, muito pouco, para restaurar a confiança perdida dos portugueses na sua classe política. O recurso a uma moção de censura é um instrumento tão delicado e excepcional que não deveria ser desbaratado de forma tão inconsequente. Por mais que António José Seguro ambicione honrar a herança (e as anteriores moções) de Mário Soares ou Ferro Rodrigues, o país precisa hoje mais de acções do que de moções. A menos que o líder socialista soubesse de alguma fractura ou traição que viabilizasse o derrube do actual governo, de que serviu tanto esforço e tanto ruído? Para nada. Nem sequer para descobrir alternativas. E ainda se admiram que os portugueses apresentem cada vez mais moções de censura cada vez que são chamados a votar ou a participar na discussão política...

Imagem do Económico

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quarta-feira, 3 de abril de 2013

POR PORTUGAL OU PELA CENSURA?


Os portugueses estão a fazer demasiados sacrifícios devido a continuados erros e incompetências de vários Governos. O actual prometeu «refundar» Portugal e iniciar uma fase de crescimento, mas adoptou as medidas mais adequadas para esse efeito. Falhou.

Por isso, seria lógico e eticamente correcto que todos os partidos tomassem a iniciativa de esquecer as suas divergências, as suas ambições de poder e de «fazer figura» e, pelo contrário, decidissem colaborar, por amor a Portugal, num trabalho de equipa, de convergência de esforços, com sugestões, propostas e projectos no sentido de todos ajudarem a reconstruir o nosso País.

Mesmo que, erros de arrogância governativa pudessem evitar a materialização de tais contributos, os proponentes, sempre poderiam, no futuro, orgulhar-se das suas propostas, quer das aprovadas e aproveitadas quer das rejeitadas. Tais atitudes colaborantes levariam os portugueses a convencer-se que estavam enganados quando diziam que «os partidos são todos iguais», desprezando os interesses nacionais e apenas procurando defender os interesses dos seus «boys» do seu clã de cúmplices e coniventes.

A censura não foi aprovada, mas mesmo que o fosse e houvesse mudança de Governo precedida de eleições, traria grandes prejuízos aos portugueses, em despesas com as eleições, perda de tempo e de energias e o consequente abandono temporário das questões essenciais que preocupam as pessoas que sofrem. E o novo Governo nada traria de melhorias, como mostram os resultados obtidos pelos anteriores. Mudam as sanguessugas que se refastelam com as últimas gotas de sangue do moribundo. Mas mesmo que houvesse o milagre de vir um Governo melhor, não seria possível recuperar o tempo perdido com a paragem governativa e a adaptação aos problemas que precisam solução.

Nas condições actuais não pode esperar-se milagre de mudanças radicais mas apenas da união de esforços, de convergência de vontades, com ética e patriotismo para reiniciar a curva ascendente para o crescimento económico e o benefício da qualidade de vida das pessoas.

Entretanto, haverá que chegar a um acordo para reformar o Estado eliminando instituições dispensáveis, distribuir racionalmente as tarefas verdadeiramente úteis e necessárias, tornando-as mais práticas e rentáveis, sem duplicações e sem complexidades e reduzir a burocracia ao mínimo indispensável.

Nesta convergência de vontades e de esforços, cabe um papel decisivo ao PR, coordenando tudo, chamando os partidos e as forças vivas nacionais e estimulando ao referido trabalho de equipa, de forma a criar sinergias que contribuam para um resultado final superior ao somatório dos resultados que seriam obtidos isoladamente por cada agente.

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HAVERÁ RESPOSTAS HOJE?


A propósito da entrevista de Sócrates e da sua «narrativa» para esclarecer a sua posição, o Director-Adjunto do Correio da Manhã, jornal a que o ex-PM fez referência pouco elogiosa, referiu alguma perguntas que continuam sem resposta. Eis a lista referida no seu artigo:

-Aterro da Cova da Beira,
-Confusões à volta do Freeport,
-A «anedota» da licenciatura, -Como é que um político sem conta bancária se dá ao luxo de fazer comentários ‘pro bono’,
-Como tem crédito para viver em Paris,
-Qual a relação com a farmacêutica que o contratou.

Como hoje, haverá o primeiro acto do contrato com a RTP 1, talvez o comentador se digne iniciar estes esclarecimentos, o que será um bom contributo para a melhor definição da sua imagem.

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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

RTP age em equipa com transparência


Por vezes deparamos com exemplos positivos. O bom chefe não impõe autoritariamente os seus caprichos, antes começa por explicar aos subordinados a finalidade pretendida, ouve as suas opiniões e depois procura uma solução, explica-a e procura a adesão de todos para que a equipa seja eficaz e trabalhe com dedicação para o objectivo definido. Com tal metodologia será natural que cada um procure executar as suas tarefas com a máxima de perfeição. A confirmar o post Comandante, director, chefe, administrador, líder... e os comentários nele colocados, surge um bom exemplo da administração da RTP.

É dentro deste critério que a Administração da RTP convida trabalhadores a participar na reestruturação da empresa.

«O conselho de administração da RTP disse, quinta-feira à noite, que vai convidar "todos os trabalhadores" a participar na reestruturação da empresa, processo de "modernização e transformação".» Tal processo, «deverá culminar numa RTP mais forte e com mais valor para todos os cidadãos portugueses».

Um chefe eficiente sabe fazer convergir as vontades dos seus colaboradores de forma a que haja grande sinergia no trabalho da equipa, independentemente da sua dimensão.

Este é um bom exemplo que deve ser seguido por todos os sectores do Governo, perante os portugueses.

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sábado, 22 de dezembro de 2012

Greves. Porquê tantas?

Ultimamente, apesar de a situação de crise aconselhar a aumentar a produtividade, em benefício da economia nacional, isto é, do aumento do bem-estar dos portugueses, tem-se usado e abusado das greves, algumas que nada prejudicam os causadores do mal-estar, mas que provocam sérios incómodos aos inocentes utentes dos serviços públicos.

A notícia intitulada Tribunal intima administração da RTP a reunir-se com trabalhadores sugere meditação sobre as relações entre trabalhadores e entidades patronais.

Primeiro a interrogação: porque será que, dizendo-se que estamos em democracia, essa reunião entre administração e trabalhadores não teve já lugar, de forma espontânea, sem ser necessário a imposição do tribunal? A resposta não pode afastar-se da qualidade dos administradores e gestores de instituições e empresas públicas e ou dependentes de dinheiro público.

Geralmente, salvo eventuais excepções, eles não ocupam os cargos por reconhecida competência técnica e de liderança, mas apenas por troca de favores, compadrio, cumplicidade ou conivência com os detentores do Poder político. Como estão ali para receber um bom salário e pouco ou nada sabem, não têm possibilidade de dialogar com os representantes dos trabalhadores.

Por estas razões, o diálogo, que deve ser uma análise das realidades e dos pontos de vista dos litigantes e consta de cedências de ambas as partes para encontrar o ponto de entendimento, nunca é concludente, porque há um grande desequilíbrio entre as capacidades das partes dialogantes: dum lado, está o sindicato, com profundo conhecimento dos problemas em litígio, e experiência de argumentação, obtida ao longo de anos de luta. Do outro lado, está o administrador sem a mínima capacidade, interessado em agradar ao Poder para manter o tacho, com a agravante de usar da arrogância devida ao apoio que a política lhe concede, e não está disposto a fazer cedências. O resultado é o sindicato suspender a fantochada das negociações e ir para a greve.

A greve constitui o último degrau da escalada de conflito entre a entidade laboral e a entidade patronal, como a guerra o é nos conflitos entre Estados. Muitas vezes a guerra é dispensada por ter havido acordo, em diálogo directo ou por intermédio de mediadores aceites pelos dois lados. No diálogo há sempre cedências de ambas as partes, as quais são maiores ou menores conforme a capacidade de diálogo, os argumentos utilizados pelas partes.

Há dias, um amigo salientava a ausência de greves nas instituições militares, mas há uma explicação para isso. É uma questão da reconhecida competência e valor da autoridade patronal, neste caso dos comandantes das unidades e da instituição. Entre os militares, normalmente o comandante, pela sua preparação inicial e continuada, a experiência adquirida ao longo do tempo de serviço, o ascendente que tem sobre o pessoal e, porque não, a disciplina por todos assumida, compreendida e aceite, tornam desnecessária a greve. Esta só poderá acontecer com a conivência do comando contra a tutela política (só em situação pré-revolucionária).

O militar, desde os primeiros postos, aprende o trabalho de equipa e a compreensão dos subordinados, por forma a que no combate, quando olhar para os lados e para trás veja que os seus colaboradores estão consigo e não se encontra isolado em frente do inimigo.

Nas empresas com características públicas ou municipais, os responsáveis, muitas vezes, não possuem saber, sensibilidade e experiência para liderar a equipa em cuja chefia foram colados artificialmente.

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terça-feira, 20 de março de 2012

Trabalho de equipa

A generalidade das pessoas, incluindo algumas consideradas intelectuais, gosta de falar de futebol e, por vezes, de discutir, activa e até agressivamente, os resultados. Mas nem todos procuram compreender a importância do trabalho de equipa e o papel do treinador na análise do adversário, na escolha das tácticas e na indispensável disciplina dos elementos da equipa com vista à convergência de esforços para o resultado desejado.

Daí podem ser retiradas lições muito importantes para instituições públicas em que os actuais directores não sabem ser treinadores nem coordenadores, não dialogam com elementos da equipa que chefiam, para proceder à melhor escolha das tácticas a usar para atingir os objectivos institucionais, nem controlam a actividade dos seus «jogadores» para «darem o seu melhor», com máxima eficiência para a finalidade comum.

O treinador, antes do espectáculo, procura que todos estejam informados das condições e estejam preparados para fazer face às circunstâncias que venham a ser criadas elo adversário.

Estas rápidas reflexões foram suscitadas porque a equipa governamental tem mostrado sinais preocupantes de que cada elemento usa a sua táctica e não perde oportunidade de dar espectáculo não preparado nem coordenado com e pelo chefe. E essa falta de coordenação e de preparação foi notória nas afirmações discordantes acerca das contas com a Lusoponte, naquelas que deixaram uma ideia confusa sobre a privatização dos estaleiros de Viana do Castelo e, mais recentemente, as dívidas das autarquias em que o ministro faz afirmação que a Associação dos Municípios diz estar errada e o critério de nomeação de dirigentes da Administração Pública em que o ministro declara que passam a ser escolhidos por concurso a partir de Dezembro de 2013 depois de o PM ter dito no Parlamento que os concursos públicos para escolher os novos dirigentes da Administração Pública, iriam avançar já no segundo trimestre deste ano, quase dois anos de diferença para a concretização desta promessa. Isto são dados colhidos na Comunicação Social, como está bem referenciado mas, se os jornais mentem, então o Governo deverá ter com eles a devida conversa!!!

O PR pediu sinais de confiança para motivar a população a aceitar os sacrifícios para sair da crise, mas com os casos acima referidos não se contribui para o fortalecimento da confiança na equipa e pode acontecer que os adeptos comecem a pedir a «chicotada psicológica» no treinador, o que não traria benefício para o Pais, porque no ponto em que estamos não há margem para erros, nem para paragens, porque neste caso «parar é morrer».

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sábado, 18 de junho de 2011

Governo, equipa para que objectivo?

O título da notícia do PÚBLICO Governo pequeno, jovem e com licenciados em Direito em maioria, não é propiciador de confiança e esperança.

Os indivíduos com licenciatura de Direito não são vocacionados para a inovação, o futuro, a utilização de novas soluções, pois a sua formação está voltada para o passado, para a interpretação e o manuseamento de leis que já foram publicadas há tempos para enfrentar situações ainda mais antigas. Não estão predispostos para a previsão o planeamento, a antecipação a situações de crise.

É de boa norma que as equipas devem ser constituídas para fazer face a objectivos. Por exemplo, os Governos da China têm preponderância de engenheiros hidráulicos, porque o seu maior problema é fazer face às frequentes cheias que inundam a grande planície oriental.

Entre nós, qual é a necessidade do predomínio das pessoas de direito no Governo? Quanto à sua formação específica ficou mostrado não serem necessários tantos; quanto a idoneidade, não são superiores aos outros portugueses, como se viu no escândalo no CEJ do copianço dos estagiários para futuros magistrados, e da forma «suave» como a instituição tentou lavar a nódoa.

Oxalá que o desequilíbrio salientado no título da notíicia venha a ser compensado por outros elementos da estrutura governativa com formação técnica adequada aos programas de cada sector, com vista ao desenvolvimento económico e social de Portugal.

Imagem do Google

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