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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Futuro da periferia europeia

Terminada a exagerada euforia do Euro-futebol, é oportuno começar a pensar de forma sistemática sobre o Euro-moeda e sobre o futuro da periferia europeia principalmente na faixa mediterrânica, em que Portugal está incluído, em destaque.

Para esse efeito, será útil prestar atenção à análise de Costas Lapavitsas, professor de economia da SOAS (Escola de Estudos Africanos e Orientais da Universidade de Londres) constante na entrevista publicada no PÚBLICO com o título

“O debate tem de passar de como resgatar o euro a como gerir a ruptura ordeira do euro”

Sugiro que nos primeiros parágrafos resista á tentação de realçar o texto, porque, sem tal precaução, pode ficar com o texto todo realçado, o que deixa de ter significado !!!
Mas não resisto a transcrever a parte final: os países que saírem do euro «Irão precisar, claro, de um default na dívida pública. Mas irão também precisar de um programa amplo de reorganização das suas sociedades, o equivalente de um plano Marshall interno. Terão de reorganizar os seus recursos, reequilibrar as suas economias, terão de controlar os bancos e de lançar uma política industrial. A periferia da Europa precisa de reorganizar o seu sector produtivo, apostar em algumas áreas, ligar a produção à educação, reorganizar o Estado social».

Imagem de arquivo

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quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Euro com futuro problemático!


Transcrição:

A agonia da moeda única
Der Spiegel, 06 dezembro 2010

“A última batalha. Como a Europa arruína a sua moeda”: Der Spiegel desenha, na primeira página, um retrato sombrio do futuro do continente. “Os Governos decidem salvamento após salvamento, mas não conseguem controlar a crise”. Os líderes europeus parecem “de espírito estreito, em desacordo e ultrapassados”, favorecendo um colapso financeiro muito pior do que aquele que se seguiu à derrocada do Lehman Brothers em 2008.

Salvar Estados até ao infinito não é suficientes e o Eurogrupo estuda duas opções: uma garantia geral para as obrigações do Estado de todos os países da zona euro, uma ideia que está a fazer escola na Alemanha, ou a criação “de euro obrigações” emitidas conjuntamente por todos os países (criando assim uma “garantia comunitária” com a mesma taxa de juro para o conjunto da zona euro), uma opção defendida pela Itália e pelo presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker. Em qualquer dos casos, a Alemanha terá de pagar pelos erros do passado. E, segundo o Spiegel, ninguém sabe se a população aceitará de bom grado esse preço.

Imagem da Net

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