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sábado, 26 de outubro de 2013

PROGRAMA CAUTELAR. FALAM SEM SABER


Programa Cautelar para alguns governantes não passa de um sonho, uma fantasia, um conto de fadas de que não sabem uma linha uma, nota, um som.

Luís Marques Mendes considera que as declarações de Pires de Lima sobre um programa cautelar para Portugal, que marcaram o debate político esta semana, mostraram que é um problema sério na estratégia do discurso do governo.

Moreira da Silva desconhece definição de programa cautelar e, neste caso, «o problema é mais sério que falhas de comunicação (…) Não há meio do governo acertar no discurso político (…) Não há solidariedade entre ministros. Parece que há ciúmes entre eles, é um conjunto de adolescentes»

Com estes passos, para onde vai Portugal? Convém acertar o passo.

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quinta-feira, 6 de junho de 2013

O BOM LÍDER NÃO É ARROGANTE NEM VAIDOSO


Transcrição de post do Blog Sempre Jovens, publicado por Celle:

 Coisas do Papa Francisco! "E tu, irias sentar-te na cadeira de trás?"

Uma das últimas cadeiras da igreja é ocupada pelo Papa.
É o que se vê na foto.

Ele está a celebrar uma Missa muito peculiar: os convidados são os jardineiros e o pessoal de limpeza do Vaticano. Num momento da celebração o Papa pede a todos que orem em silêncio, cada um pelo que o seu coração deseja. Nesse instante, ele levanta-se da sua cadeira presidencial que está na frente e vai sentar-se numa das últimas cadeiras para fazer a sua própria oração. Dá a impressão de que este chefe preferiu que todos se centrem em ver de frente a verdadeira razão da sua existência, esse Cristo crucificado que está ali presente e não em que o vejam a ele, o seu chefe, que não é mais que um homem que falhou e continuará a falhar, e a quem hoje todos chamamos o Papa Francisco.

A famosa diferença entre chefe e líder é absoluta nesta foto. O chefe sempre se emproa, pondo-se à frente para que todos o vejam e lhe obedeçam, enquanto que o líder sabe quando se deve sentar atrás, não incomoda, acompanha, facilita o caminho para que os outros consigam os seus propósitos; o líder é capaz de desaparecer no momento oportuno, para que os seus companheiros cresçam e se centrem no que é verdadeiramente importante. O líder não teme perder o seu lugar, porque sabe que, muito para além do “seu lugar”, trata-se de ajudar aqueles que se encontrem no seu caminho.

Na foto, o admirável Francisco está de costas. Ele sabe que muitos o queriam ver de frente, mas neste instante tão íntimo, ele prefere ficar de costas para os fotógrafos e dar a cara a esse Deus de todos, Amor para o jardineiro e Amor para o Papa, esse Deus que não diferencia o abraço nem dá mais por um ou por outro, ambos são pecadores e ambos precisam d’Ele.

Quantos chefes terão a capacidade de ir sentar-se naquela cadeira de trás? Quando é que mães e pais teremos que “celebrar” essa cerimónia chamada vida com os nossos filhos, e num momento oportuno sermos capazes de nos sentarmos atrás, para que eles fiquem de frente para a sua missão? Quantos poderemos voltar as costas aos aplausos, à barafunda dos “clicks”, aos elogios, para dar a cara, num momento íntimo, a essa oração profunda que torna o nosso coração despido de orgulho, a um Deus que deseja com fervor escutar-nos?

O Papa ficou-me gravado nesta foto, e eu espero que hoje esta injeção sirva para me situar no resto da minha vida...

NOTA: Sua Santidade, com este exemplo de humidade, ensinou que devemos ser para os outros tal como desejamos que eles sejam para nós. Há diferença entrem o SER e o TER. Francisco, nesta atitude mostrou que deve considerar-se irmão dos irmãos, aconselhar como se devem concentrar na reflexão sobre as suas faltas por pensamentos, acções e omissões. Deu o exemplo, ao concentrar-se na sua reflexão, de que o seu Ser deve sobrepor-se à ostentação do cargo que tem, e que acha que não deve ser utilizado como imagem de poder, mas de líder, de condutor de pessoas para o caminho do Bem.
Um bom líder não sente necessidade de ser arrogante, vaidoso ou autoritário, porque sabe captar as simpatias da sua equipa, para seguir as melhores estratégias a caminho do objectivo seleccionado.


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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Comandante, director, chefe, administrador, líder...



Será que os governantes sabem disto? Será que estão preparados para liderar?

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sábado, 22 de dezembro de 2012

Greves. Porquê tantas?

Ultimamente, apesar de a situação de crise aconselhar a aumentar a produtividade, em benefício da economia nacional, isto é, do aumento do bem-estar dos portugueses, tem-se usado e abusado das greves, algumas que nada prejudicam os causadores do mal-estar, mas que provocam sérios incómodos aos inocentes utentes dos serviços públicos.

A notícia intitulada Tribunal intima administração da RTP a reunir-se com trabalhadores sugere meditação sobre as relações entre trabalhadores e entidades patronais.

Primeiro a interrogação: porque será que, dizendo-se que estamos em democracia, essa reunião entre administração e trabalhadores não teve já lugar, de forma espontânea, sem ser necessário a imposição do tribunal? A resposta não pode afastar-se da qualidade dos administradores e gestores de instituições e empresas públicas e ou dependentes de dinheiro público.

Geralmente, salvo eventuais excepções, eles não ocupam os cargos por reconhecida competência técnica e de liderança, mas apenas por troca de favores, compadrio, cumplicidade ou conivência com os detentores do Poder político. Como estão ali para receber um bom salário e pouco ou nada sabem, não têm possibilidade de dialogar com os representantes dos trabalhadores.

Por estas razões, o diálogo, que deve ser uma análise das realidades e dos pontos de vista dos litigantes e consta de cedências de ambas as partes para encontrar o ponto de entendimento, nunca é concludente, porque há um grande desequilíbrio entre as capacidades das partes dialogantes: dum lado, está o sindicato, com profundo conhecimento dos problemas em litígio, e experiência de argumentação, obtida ao longo de anos de luta. Do outro lado, está o administrador sem a mínima capacidade, interessado em agradar ao Poder para manter o tacho, com a agravante de usar da arrogância devida ao apoio que a política lhe concede, e não está disposto a fazer cedências. O resultado é o sindicato suspender a fantochada das negociações e ir para a greve.

A greve constitui o último degrau da escalada de conflito entre a entidade laboral e a entidade patronal, como a guerra o é nos conflitos entre Estados. Muitas vezes a guerra é dispensada por ter havido acordo, em diálogo directo ou por intermédio de mediadores aceites pelos dois lados. No diálogo há sempre cedências de ambas as partes, as quais são maiores ou menores conforme a capacidade de diálogo, os argumentos utilizados pelas partes.

Há dias, um amigo salientava a ausência de greves nas instituições militares, mas há uma explicação para isso. É uma questão da reconhecida competência e valor da autoridade patronal, neste caso dos comandantes das unidades e da instituição. Entre os militares, normalmente o comandante, pela sua preparação inicial e continuada, a experiência adquirida ao longo do tempo de serviço, o ascendente que tem sobre o pessoal e, porque não, a disciplina por todos assumida, compreendida e aceite, tornam desnecessária a greve. Esta só poderá acontecer com a conivência do comando contra a tutela política (só em situação pré-revolucionária).

O militar, desde os primeiros postos, aprende o trabalho de equipa e a compreensão dos subordinados, por forma a que no combate, quando olhar para os lados e para trás veja que os seus colaboradores estão consigo e não se encontra isolado em frente do inimigo.

Nas empresas com características públicas ou municipais, os responsáveis, muitas vezes, não possuem saber, sensibilidade e experiência para liderar a equipa em cuja chefia foram colados artificialmente.

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terça-feira, 23 de março de 2010

Serenidade e sensatez próprias de um líder

Transcrevo o seguinte texto, porque, não sendo adepto do PSD (nem de qualquer partido) nem conhecer o Dr. Pedro Passos Coelho, penso sempre, acima de tudo, nos interesses de Portugal, de todos os cidadãos portugueses, e vejo este candidato, de entre todos, o menos viciado nas manhas da baixa política que, durante as últimas décadas, tanto nos têm preocupado e lesado.

Sereno e sensato, fiel aos seus princípios, mantendo-se acima das baixas discussões de «assinaturas» e outros pormenores de curto prazo e baixa cotação a nível nacional, dá mais garantias de vir a ser um líder que utilize a bússola e dê uma guinada no leme para levar o País ao bom rumo, em benefício das próximas gerações.

Os portugueses necessitam de um líder que os saiba conduzir para objectivos sensatos, isto é, ajustados às realidade do País e que estejam no ponto mais alto das capacidades de realização, tirando o máximo proveito de todos os recursos nacionais.

Este artigo aqui transcrito vem complementar o testemunho deixado pelo texto de Zita Seabra referido no post Argumentos bem fundamentados.


Quem tem medo de Pedro Passos Coelho?
Destak, 23- 03-2010. Luisa Castel-Branco

As eleições para o próximo presidente do PSD transcendem o partido porque conjugam as esperanças mesmo de muitos que nunca foram simpatizantes do partido. Portugal vive uma crise sem precedentes e necessita desesperadamente não de um salvador mas sim de alguém com ética e honestidade, com sentido de responsabilidade e uma visão de futuro.

Aliás, foi assim que o Sócrates ganhou as eleições. Uma boa parte dos portugueses acreditaram nele e na mudança prometida. Infelizmente, fomos enganados.

Eu acredito em Pedro Passos Coelho. Não porque sou amiga dele há mais de 25 anos. Não confundo amizade com o futuro dos meus filhos e da minha neta, do meu país. Apoio-o porque ao longo destes anos todos o vi manter-se fiel aos seus princípios. Aguentar as críticas que lhe eram feitas sem resvalar para as lutas baixas.

No último pseudo-congresso, feito unicamente para dar espaço aos recém-chegados candidatos, o meu amigo Pedro fez uma afirmação que interessou a muita gente deixar passar despercebida.

Quando terminou os seus mandatos como deputado e vice-presidente da bancada do PSD, Passos Coelho rejeitou a reforma dourada a que tinha direito por considerar indigna face aos outros portugueses, embora até os deputados do PCP a recebam. Fê-lo porque não precisava do dinheiro? Não, bem pelo contrário! Tinha filhas a sustentar e tirou o curso de economia sempre a trabalhar.

Em vésperas de eleições, Ferreira Leite, responsável juntamente com toda a sua Direcção pela falta total de oposição ao PS (não nos tomem por estúpidos, temos boa memória: Paulo Rangel e Aguiar Branco também lá estavam) afirmou há dias numa entrevista: “esperar que o próximo líder do PSD ganhasse não pela aparência física mas pelas ideias”.

Palavras para quê? É isto o PSD de hoje. É isto que temos de mudar a bem de todos.

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quarta-feira, 22 de agosto de 2007

O chefe-líder

Na sequência do tema tratado em Democratas ou ditadores?, transcrevo este texto extraído do blog Filhos de um deus menor:

O chefe que eu concebo

"O chefe que eu concebo é o homem completo, homem de coração, de razão, de vontade, que ama, julga e comanda" (Antoine Redier).
Onde é que há chefes assim?

Infelizmente a ânsia do poder nas sociedades de hoje não nos deixa chefes "concebidos" por "Antoine Redier".

Hoje encontram-se, isso sim, chefes neuróticos, com elevado sentido de desumanidade. Estes chefes neuróticos, quanto mais tolhidos se sentirem pelas suas inibições, tanto menos serão capazes de se impor. A verdade é que a ânsia do poder serve-lhes de protecção contra o risco de se sentirem ou serem considerados insignificantes, forjando assim uma ideia rígida e irracional do poder que lhes foi conferido por decreto - que os leva a convencerem-se de serem capazes de superar qualquer situação, dominando-a imediatamente por mais difícil que se apresente.

Estes chefes classificam os seus superiores, iguais ou inferiores hierárquicos em dois grupos; os «fortes» e os «fracos», admirando os primeiros e desprezando os segundos. Vão também ao extremo naquilo que consideram fraqueza. Sentem maior ou menor desprezo pelas pessoas que concordam consigo ou cedem aos seus desejos e por aqueles que mostram inibições ou não dominam as suas emoções por forma a manter sempre uma expressão impassível. Mas menosprezam igualmente essas qualidades em si mesmo, ao sentirem-se humilhados quando são forçados a reconhecer os seus «fantasmas» ou as suas inibições.

Tendem a julgar que têm sempre razão, e facilmente se irritam, ainda que em pormenores ínfimos, se lhes provarem que estão errados. Hão-de saber tudo melhor do que ninguém, atitude que, por vezes, se manifesta extremamente antipática.

Outra faceta característica do perfil deste tipo de chefes reside na exigência de tudo ser feito segundo a sua vontade. Tal exigência é susceptível de constituir fonte de incessante irritação se os que dependem de si não cumprem exactamente o que deles espera ou se o não fazem no preciso momento em que lhes é ordenado.

Uma das mais vulgares atitudes que integra este perfil de chefe reside na recusa a cedências. Têm dificuldade em estar de acordo com uma opinião de nutrem ou aceitar um conselho, ainda que seja considerado acertado, e a simples ideia de assim proceder desencadeia a rebelião. Os chefes em que prevalece esta atitude tendem a reagir contra tudo e, por estrito medo de ceder, assumem a posição inversa.

Mas o mais grave reside no facto de este tipo de chefes nem sempre terem verdadeira consciência das suas atitudes autoritárias ou, pelo menos, da sua importância. Não lhes convém reconhecê-las ou modificá-las, pois estas - atitudes autoritárias - desempenham para eles notáveis funções protectoras. Tão pouco os outros devem verificá-las: correriam o risco de, nessas circunstâncias, ficarem a dar ordens no deserto ou sozinhos na "parada". Deixando assim em crise as suas necessidades prementes de impressionarem, serem admirados e respeitados. Em crise também ficariam os seus desejos de deslumbrar os outros pela sua suposta inteligência e os seus notáveis dotes de comando.

Se considerarmos que muitas carreiras/nomeações profissionais ficam dependentes das informações de mérito dadas por chefes com tal perfil, facilmente se compreende que é necessário uma reflexão sobre muitos aspectos da actual realidade social/laboral.
«Comandar não é somente fazer-se obedecer, é acima de tudo exercer uma autoridade moral da ordem mais elevada» (Les Forces Morales, publ. Of. do M. G. da França)
Postado por Paulo Sempre

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