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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

UNIÃO NACIONAL PARECE IMPOSSÍVEL !!!


Apesar de Passos Coelho ter afirmado e reafirmado o seu desejo de criar uma «união nacional, parece não ser capaz de concretizar tal projecto, como muito outros, mesmo que teime «custe o que custar». É que ele nem sequer conseguiu estabelecer a coordenação e convergência de esforços na equipa do Governo que é incomparavelmente menos numerosa do que o conjunto dos cidadãos, e que devia ser o exemplo, o modelo, o estímulo para que o tal desejo fosse esboçado na realidade.

Vejamos o que aparece na Comunicação social. Por exemplo a notícia de que o ministro do ambiente Moreira da Silva manda calar o colega ministro da economia António Pires de Lima e o porta-voz do PSD Marco António Costa. A mesma notícia refere nomes como os de Pedro Mota Soares, ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, e o de Rui Machete, ministro dos Negócios Estrangeiros.

Mas parece que as palavras dissonantes não têm saído apenas destas bocas, pois já Marcelo Rebelo de Sousa disse "façam desaparecer Maduro e Rosalino que não se perde nada".

O cenário não parece nada animador para que o Governo inspire respeito e confiança aos portugueses e sirva de exemplo para algo de positivo.

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sábado, 27 de julho de 2013

IGNORÂNCIA? PROVOCAÇÃO? AMEAÇA???!!!


Passos apela a acordo com PS para «clima de união nacional»

O primeiro-ministro apelou a um acordo e convergência de objectivos com o PS, para além da actual legislatura, que termina em 2015, de modo a conseguir um clima de união nacional. «Desde que tenhamos os pés assentes na terra e sejamos realistas - quer dizer, não comecemos a estabelecer objectivos que estão manifestamente para além daquilo que as condições nos permitem -, então é possível vencer e ultrapassar obstáculos e conseguir um clima de união nacional, não é de unidade nacional, é de união nacional, que permita essa convergência».

UNIÃO NACIONAL era o partido único da época do Estado Novo, o regime de Salazar. Como se compreende a utilização deste conceito, com estas palavras, e com a insistência do PM? Será ignorância da história recente? Será uma provocação ao PS? ou será uma ameaça aos portugueses do regresso ao partido único da «ditadura»?

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