quinta-feira, 11 de outubro de 2012

210 mil euros para carros de deputados

Notícia do JN diz que Carros novos da bancada socialista custaram 210 mil euros

«O grupo Parlamentar do PS renovou a frota automóvel, adquirindo quatro viaturas - um Audi A5 e três Volkswagen Passat - cujo valor total rondará os 210 mil euros. O dinheiro é proveniente do Orçamento da Assembleia da República.

Confrontada com esta informação, a assessoria do Grupo Parlamentar socialista explicou que foram comprados carros novos porque finalizaram os contratos de aluguer das quatro viaturas - dois Audi e dois BMW - utilizadas pelos deputados.
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NOTA:
Os deputados precisam mesmo de carro? E não podem servir-se de caros mais baratos e económicos? Entretanto a crise empobrece o país, como socialistas mais esclarecidos afirmam:

- Fiscalista Carlos Lobo defende "alteração do paradigma de política fiscal”
- “O massacre fiscal é gigantesco”, diz o fiscalista António Costa Santos, antigo governante do PS
- Seguro: próximo Orçamento do Estado "insiste no empobrecimento"

Imagem do JN

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Há alternativa para austeridade

Transcrição de notícia:

"Há que encorajar o investimento produtivo", diz João Salgueiro
Expresso. 8:31 Quinta feira, 11 de outubro de 2012

Para o ex-presidente da Associação Portuguesa de Bancos o programa da troika pode ajudar o país a criar uma alternativa à austeridade, que passe por um novo modelo para a economia que "encoraje o investimento produtivo."

A alternativa às políticas de austeridade é um modelo económico virado para "encorajar o investimento produtivo", considera o antigo presidente da Associação Portuguesa de Bancos João Salgueiro.

Numa entrevista à Lusa, Salgueiro disse que a solução para a crise terá de passar por um novo modelo para a economia. O Governo devia assim fomentar o "investimento produtivo": "Não há outro [caminho]. É o que todos os países fizeram. Temos de concentrar todas as nossas atenções no investimento produtivo."

E como é que se encoraja o investimento produtivo? "Não tem nada que saber", responde Salgueiro. "O capital para nós é ilimitado. A competência técnica é ilimitada. A capacidade empresarial é ilimitada. Temos todo o capital de que precisamos, se o atrairmos." Quanto às formas de atrair capital, Salgueiro diz que basta "criar condições para isso": "Vamos ver as boas práticas dos países que tiveram sucesso. Até o Vietname está a atrair investimento americano, tendo um Governo comunista!" Salgueiro aponta uma série de obstáculos ao investimento em Portugal que na sua opinião poderiam ser rapidamente afastados.

"Fale com algum empresário, dos poucos que ainda andam aí a mexer-se e pergunte quantos anos é que leva a montar uma fábrica. Na aquacultura, são precisas 32 autorizações, para fazer um hotel são não sei quantas, é preciso andar de repartição em repartição", afirma.

Atrair mais investimento estrangeiro

"Depois temos uma fiscalidade que todos os anos muda - quem é que quer investir num país que está sempre a alterar [o código fiscal]?" Mas não leva muito tempo a fazer essas reformas? "Não leva nada! A Autoeuropa ficou com uma fiscalidade fixa quando assinou o contrato [com o Governo português]. Os contratos de investimento preveem a fiscalidade, leva dois a três meses a negociar um acordo."

Salgueiro acha que o programa da troika não é um obstáculo para este novo modelo, antes pelo contrário: "Até torna mais fácil atrair o investimento. Se há um programa que nos obriga a ter contas equilibradas e apoia a exportação, isso é ideal para quem queira vir para cá."

O antigo presidente da Caixa Geral de Depósitos considera que a dimensão do país não é um problema para a captação de investimento: "Esse choradinho de que o país é pequeno não é verdade. E também não é periférico, é mentira, estamos entre duas grandes regiões do mundo", os Estados Unidos e a Europa Ocidental.

"Um país como a Coreia [do Sul] está muito mais longe dos EUA e da Europa, e desenvolveu-se bem", conclui Salgueiro.

Imagem do Expresso

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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Frase de 1920

Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na segunda metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:

"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;
quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores;
quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;
quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício;
então poderá afirmar, sem temor de errar, que a sua sociedade está condenada".


Ayn Rand - Alisa Zinov'yevna Rosenbaum; February 2, 1905 – March 6, 1982)

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Criar um «grupo de sábios»

Transcrição de notícia, seguida de NOTA:

Ramalho Eanes alerta os perigos da passagem da resignação à indignação

Ramalho Eanes lançou nesta terça-feira à noite um forte apelo ao Governo para que não deixe que os cidadãos fiquem completamente desapoiados pelo Estado, porque isso “põe em causa a unidade do país”.

Em entrevista à Rádio Renascença, o antigo presidente da República salienta mesmo que “quando não há unidade num país, os homens passam muito rapidamente da resignação à indignação e a indignação é a mãe de todos os disparates”.

Ramalho Eanes diz também que a Igreja católica devia neste momento ter “uma voz mais activa”, porque quando alguns dos “filhos de Deus e nossos irmãos estão em grande sofrimento a Igreja deve fazer ouvir a sua voz”.

Ramalho Eanes sugere ainda na entrevista à Rádio Renascença que seja criado um “grupo de sábios”, que inclua pessoas como Silva Lopes e Bagão Félix, para apresentarem aos partidos “um projecto de pacto de crescimento e de estado” que possa reunir o mínimo de consenso em torno do qual se possam realizar as reformas necessárias no país.

Para o antigo presidente, é impensável que se venha a abrir uma crise política, mas diz também que “em situações de emergência não pode haver tabus”, por isso não rejeita uma solução à Italiana, embora sublinhe que o melhor é a estabilidade em torno deste Governo.

NOTA:
Por convergirem com estas preocupações e sugestões do Ex-PR António Ramalho Eanes, referem-se os seguintes posts

- Código de bem governar
- Código de conduta
- Código ou compromisso alargado e duradouro
- Ética na Política
- Oposição patriótica eleva o País
- Todos por Portugal

Imagem do PÚBLICO

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Miguel Relvas, há mais de ano e meio



Durante o Governo anterior. Promessas, sonhos, para agora recordar e comparar com o presente.
Será que alguma coisa melhorou???
Palavras de políticos são tão inconsistentes que esvoaçam à mais ligeira briza.

Origem ânimo

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terça-feira, 9 de outubro de 2012

Ministério da Educação recua

Segundo notícia do Público, Ministério da Educação recua na questão dos exames do 12.º ano, o que não melhora a imagem do Governo, num momento de crise nacional em que a confiança nos governantes está muito em baixo. Mas, já que errou, é louvável que corrija o rumo.

Porém evitaria ter de recuar se tivesse preparado bem a decisão, dialogando com quem estaria interessado no assunto e que depois o fez recuar. Devia ter utilizado um método de preparação da decisão do género do preconizado em Pensar antes de decidir.

E a precipitação de decidir sem a devida ponderação conduz à interrogação para que lhe servem todos os seus assessores e especialistas, que tão caros ficam aos contribuintes e que não evitam ter de fazer recuos???

Imagem de arquivo

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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Assessores incompetentes ???

Segundo notícia do Jornal de Notícias, um movimento de patriotas observadores atentos apresenta queixa contra Cavaco e António Costa pelo episódio da bandeira nacional, «tendo em conta uma base legal, que existe no código penal. Trata-se do ultraje de símbolos nacionais, e a bandeira é um símbolo nacional». Sublinha que há "responsabilidades que tem que se apurar e o povo merece uma explicação»

Com a queixa, aquele movimento cívico pretende "saber o que é que aconteceu". "Porque existem equipas, não só da Câmara, como também do dispositivo do Presidente da República, que tentam garantir a segurança e a legalidade de todos os actos que ele faz - são equipas pagas por dinheiro dos contribuintes - e houve esta falta de respeito para com todos os portugueses, ao hastear uma bandeira ao contrário".

Realmente, isto levanta a dúvida sobre se existe racionalidade na existência de tantos e tão exageradamente pagos assessores, especialistas e consultores, cuja eficácia não é visível nos resultados das acções das entidades que é suposto deverem apoiar.

Imagem do Jornal de Notícias

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Austeridade tem efeito recessivo

Na mensagem Cavaco Silva adverte para “efeito recessivo” da austeridade e fracas expectativas dos empresários, o PR alertou para os riscos das decisões de austeridade “obviamente, já que são medidas com efeito recessivo que afectam o rendimento dos cidadãos e, como tal, o consumo”.

Veja-se referência ao efeito recessivo em

Vítor Gaspar surpreendido com a realidade nacional em 27-04-2012

Leia-se também:

Governo esteve reunido 13 horas para preparar Orçamento

Marcelo: Passos Coelho “tem 15 dias” para remodelar o Governo 

António José Seguro acusa governo de “condenar o país ao empobrecimento” 

Imagem de arquivo

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domingo, 7 de outubro de 2012

Dívidas de 4800M nos tribunais

A notícia Dívidas por cobrar nos tribunais chegaram aos 4800 milhões de euros é preocupante, fazendo pensar na grave situação da economia nacional, isto é, nas condições difíceis em que os portugueses estão a viver e, por outro lado, na necessidade de para um país tão incumpridor ser preciso uma justiça mais rápida e mais eficiente, apoiada por uma legislação adequada.
Qual é a resposta do poder legislativo?
E a do ministério da Justiça?
Qual tem sido o papel da Educação no ensino prático da utilização das operações aritméticas para bem se gerir a vida privada e de pequenas empresas, sem cair nas armadilhas da publicidade, das promoções e das ofertas de crédito dispensável do género «vá de férias e pague depois»?
Quem se preocupa pela formação cívica e cultural dos portugueses de forma a saberem evitar as tentações banais?

Imagem de arquivo

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Legalidade ou moralidade ?

Há leis que proíbem fazer carteiras e sapatos de senhora com o couro do crocodilo;
mas, infelizmente, não há nenhuma lei que proíba fazer orçamentos de Estado com o couro da classe média.


Frase recebida por e-mail

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