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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

SETE QUADRAS DE ANTÓNIO ALEIXO


Acho uma moral ruim
Trazer o vulgo enganado:
Mandarem fazer assim
E eles fazerem assado.

Sou um dos membros malditos
Dessa falsa sociedade
Que, baseada nos mitos,
Pode roubar à vontade.

Esses por quem não te interessas
Produzem quanto consomes:
Vivem das tuas promessas
Ganhando o pão que tu comes.

Não me dêem mais desgostos
Porque sei raciocinar...
Só os burros estão dispostos
Asofrer sem protestar!

Esta mascarada enorme
Com que o mundo nos aldraba,
Dura enquanto o povo dorme,
Quando ele acordar, acaba.

Quem trabalha e mata a fome
Nâo come o pão de ninguém
Quem não ganha o pão que come
Come sempre o pão de alguém

Sei que pareço um ladrão
Mas há muitos que conheço
Que sem parecer o que são
São aquilo que pareço

António Aleixo

Foto de arquivo

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domingo, 18 de dezembro de 2011

António Aleixo sempre actual

CINCO QUADRAS DO ANTÓNIO ALEIXO

Acho uma moral ruim
trazer o vulgo enganado:
mandarem fazer assim
e eles fazerem assado.

Sou um dos membros malditos
dessa falsa sociedade
que, baseada nos mitos,
pode roubar à vontade.

Esses por quem não te interessas
produzem quanto consomes:
vivem das tuas promessas
ganhando o pão que tu comes.

Não me dêem mais desgostos
porque sei raciocinar...
Só os burros estão dispostos
a sofrer sem protestar!

Esta mascarada enorme
com que o mundo nos aldraba,
dura enquanto o povo dorme,
quando ele acordar, acaba.

Recebido por e-mail
Estátua a António Aleixo

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