Mostrar mensagens com a etiqueta Finlândia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Finlândia. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 22 de março de 2019

IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO E DA FORMAÇÃO

A FINLÂNDIA não tem muitos recursos naturais. O hino nacional já diz: ...somos um país pobre, que não tem ouro. O recurso que temos é o nosso povo.
Assim, investimos no nosso povo.Toda a pessoa tem de receber formação, educação, para ir tão longe quanto a sua capacidade permitir.
Não é suficiente que uma sociedade possua algumas pessoas muito capacitadas. Toda a sociedade tem de ter a possibilidade de formação durante toda a vida.
Não basta que uma criança pobre receba alguma formação quando pequena. Ela tem de poder estudar o quanto quiser.
E a Finlândia tem sido um dos países mais competitivos nas estatísticas internacionais com apenas 5 milhões de habitantes. Imagine-se o que fariam com o dobro.

A presidente finlandesa, Tarja Halonen, adianta algumas dicas:
“investimento maciço em educação (6% do PIB na Finlândia, sem contar a investigação); transparência no governo; honestidade partidária”;
"É muito importante ter a coragem de alocar os recursos para a educação básica", ressalta ela.

Um povo educado elegerá dirigentes honestos e competentes. Estes escolherão os melhores assessores.
Com um povo inculto acontece exactamente o inverso.
Um povo educado não tolera corrupção.
Um povo educado sabe muito bem distinguir um discurso sério de uma verborreia demagógica.
Um povo ignorante desperdiça os seus recursos e empobrece. Um povo ignorante vive a iludir-se, e deixa-se iludir.
Um povo educado prospera mesmo em condições adversas!
A Finlândia tem um clima inóspito. Mas possui uma economia de mercado altamente industrializada, com produção per capita maior que a do Reino Unido, França, Alemanha e Itália. O padrão de vida finlandês é elevado. O sector chave da sua economia é a indústria - principalmente madeireira, metalurgia, engenharia, telecomunicações (destaque para a Nokia) e produtos electrónicos.
O comércio externo é importante, representando cerca de 1/3 do PIB. Com excepção de madeira e de vários minérios, a Finlândia depende de importações de matérias primas, energia, e alguns componentes de bens manufacturados.
E se comparássemos isto tudo com o nosso país?... Não é para ficarmos deprimidos, é para fazermos alguma coisa para mudar as coisas!!!

Ler mais...

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Finlândia informa os portugueses, em resposta cortês



Uma resposta, com muita cortesia, à altura de um povo que tem lugar de destaque nas marcas da moderna tecnolgia, na boa cotação internacional, na história e na beleza feminina

Ler mais...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

A Finlândia faz pensar

O resultado das eleições na Finlândia merece ser analisado com muita ponderação, sem preconceitos, nem partidarismos fanatizados. A extrema–direita obteve um resultado histórico e põe em causa empréstimo a Portugal, o que, não sendo agradável ao nosso País de pedintes, deve ser interpretado como uma «chicotada psicológica», nesta fase crítica do campeonato.

Trata-se de um País que tem dado exemplos de seriedade, civismo, produção e desenvolvimento social e económico, com políticos a darem exemplo de eficiência, honestidade nos gastos e humildade na vida, sem ostentação e sem sugarem o dinheiro público, manifestando sentido de responsabilidade e sentido de estado, com pleno respeito pelos cidadãos.

Esta subida da extrema-direita, poderá ser uma reacção natural ao mau serviço prestado em vários países da Europa por políticas sugadoras de energias nacionais que usaram como bandeira «chavões» socialistas que não corresponderam, na prática, a respeito pelas populações e a defesa do seu bem-estar e desenvolvimento.

A eventual recusa de ajuda a Portugal insere-se numa lógica de um País em que os seus políticos vivem modestamente, sem gastos supérfluos e que não consideram lógico estarem a privar-se do resultado do seu trabalho e boa gestão para suportar um país viciado na corrupção, no enriquecimento ilícito, nos gastos descontrolados, na manutenção de milhares de incompetentes incapazes de produzir algo de positivo e que estão encaixados em «chafaricas» inúteis, criadas só para dar salário a parasitas do poder, que endividam o País.

Com os exemplos dos nossos políticos, cria-se uma mentalidade nacional de desperdício, de vida fictícia, acima das possibilidades, que perde direito a ajuda de gente que sabe gerir a sua vida com honestidade e racionalidade.

Imagem do Google

Ler mais...