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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

QUEM CHAMOU A TRIKA


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domingo, 1 de março de 2015

ISTO NÃO SERÁ BEM ASSIM...




Como pode acontecer? Uma pessoa tão «brilhante» descer à condição de se candidatar a um cargo político!!! Embora com «capacidade» para ser um notável cientista, a sua «humildade» e vontade de servir Portugal, levou-o para as caminhadas na carreira da jota do seu partido que o recebeu de braços abertos tal o VALOR ACRESCENTADO que levou ao partido.

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domingo, 23 de outubro de 2011

Promessas enganadoras



Com base neste video e olhando para a situação actual, Vasco Lourenço alerta que poder foi tomado por "bando de mentirosos". O capitão de Abril fez esta afirmação, justificando a conclusão com um vídeo que "corre" na Internet com declarações de Passos Coelho que foram "renegadas" nos actos do Governo.

Passos Coelho poderá alegar que, quando fez tais afirmações, estava convicto de que conhecia a realidade do País e que, depois, teve muitas surpresas. Isto mostra que não podemos acreditar nas palavras agradáveis e nas promessas ilusórias. Só conhecendo bem o verdadeiro problema se pode procurar a melhor forma para o resolver. Sem um diagnóstico correcto não pode haver terapia eficaz, não pode encontrar-se solução.

Em consonância com isto, Louçã disse ontem que quando falam em atacar o monstro, "querem ir ao bolso e sobretudo à dignidade das pessoas". Nos posts mais recentes tem sido aqui salientado o perigo de olharem mais para os números do que para as pessoas, esquecendo que estas devem ser consideradas o objectivo fundamental de uma boa governação e o seu bem-estar deve ter a primeira prioridade.

Entretanto referindo-se às diferenças de pontos de vista entre o PR e o Governo quanto aos cortes de subsídios dose 13º e 14º meses, Marcelo Rebelo de Sousa salientou que “tudo o que nos permita ultrapassar clivagens contribui para a coesão nacional”. “Não sei qual a intenção do Presidente Cavaco Silva, mas objectivamente é boa a ideia de que não há bons e maus e que estamos todos no mesmo barco”.

O professor está certo quando deixa subentender que a convergência de esforços é altamente positiva para resolver um problema. Porém, tal convergência só é positiva depois de haver uma boa solução para cuja concretização todos se devem unir, sem clivagens. Mas, o unanimismo, a aceitação passiva de erros, ou de soluções ineficazes, é antipatriótica e serve apenas para levar ao pântano de águas paradas e pestilentas. É preciso Pensar antes de decidir e, durante a preparação da decisão, todas as achegas são úteis. Quanto mais variados forem os pontos de vista, mais correcta e fundamentada poderá ser a solução escolhida pelo decisor.

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domingo, 24 de janeiro de 2010

Passos Coelho uma hipótese de futuro

De tudo o que aqui tem sido dito sobre a necessidade de encarar a sério a preparação de Portugal para o futuro, atendendo a que o porvir interessa mais aos jovens do que aos idosos no fim da carreira activa ou no fim da vida, e dado o sempre latente conflito de gerações, é previsível que Pedro Passos Coelho se tenha que debater com as ainda poderosas forças do grupo do reumático que se considera dono do partido que tão mal tem tratado nos últimos tempos.

Um indivíduo septuagenário dificilmente pode contar com mais 20 anos de vida saudável e de influência, ao passo que um que ande pelos 40, na mesma ordem de ideias, pode contra com mais 50. Isto mostra que o mais jovem tem muito mais interesse do que o idoso em preparar um futuro de progres,so, seguro e com bem estar, de que ele beneficiará. O idoso, quanto ao futuro, deseja que não lhe faltem sopas e descanso no resto da vida.

Pode dizer-se que ao mais jovem falta experiência política, mas isso significaria que seria virtude continuar a vida dos recentes anos em que a degradação tem sido acelerada. Já ninguém evita falar de corrupção, enriquecimento ilícito, tráfico de influências, etc. e os políticos em plena AR, perante os olhos do povo através da TV, não se poupam a insultos mútuos. É a isso que chamam experiência política? Poderá ser experiência mas para esquecer, para apagar da memória.

Por isso, quanto mais inocente e virgem for um candidato a cargos públicos, mais garantias oferece de poder vir a criar um Portugal melhor do que o actual. Terá, sem dúvida, de possuir qualidades de inteligência, perspicácia, sentido de Estado, dedicação aos interesses nacionais, para analisar os problemas e resistir ás pressões do grupo do reumático. Este, convicto da sua velha «experiência», tudo fará para abater o jovem dirigente. No PSD, essa tem sido a regra, frequentemente abatem um para lá colocarem o supra-sumo, mas no dia seguinte à posse logo se inicia a campanha para a sua eliminação. Aconteceu com Santana Lopes, Marques Mendes, Filipe Menezes e agora com Manuela Ferreira Leite. Para onde irá um tal partido que, em vez de um bloco de granito não passa de um monte de brita?

Para bem do Partido e também de Portugal, já se ouvem vozes sensatas como «Aguiar Branco: Passos Coelho é “um bom candidato”» e «Menezes: tem a “convicção” de que Passos Coelho vai ser o próximo líder».

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