Mostrar mensagens com a etiqueta longevidade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta longevidade. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 15 de maio de 2014

TER OBJECTIVOS NA VIDA DÁ LONGEVIDADE


Transcrição de artigo:

Investigação Quem tem objetivos de vida poderá viver mais tempo
20:50 - 15 de Maio de 2014 | Por Notícias Ao Minuto

Dois investigadores realizaram um estudo que determina que aqueles que têm mais objetivos de vida, ou relações mais positivas com outros, viverão mais tempo, lê-se no Boas Notícias.

Foi desenvolvido um estudo por uma universidade canadiana que revela que estabelecer objetivos, definir metas, sentir que temos um propósito aumenta a longevidade, segundo a página dedicada à investigação.

“O nosso trabalho indica que encontrar uma direção na vida e definir vários objetivos abrangentes no sentido daquilo que queremos atingir pode ajudar-nos a viver mais tempo, independentemente da idade em que descobrimos o nosso propósito”, afirma o investigador da Universidade de Carleton, no Canadá, Patrick Hill.

Nicolas Turiano, da Universidade de Rochester, nos EUA, decidiu em conjunto, explorar profundamente indícios que sugiram que encontrar um propósito diminui o risco de mortalidade, revela o Boas Notícias.

Investigaram 6.000 participantes norte-americanos e analisaram as suas experiências com emoções positivas e negativas.

Este foi um estudo que demorou 14 anos e 569 participantes morreram entretanto, o que serviu para os investigadores concluirem que aqueles que morreram eram os que tinham menos objetivos de vida ou poucas relações positivas com outros.

Imagem de arquivo

Ler mais...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A idade é desejada mas pode ser um fardo

Hoje, devido aos cuidados com a alimentação e com a saúde, a esperança de vida tem aumentado e continuará a aumentar. Vão longe os tempos em que uma pessoa com 50 anos já era idosa e sofria das doenças incapacitantes próprias da idade avançada.

Há dias foi muito publicitado o centésimo aniversário do cineasta Manoel Oliveira e apareceu já a notícia de que em Portugal há 600 pessoas mais idosas do que ele.

Na longevidade e no estado se saúde na parte final da vida tem muita influência o regime alimentar seguido. Além da qualidade dos alimentos, assunto muito debatido na imprensa, surgiu agora uma teoria de cientistas japoneses que se referem à quantidade calórica o que se traduz em que Comer pouco contribui para uma vida longa. Segundo estudos feitos, pode ser seguida uma de duas soluções :
- O "jejum intermitente", pode aumentar os anos de vida, inclusive nos casos em que a redução de ingestão de calorias é escassa ou mesmo inexistente. Curiosamente, várias religiões impõem aos seus crentes épocas de jejum, embora não tenha sido dito que a intenção é a longevidade.
- A outra solução é "a restrição calórica crónica", que implica uma redução constante e continuada dos alimentos ingeridos.

Há quem eufemísticamente prefira o adjectivo idoso a velho. Mas há muita gente que alinha com a canção brasileira «meu pai, meu velho, meu amigo». Velho experiente, sabedor, ponderado, sensato, não pode haver coisa melhor e que mereça mais carinho. O velho pode ser aproveitado numa ocupação de conselheiro, de ajuda a mais jovens transmitindo a sua experiência enriquecedora. As «universidades para a terceira idade» bem podiam ser aproveitadas num intercâmcbio com jovens numa interactividade de que todos beneficiariam. Um velho sábio gosta de manter o cérebro activo e não quer levar para a cova aquilo que sabe, deseja transmitir o seu saber.

Pelo contrário, o termo idoso apenas traduz o peso da idade, por vezes rodeada de azedume mau génio, quezilice, rabugice.

E esse mau feitio que a idade torna mais indesejável, aliado à falta de respeito de muita gente mais nova conduz a outros fenómenos degradantes e que estão a caracterizar a sociedade actual, apesar de muitos progressos na modernização. Um deles foi aqui sublinhado no post A tigela de madeira do avô. O outro vem na notícia com o título Abandono de idosos cresce nesta época, doentes idosos ficam nos hospitais depois de terem alta porque nenhum familiar os vai buscar. Se isto ocorre durante todo o ano, pelo Natal é mais grave e é estranho e contrário ao espírito cívico desta quadra de generosidade, humanidade, amor, compreensão e tolerância.

Ler mais...