Perante a notícia do Expresso «Roma tapou estátuas de nus em sinal de respeito pelo presidente do Irão» surgem dúvidas e interrogações do género das seguintes:
COMO PODE A EUROPA ORGULHAR-SE DOS SEUS VALORES? Para que levaram o Presidente do Irão ao museu? Afinal para que têm no museu peças de arte que não podem ser vistas? É com cedências ridículas e atentatórias da arte, dos valores europeus, que os políticos europeus esperam vencer a invasão do EI? Temos que concordar que algo tem que mudar estruturalmente nos critérios usados para escolher governantes.Perante outros Estados, devemos ter orgulho nas nossas tradições, arte, cultura, etc. ou devemos ter vergonha e cobrir com burka o conteúdo dos nossos museus? Afinal para que temos museus? DEUS SALVE A ITÁLIA! E também a Europa.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
ARTE E CULTURA SÃO MOTIVO DE ORGULHO OU DE VERGONHA?
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
HOLANDA PRETENDE DEFENDER AS TRADIÇÕES NACIONAIS
Quando recebi por e-mail o seguinte texto HOLANDA vai mudar em relação aos MUÇULMANOS, http://aquitailandia.blogspot.pt/2014/10/holanda-vai-mudar-em-relacao-aos.html recordei a sabedoria popular dos meus tempos de jovem «Na terra onde fores viver, faz como vires fazer se não quiseres aborrecer».
Os tempos mudaram, os transportes facilitam os movimentos e a globalização,tudo criou uma aldeia global em que tal sabedoria deixou de ser respeitada. A pretensão dos holandeses gerou muitos comentários, dos quais transcrevo o seguinte, do amigo AMF.
«Julgo que a Europa enfrenta um enorme desafio, para conciliar os seus princípios e valores morais e a avalanche de refugiados que invadem as suas fronteiras em busca de paz e melhores condições de vida, para além daqueles que já vivem no seu interior e que até têm já cidadania europeia.
Considero que a "integração" (quiçá, mesmo assimilação cultural) de uns e outros requer um plano de acção bem estruturado que permita salvaguardar aqueles princípios e valores sem prejuízo da segurança e defesa dos países europeus, mas também sem atentar contra os usos e costumes dos povos acolhidos no seu seio.
Tenho para mim que a simples proibição do uso de roupas, como o véu, burca, hijab, etc., não serve como solução eficaz e eficiente, pois só vai servir, antes, como motivo de revolta por parte daqueles povos, os quais desejam que as suas tradições sejam respeitadas. Se acaso eu tivesse necessidade de ser acolhido num país islâmico, não quereria nem desejaria que me obrigassem a vestir à moda deles.»
É importante que não se percam as boas tradições e o culto pelos valores tradicionais e históricos. Se assim não for seremos todos emigrantes mesmo dentro do próprio país de nascimento.
Posted by
A. João Soares
at
15:46
0
comments
Labels: costumes, emigrantes, história, tradições
domingo, 20 de maio de 2007
Como se cozia o pão na aldeia
CHAVEIRA de CARDIGOS
Vou recordar como era antigamente o Forno De Cozer O Pão na nossa Aldeia.
Casy Marques – Canadá, in «Portugal Club»
Recuando uns anitos, melhor uns trinta a quarenta e poucos, para ser mais preciso, vou recordar o que era o forno da aldeia, o cozer da broa. Era uma pequena festa e também um sinónimo de ajuda e de partilha.
Logo na cedência do fermento era feito, uma cadeia, pois tinha-se o cuidado de ter a malguinha de enzima para ceder a quem iria cozer. Curioso que cozia-se o pão em grandes quantidades e " emprestava-se ". Assim, tinha-se para dar e restituir o que já havia sido pedido. Era uma forma de se ter sempre pão fresco, sem dúvida, um sinal de uma partilha e ajuda muito grande.
Com a chegada dos " trigos ", o cozer o pão de milho, foi caindo em desuso. Foi-se perdendo a tradição, apesar de que nos dias de hoje, todas as padarias mantêm o pão de milho, nas suas bancas.
Actualmente, são muito poucas as famílias que utilizam o forno comunitário. É que não é só cozer o pão! É preciso aquecer o forno (com bastante lenha) e previamente há que amassar o pão, deixar fintar, tender... e esperar que a saborosa broa fique cozida. Tudo isto, de uma forma ainda muito artesanal, muito demorada. A vida de hoje não nos possibilita esta morosidade! Além do mais, temos o padeiro, logo pela manhã!
Para quem cresceu a partilhar este sítio e tudo o que envolvia o cozer da broa de milho, fica sempre com os sabores e cheiros desse tempo, sendo por isso, este lugar recordado com carinho, mesmo apesar de ser pouco utilizado.
Quem não se lembra das bolas de sardinha, bacalhau, e carne na massa de milho, que ainda hoje são um petisco invejável?
Posted by
A. João Soares
at
06:03
3
comments
Labels: tradições
