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segunda-feira, 4 de novembro de 2013

AUSTERIDADE, GASTOS COM ADVOGADOS, CORRUPÇÃO ???


Não esperava que, em ambiente de austeridade em crescimento, apesar das promessas de mais de dois anos, deparasse com a notícia Governo bate recorde em gastos com escritórios de advogados. Este recorde não estava nas previsões da maior parte dos portugueses que já tiveram de abrir mais furos no cinto, para o poder segurar à volta das vértebras descarnadas.

Isto suscita as seguintes interrogações:

Quem sofre e quem ganha com a AUSTERIDADE?
Para que servem tantos homens de Direito no Governo, no Parlamento e nas autarquias? Será apenas para canalizar os processos para os seus escritórios e dos seus maiores amigos?
Até quando continuará este esbanjamento do dinheiro público?
O que impede de moralizar o funcionamento dos serviços públicos, passados mais de dois anos?

Imagem de arquivo

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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A Natureza agradece




Transcreve-se o texto para ter mais efeito, por maior rapidez e facilidade de leitura:

Sabes quem sou?
Sou alguém com quem convives diariamente… Alguém que apenas deseja o melhor para ti, o essencial na tua vida, porque, sem mim, não conseguirias viver. Mas… para meu infortúnio, não respeitas o que te dei. Se te dou estas maravilhosas paisagens, plenas de cor e abundância, porquê me devolves tudo isto [lixo, destroços, ruínas, poluição]…?Porquê, quando apenas te dei criaturas plenas de vida? Será que não gostas delas? Não te merecem respeito? Porquê, se te dei apenas vida… É esta a herança que pretendes deixar para os teus filhos? Faz algo por mim, por ti e por todos nós. Se não o fizeres…quem o fará…? Se não for feito agora…quando o será? Apenas me devolves morte…?
OBRIGADO!
OBRIGADO!
OBRIGADO!!!
A Natureza

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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Crise definida claramente por um político



Segundo o Deputado Mr Bloom, no Parlamento Europeu em Estrasburgo, em 11 de Maio de 2011, a regra das pessoas e dos países deve ser não gastarem mais dinheiro do que aquele que recebem. Os políticos ficam estupidamente surpreendidos quando os países se endividam, mas as dívidas são contraídas porque os políticos, ridiculamente ignorantes e incompetentes, gastam persistentemente mais dinheiro do que aquele que recebem de impostos, mais dinheiro do que aquele que alguma vez poderão cobrar de impostos. E para maior desgraça, a grande fatia desse dinheiro é simplesmente desperdiçada.
E os políticos em conivência com os bancos centrais usam abusivamente a máquina de imprimis dinheiro. Se um cidadão tivesse uma máquina de fazer dinheiro tratava-se de um crime, mas os políticos e os seus bancos centrais ficam ao lado de tal legalidade. E daqui resulta a imoralidade de serem os cidadãos comuns a arcar com as consequências de tais erros dos políticos, a sofrer o resultado da falência do Estado.

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Qual o Futuro de Portugal ?

Por conter temas de reflexão que ajudam a compreender as causas do afundamento na crise actual e por ajudar a reflectir no percurso que terá de ser d´seguido para termos um futuro menos dramático que o presente, transcreve-se a notícia seguinte que refere à intervenção intitulada “Portugal, Que futuro?”, que António Barreto proferiu na Academia de Ciências.

Barreto acusa governantes de omitirem factos que levaram à quase bancarrota
Público. 10.10.2011 - 17:34 Por Lusa

O sociólogo e ex-ministro António Barreto fez hoje duras críticas aos dirigentes que governaram Portugal nos últimos anos, acusando-os de iludir a realidade e omitir factos que contribuíram para as dificuldades em que o país se encontra.

“A verdade é que se escondeu informação e se enganou a opinião pública. A acreditar nos dirigentes nacionais, vivíamos, há quatro ou cinco anos, um confortável desafogo”, afirmou o também presidente do conselho de administração da Fundação Manuel dos Santos, num discurso que fez em Lisboa.

Depois de uma situação que permitia “fazer planos de grande dimensão e enorme ambição”, passou-se, “em pouco tempo, num punhado de anos”, a uma “situação de iminente falência e de quase bancarrota imediata”, acrescentou António Barreto na intervenção intitulada “Portugal, Que futuro?”, que proferiu na Academia de Ciências durante a inauguração do 2º ano lectivo do Instituto de Estudos Académicos para Seniores.

“Ainda hoje não sabemos as causas e o processo. Ainda hoje não conhecemos a origem exacta dessa terrível aceleração dos défices e das dívidas”, afirmou, reconhecendo que, se as “causas externas” são, “em parte, responsáveis”, a maioria dos países ocidentais não está na mesma situação que Portugal.

“Algo se passou mais, em nossa casa. Ou fizemos menos, ou fizemos pior. Ou não nos preparámos. Ou não cuidámos da nossa fragilidade. E o facto de saber que dois ou três outros países vivem dificuldades semelhantes, mais ou menos graves, não é suficiente para nos desculpar”, sustentou.

E prosseguiu, apontando que “há países e governos, a começar pelo nosso, que foram imprevidentes, complacentes e irresponsáveis". "Pode ser grande a origem externa das nossas dificuldades. Mas a verdade é que é isso mesmo o que se pede aos governantes: que prevejam dificuldades, que previnam problemas e que protejam os seus povos durante as tempestades”.

“Tivemos exactamente o contrário: as autoridades acrescentaram às dificuldades, não só pelas suas decisões, como também pelo seu comportamento teimoso e abrasivo”, opinou António Barreto, 69 anos, ministro do Comércio e do Turismo e depois da Agricultura no primeiro governo constitucional, que tomou posse em Setembro de 1976.

Numa tentativa de resposta à pergunta que lhe foi proposta como título da intervenção, afirmou: “Temos evidentemente um futuro. Mas não sabemos qual. Esse futuro depende cada vez mais de outros, dos vizinhos, do grupo do Euro, da União Europeia, dos Estados Unidos e até do resto do mundo”.

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