sexta-feira, 28 de abril de 2023

CONVÉM CONTROLAR AS ARMAS

(Public em  DIABO nº 2417 de 28-04-2023. pág 16, por António João Soares) 

O Presidente dos Estados Unidos da América, segundo notícia de 17 de abril, insiste em restringir o uso de armas após vários tiroteios recentes. A violência não traz verdadeiro benefício a ninguém, a não ser aparentemente, após a sua criminosa realização. Infelizmente para a realidade social, está generalizado o aumento do ódio, da raiva, da discórdia, como loucura de muita gente, quer em funções políticas quer por terroristas quer, entre jovens, quer mesmo entre familiares. Tais crimes têm recorrido a armas de fogo e a utensílios domésticos, causando mortos por tiros ou por esfaqueamento. 

E a Justiça não tem agido eficazmente para terminar com tais brutalidades, actuando com rapidez e severidade contra os criminosos, de forma desmotivar tais crimes contra as vidas e de modo a contribuir para a implantação de um clima de paz e de harmonia social no bom relacionamento de todos os seres humanos e na solução pacífica pelo diálogo e bom entendimento dos conflitos, mesmo dos menores, evitando o seu agravamento até às atitudes selvagens da violência contra os direitos humanos. 

E os altos políticos têm contribuído para a actual degradação da sociedade, com guerras e, em certos casos, apoiando o terrorismo e outras brutalidades, sem o mínimo respeito pelos direitos humanos.

Isto não pode continuar a agravar-se e há que encarar a vida humana com o máximo respeito ético e social. A Educação tem por missão educar as crianças para a vida social e a igreja tem o papel de orientar os fiéis para a harmonia e o bom relacionamento, expondo os conselhos da segunda parte do Pai Nosso e outros preceitos bíblicos. «Amai-vos uns aos outros», etc.

Outra notícia que se enquadra neste espírito de paz universal diz que o Presidente do Ruanda promete dar apoio militar a Benim contra o terrorismo. Também a ONU e a União Africana decidiram coordenar esforços para reduzir a crise no Sudão. É bom que as altas entidades mundiais e do respectivo continente se aliem para garantir um futuro melhor para os diversos Estados que se encontram com problemas de segurança e que carecem de apoios internacionais que os ajudem a colocar na ordem insurrectos que impedem a paz e a harmonia. A paz e a segurança da população merece que toda a humanidade civilizada e eticamente correcta garanta apoio contra grupos possuidores de armas que não as sabem utilizar com respeito pela ordem e que destroem a vida pacífica de um povo.

As armas de fogo que representam perigo quando utilizadas por pessoas alheias às Forças Armadas e às Forças de Segurança não devem estar ao alcance de pessoas que não pertencem a estas instituições. Quando houver pessoas com situações de perigo em que seja considerada necessária a posse de uma destas armas deve obter diploma de «uso e porte de arma» depois de provar ter capacidade para a usar com segurança para si e para terceiros. E, à mais pequena prova de que não teve com ela os cuidados indispensáveis, ela é-lhe retirada, bem como o diploma que possuía. Deve ser exercido um controlo muito apertado que garanta a impossibilidade de constituição de grupos terroristas ou outro género de malfeitores.

 Pretende-se, assim, impedir os tiroteios que, além de inconvenientes, nada resolvem para bem da segurança da população e, portanto, do desenvolvimento político ou económico nacional.

 Haja paz e harmonia social.


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sexta-feira, 21 de abril de 2023

A NOSSA ECONOMIA CARECE DE ESTRATÉGIA INOVADORA

(Public em  DIABO nº 2416 de 21-04-2023. pág 16, por António João Soares)

Em artigos recentes neste semanário, o inteligente e experiente Henrique Neto elogiou dois grandes empresários nacionais Rui Nabeiro e Aníbal Henriques Abrantes que inovaram tecnologias para desenvolver as suas empresas e tirar delas os melhores resultados para bem da economia nacional. Tal como esses notáveis portugueses souberam criar novas ideias, novos produtos e novas tecnologias que tornaram possível que os portugueses passassem a viver mais tempo e em melhores condições, também agora precisamos de empresários que modernizem a sua estratégia por forma a termos melhores soluções e deixarmos de viver com medo crescente das alterações climáticas.

Agora, vivemos dominados por ideias estranhas sem racionalidade como, por exemplo o medo do lucro, ignorando que, sem ele, não pode haver crescimento económico, nem melhores salários nem justiça social. Segundo Neto, foram os lucros que permitiram a Nabeiro realizar notável obra social e a Abrantes adquirir as máquinas e as tecnologias que contribuíram para transformar a indústria portuguesa. A actual demonização do lucro, representa um passaporte certo para a pobreza. A maioria das empresas portuguesas actuais têm uma estratégia mal configurada, arrastando-se com dificuldade, com preços superiores aos praticados na União Europeia e vivendo à custa do amiguismo dos governantes.

Curiosamente, no meu artigo de 03 de março, a propósito do combate às alterações climáticas cuja causa principal são as radiações electromagnéticas que, ultimamente, têm tido um crescimento brutal e que afecta o funcionamento dos factores espaciais que envolvem o nosso planeta. Com o sistema actual, cada ponto do espaço é permanentemente atingido por biliões de radiações. E estas estão a multiplicar-se continuamente. Como pode ser eliminada esta causa da péssima meteorologia? Ninguém terá coragem nem possibilidade de a eliminar pois iria combater muitos interesses de pessoas de todos os níveis sociais. E os poderosos da indústria não permitiriam ser privados das vantagens que a moderna tecnologia lhes faculta.

Para resolver esta crise, há que mover esforços e pressões para serem procuradas tecnologias mais adequadas às actuais necessidades, sem ter de enfrentar os inconvenientes que hoje ameaçam com o excesso ou o mínimo de temperatura, ou seca que destrói todo o ser vivo ou a chuva e as inundações que afogam tudo o que é vida, provocam derrocadas e deslizamento de terras, com perigo para a economia e para as pessoas, principalmente as mais idosas, ou deficientes.

Precisamos que sejam criadas novas tecnologias que se apliquem à simplicidade própria do século passado, sem nos privar das vantagens daquelas a que já estamos habituados. Essas inovações serão possíveis antes de chegarmos à eliminação da humanidade? Oxalá, que sim.

Há que inovar de forma a continuarmos a viver sem necessidade desse veneno de poluição atmosférica constituído por radiações electromagnéticas. Como dispensar os automatismos apoiados na comunicação de comandos electrónicos, a chamada inteligência artificial, dependente das comunicações online, o uso intensivo da Internet, etc? Prevejo que seja muito difícil passarmos a viver sem recurso a tais ferramentas, mas sem as dispensarmos, provavelmente, a humanidade não resistirá às condições que a natureza meteorológica nos continuará a impor de forma cada vez mais agressiva. Espero que surjam cientistas capazes de encontrar formas de continuarmos a obter resultados satisfatórios, sem o perigo que estamos a causar ao ambiente espacial e que agora apresenta dificuldades para continuarmos a viver da forma como estávamos a gostar.

Para termos um futuro mais risonho temos que suportar o esforço de o construir.


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sexta-feira, 14 de abril de 2023

HUMANIDADE EM DEGRADAÇÂO PRECISA DE LÍDERES EFICIENTES

(Public em  DIABO nº 2415 de 14-04-2023. pág 16, por António João Soares)

As notícias continuam a referir, com uma frequência preocupante, as faltas de respeito pelos direitos humanos e demasiada ausência de autoridade que aplique uma acção policial e judicial que reponha a ética ausente nas mentes de muitas pessoas. Além de respeitar o semelhante ter deixado de ser um hábito de educação, deixou de haver boa convivência quer dentro da família quer no acatamento das intervenções dos agentes das Forças de Segurança. Havendo muitos casos em que os agentes da polícia não são respeitados e até são agredidos por pessoas mal comportadas.

Curiosamente, os políticos que, pelo cargo, deviam sentir-se na obrigação de conter a degradação actual e recuperar os hábitos cívicos da época anterior à presente degradação social, mostram-se desatentos ao que se está a passar. Por exemplo, a quantidade de acidentes rodoviários, mostra que muitos condutores perderam o respeito pelos outros utentes da estrada e até pela própria vida que é posta em perigo pela falta de cuidado com que se comportam na via pública. Esquecem que mais vale prevenir do que remediar e que o muito cuidado não traz perigo.

Quanto à insegurança rodoviária, é indispensável que se cumpram as leis dos movimentos na via pública. Alguns dos atropelamentos, podem ter sido originados por distração do peão e isso é mais difícil de evitar pelo legislador; talvez possa ser reduzido o perigo se os familiares tiverem mais cuidado com as crianças e com os adultos menos sensatos e conscientes. Há idosos sem capacidade de concentração para evitar actos perigosos e esses necessitam da companhia de apoiantes que lhes evitem tais perigos e outros que possam ocorrer. Quando se é atropelado a atravessar na passadeira, nesse caso deve ser bem averiguada a aplicação de pena que sirva de exemplo para evitar novos casos.

Uma notícia brutalmente chocante é de, nos Açores, um homem ser suspeito de abusar sexualmente da filha de quatro anos. A sexualidade tem sido objecto de discussão e foi perdido o respeito quanto aos direitos sociais. Mas a igualdade entre as pessoas de género diferente, pode ser respeitada no comportamento social, mas, quanto ao acto sexual, deve ser realizado apenas com o consentimento livre e consciente das duas partes, sem violência.

 Entre as pessoas, na vida comum, existem casos de horrível violência, com uso de armas cuja posse devia ser proibida e com frequentes esfaqueamentos brutais que, além do perigo de morte, provocam limitações na vida corrente e, quando no rosto, destroem a aparência para o resto da vida. E o mais chocante é que tais atitudes são muitas vezes praticadas contra familiares. É muito degradante a situação a que se chegou em que a falta de respeito pela vida alheia nem sequer poupa os irmãos e os ascendentes, que devem merecer um carinho especial.

O rigor da aplicação da Justiça não está a ser suficiente como medida preventiva para uma convivência mais pacífica e harmoniosa. E, nisso, o Governo deve ter responsabilidade e actuar de forma o mais eficaz possível. Também a Educação tem responsabilidade em criar um relacionamento mais adequado a uma melhor moral social. Nos tempos em que existia o Serviço Militar Obrigatório, a disciplina militar era um complemento muito eficaz da educação escolar. Mas tal acção disciplinadora foi eliminada e devia ter sido compensada de forma eficaz no que respeita à ética, à disciplina e ao perfeito sentido de Estado que é eticamente exigente e indispensável para o bom relacionamento social de forma harmoniosa e pacífica.

Os que mais responsáveis deviam ser pelo comportamento social deviam ser os Governantes, quer no seu comportamento pessoal quer na acção exemplar perante a função pública.

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quinta-feira, 6 de abril de 2023

A ÁGUA É INDISPENSÁVEL PARA A VIDA


(Public em  DIABO nº 2414 de 06-04-2023. pág 16, por António João Soares)

Com a situação meteorológica actual, na sequência das variações climáticas, a água, que é um valor insubstituível para a vida humana e tem que merecer a máxima preocupação dos responsáveis de qualquer nível social. Quem dispõe deste precioso valor, deve ser muito económico no seu consumo e evitar gastar mais do que o estritamente indispensável, não abrindo a torneira mais do que o absolutamente necessário e não ter a torneira aberta, além do tempo conveniente. Mesmo no tocante a medidas de higiene, haverá que rever os hábitos, por forma a não exagerar, porque consumir mais do que o necessário pode contribuir para que haja pessoas a quem ela passe a faltar para o essencial.

As autarquias e outros serviços públicos devem procurar contribuir para que as pessoas delas dependentes sejam económicas e procurem não usar indevidamente este precioso bem, quer em quantidade quer em não lhe prejudicarem a qualidade. A este propósito, lembro que há muitos serviços que podem utilizar água não potável e que deve haver o máximo cuidado em evitar aumentar a poluição de qualquer pequeno curso de água, porque estes vão contribuir para a poluição dos oceanos e, assim, prejudicar as populações de todo o planeta.  

A água é importantíssima para a saúde, para a prevenção e cura de doenças, para a higiene, para o saneamento da área em que vivemos e exercemos toda a nossa actividade. Mas, como devemos sempre ter presente a sua economia, convém pensar de cada vez que a vamos consumir, qual a forma de sermos o mais económicos possível.

 Mais de 70% do corpo humano é composto de água, sendo ela responsável pela regulação da temperatura do corpo, por levar os nutrientes, como oxigênio e sais minerais até às células e expulsar as substâncias tóxicas, e pela proteção do organismo, entre várias outras funções. Há pouco tempo queixei-me a uma enfermeira de estar com prisão de ventre e ela explicou que, certamente estava a beber pouca água e devia beber já bastante água a fim de regularizar o funcionamento do cólon rectal. Fiz isso e resultou. E, agora procuro não esquecer a necessidade de usar água regularmente. 

Procurando a difusão destes dados e a transformação do saber em prática, mostrando à sociedade que todos devem ajudar a construir um mundo sustentável a partir do conhecimento, da mudança de posturas e do compromisso com a cidadania. Os municípios, as escolas e os serviços públicos devem distribuir informações sobre a importância da água nas nossas vidas, os perigos da escassez e uso consciente da água, de forma que todos os cidadãos se consciencializem da importância da preservação dos recursos hídricos.

 A maior parte do planeta Terra é formada por água, cerca de 70 %, porém desse percentual o maior volume corresponde a água salgada e somente 2,5 % é composto por água doce. 

Dada a importância da água, não apenas para a vida humana, mas também para todos os seres vivos, animais e vegetais, e perante as actuais variações climáticas, todos devemos poupar este precioso líquido e evitar a sua poluição, a todos os níveis. Presentemente a ONU está a lançar o alerta da necessidade de acabar com os lixos que poluem as águas oceânicas. Há vastas superfícies oceânicas onde as embarcações têm dificuldade em navegar perante a espessura de lixos, na maioria plásticos que exigem a sua eliminação por serem resistentes aos efeitos da humidade.

Tem que haver muito cuidado, com as águas sujas que expelimos, a fim de não levarem pequenos componentes que depois se unem a outros e invadem rios e mares.

Mais de 70% do corpo humano é composto de água, sendo ela responsável pela regulação da temperatura do corpo, por levar os nutrientes, como oxigênio e sais minerais até às células e expulsar as substâncias tóxicas, e pela proteção do organismo, entre várias outras funções. Há pouco tempo queixei-me a uma enfermeira de estar com prisão de ventre e ela explicou que, certamente estava a beber pouca água e devia beber já bastante água a fim de regularizar o funcionamento do cólon rectal. Fiz isso e resultou. E, agora procuro não esquecer a necessidade de usar água regularmente. 

Procurando a difusão destes dados e a transformação do saber em prática, mostrando à sociedade que todos devem ajudar a construir um mundo sustentável a partir do conhecimento, da mudança de posturas e do compromisso com a cidadania. Os municípios, as escolas e os serviços públicos devem distribuir informações sobre a importância da água nas nossas vidas, os perigos da escassez e uso consciente da água, de forma que todos os cidadãos se consciencializem da importância da preservação dos recursos hídricos.

 A maior parte do planeta Terra é formada por água, cerca de 70 %, porém desse percentual o maior volume corresponde a água salgada e somente 2,5 % é composto por água doce. 

Dada a importância da água, não apenas para a vida humana, mas também para todos os seres vivos, animais e vegetais, e perante as actuais variações climáticas, todos devemos poupar este precioso líquido e evitar a sua poluição, a todos os níveis. Presentemente a ONU está a lançar o alerta da necessidade de acabar com os lixos que poluem as águas oceânicas. Há vastas superfícies oceânicas onde as embarcações têm dificuldade em navegar perante a espessura de lixos, na maioria plásticos que exigem a sua eliminação por serem resistentes aos efeitos da humidade.

Tem que haver muito cuidado, com as águas sujas que expelimos, a fim de não levarem pequenos componentes que depois se unem a outros e invadem rios e mares.


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