A propósito das ameaças de aumento do IVA, Marques Mendes alerta o PM que «não podem ser os contribuintes a pagar o desleixo governativo". E diz que:
«Se há uma derrapagem na despesa cortem na despesa e não nos contribuintes»
«O aumento do IVA não estava previsto para 2014»
«se fizermos bem as contas percebemos que há uma almofada este ano. Porque a receita está a crescer mais do que estava prevista. Há uma folga de mil milhões de euros no final do ano»
«Pode haver um buraco devido às gorduras do Estado. No primeiro semestre deste ano a despesa total devia estar a reduzir-se em 3,9% e está a subir 0,6%, há um descontrolo. Os ministros são pouco poupadinhos. Se há uma derrapagem na despesa cortem na despesa, não podem ser os contribuintes»
Ver também aqui: “Há folga de mil milhões de euros para tapar buraco no final do ano”
«Não podem ser os contribuintes a pagar a ineficiência, o desleixo dos ministros»
“Neste momento há uma guerra em perspectiva dentro da coligação. O PSD estuda um aumento do IVA e o CDS-PP opõe-se terminantemente”.
“O governo não pode andar a fazer uma coisa e dizer outra, com avanços e recuos”
“São sempre os contribuintes e consumidores a pagar o desleixo governativo”
“Mas país não pode aceitar mais aumentos de impostos nem há razões que o justifiquem”
Isto é reforçado pelo presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CPP), João Vieira Lopes, que defende que um aumento do IVA vai “prejudicar o consumo e a recuperação da economia”
“tudo o que seja aumentar impostos, tirar poder de compra e subir os preços vai ter efeitos negativos”.
Acerca do aumento do IVA sugere-se a visita ao post de 01 -09-2010 «Justiça Social ???»
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domingo, 24 de agosto de 2014
MARQUES MENDES ACONSELHA PASSOS
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quinta-feira, 1 de maio de 2014
AUMENTAR O IVA É UMA DECISÃO GRAVE
Essa frase cingia-se ao facto de o IVA não respeitar escalões de rendimento dos contribuintes, como é normal na grande maioria dos impostos. Mas o que parece socialmente mais grave é que constitui uma taxa que é aplicada à totalidade dos rendimentos de um trabalhador que recebe o salário mínimo, mas apenas é aplicado a uma pequena fracção dos proventos de grandes capitalistas que não precisam de gastar a totalidade dos seus rendimentos que destinam maioritariamente a poupança investida na bolsa, cá ou no estrangeiro em paraísos fiscais.
E assim de aumenta o fosso social e depois há quem diga que a vida das pessoas não está melhor mas a do pais (políticos, ex-políticos, banqueiros e outros ricaços ?) está muito melhor, e por este andar, segundo tal conceito, continuará a estar cada vez melhor e a haver mais ricos com maiores fortunas, enquanto a fome e a miséria destrói muitas vidas.
As pessoas não devem ser esquecidas e até devem constituir a maior preocupação em cada decisão governamental ou legislativa. À contabilidade não deve ser dada a prioridade absoluta, porque ela não é o verdadeiro objectivo da governação que se destina a zelar pela qualidade de vida das pessoas, dos contribuintes, dos eleitores.
Os links seguintes referem o mesmo tema
A LÓGICA NÃO DEVE SER ATROPELADA
Grandes industriais vs justiça social
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
A LÓGICA NÃO DEVE SER ATROPELADA
Independentemente da proveniência das afirmações, devemos respeitar a lógica e apenas darmos crédito às afirmações que passem no teste do nosso raciocínio. E, se usarmos essa testagem com independência, podemos dar apreço ou evitar afirmações vindas de qualquer sector ou pessoa.
A notícia «PS evita acordo a médio prazo no IRC e só reduz imposto se baixar IVA e IRS» apresenta uma visão muito coerente com a justiça social e a multidão que , com o seu trabalho e o seu consumo faz funcionar a economia.
O aumento do IVA tem sido uma ferramenta de resultado imediato, tal como roubar a carteira ao passageiro ao nosso lado, principalmente se for um idosos ou deficiente sem facilidades de defesa. Ao passo que o IRC afecta os poderosos, aqueles com quem os políticos querem ter «empatias» por daí advir a corrupção, o tráfico de influências, as negociatas, o enriquecimento ilícito e a garantia de tacho depois de receberem a subvenção de reinserção e iniciarem o recebimento da subvenção vitalícia.
O ataque ao IVA já ficou bem salientado na notícia de 01-09-2010 «Soares dos Santos defende redução do IRS e IRC e aumento do IVA» que serviu de mote ao post do mesmo dia «Justiça Social ???» em que se procurou analisar a grande injustiça do IVA Começa por ser flagrante que, o contrário dos outros impostos, este não está organizado em escalões conforme aos rendimentos do contribuinte.
E, pior do que isto, incide sobre a totalidade dos rendimentos dos mais pobres que consomem tudo o que recebem e, mesmo assim passam carências. Mas os mais ricos só sofrem o peso do IVA numa pequena parte do seu rendimento porque o restante é destinado a poupança, investimento, depósito em «offhore», etc.
Seguindo tal raciocínio consta ta no referido «post» que o milionário da notícia «defende os seus interesses e os dos seus pares do topo da lista dos mais ricos e não tem escrúpulos de agravar tragicamente a vida dos mais pobres. Efectivamente, quer aliviar o IRS e o IRC que afectam mais os que têm rendimentos mais altos e não beneficiam os que pouco têm. Pelo contrário, quer agravar o IVA que afecta, por igual (aparentemente), todos os consumidores desde o mais pobre que apenas compra um pão para enganar a fome. Se tal ideia fosse aceite, aumentaria de forma trágica o fosso, já demasiado acentuado, entre os mais ricos e os mais pobres!!!»
Mas a «podridão dos hábitos políticos» (Rui Machete) encarreirou a favor do milionário e desprezou o alerta do autor do post e, hoje vemos os mais pobres a serem saqueados de quase um quarto seu rendimento, enquanto este dura, raramente até ao dia 30, enquanto os mais poderosos apenas recebem uma meiga beliscadela na pequena parte do rendimento que destinam a consumo.
António José Seguro, mantenha-se firme na defesa dos que mais precisam ser defendidos.!!!
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A. João Soares
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sexta-feira, 12 de agosto de 2011
IVA na electricidade e no gás
Por outro lado convinha que os governantes não se esquecessem de que, para reduzir o défice, pode actuar-se em duas quantidades: a das despesas e a das receitas. Mas, infelizmente, eles só estão a ver de um olho e apenas vêm a possibilidade de nos esmifrarem mais impostos. Não olham a sério para as despesas. Não se preocupam com a sugestão dada em 07-10-2010 pelo Conselheiro de Estado citado na notícia Marques Mendes apresenta lista com dezenas de institutos públicos que podem ser extintos.
Todos gostaríamos de ter esperança no futuro, mas por mais que procuremos, não encontramos esteios válidos e credíveis para alimentar um pouco de ânimo para esperar dias melhores. Oxalá surjam estímulos a pensamentos menos pessimistas.
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A. João Soares
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terça-feira, 9 de agosto de 2011
IVA poderá subir dois pontos percentuais
Notícia de hoje diz que Estudo sobre a TSU admite subida do IVA em dois pontos percentuais, o que não surpreende, desde que o segundo ou terceiro mais rico do País a «propôs», segundo a notícia de 01 de Setembro passado Soares dos Santos defende redução do IRS e IRC e aumento do IVA, o que foi referido no post da mesma data Justiça Social ???
Fica-se na dúvida se há real fundamento para a afirmação, que se nos depara com frequência, de que o poder político se submete ao poder económico e fnanceiro.
Alerta-se mais uma vez para os perigos de deixar crescer o descontentamento popular, como está a acontecer em países amigos.
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Labels: descontentamento, IVA
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Grandes industriais vs justiça social
Em 1 de Setembro de 2010, o Público trazia a notícia Soares dos Santos defende redução do IRS e IRC e aumento do IVA, que deu origem ao post Justiça Social de que se transcreve
«…esta proposta de um capitalista não surpreende. Defende os seus interesses e os dos seus pares do topo da lista dos mais ricos e não tem escrúpulos de agravar tragicamente a vida dos mais pobres. Efectivamente, quer aliviar o IRS e o IRC que afectam mais os que têm rendimentos mais altos e libertam os que pouco têm. E, pelo contrário, quer agravar o IVA que afecta, por igual, todos os consumidores desde o mais pobre que apenas compra um pão para enganar a fome. Se tal ideia fosse aceite, aumentaria de forma trágica o fosso, já demasiado acentuado, entre os mais ricos e os mais pobres!!!»
Embora pareça que o IVA, afectando todas as transacções é um imposto justo, não é. Como o pobre gasta tudo o que recebe (quando recebe) em produtos de primeira necessidade e, portanto, o IVA incide sobre todos os seus proventos, fica em situação incomparavelmente mais grave do que a do rico que apenas gasta uma pequena parte daquilo que aufere, indo o grosso dos proventos para investimento, poupança, depósitos em offshore, etc.
Mas esse magnate, apesar da guerra verbal havida com o PM levou a melhor com subidas sucessivas do IVA. E agora já se faz ouvir António Saraiva Presidente da CIP espera aumento do IVA para 24 ou 25 por cento.
Os argumentos atrás apresentados contra esta solução para resolver o défice parecem suficientes, mas juntam-se-lhes vários alertas de numerosos portugueses pensantes e patriotas. Por exemplo:
O Presidente Cavaco Silva sublinhou que os portugueses não podem ter ilusões porque Portugal chegou a uma "situação explosiva" e insistiu na "distribuição justa" dos sacrifícios. E esta não será aquela que os grandes empresários estão a colocar insistentemente na mesa dos governantes.
Francisco Assis, candidato a líder do PS, disse que o partido deve concentrar-se em "produzir um discurso sério ao nível da economia e das questões sociais". "Essas são as questões mais importantes e coloco-as claramente acima de tudo aquilo que tenha que ver com alterações ao nível do sistema político".
Espera-se que o Governo nunca deixe de estar atento às necessidades da maioria da população e consiga evitar que o seu desagrado se torne explosivo, para o que não deve perder de vista os aspectos de justiça social que merecem a maior prioridade. É preciso governar para o Povo e pelo Povo e, sempre que possível, com o Povo, dialogando com as pessoas e com quem esteja perto delas. Por exemplo, na Islândia, está a ser dada voz aos populares através das redes sociais, para a revisão Constitucional.
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segunda-feira, 14 de março de 2011
Golfe mais barato para benefício dos pobres !!!
O Governo baixa IVA aplicado ao golfe para seis por cento. É um bodo aos pobres!!!
Depois de tantas queixas contra a injustiça social, contra o enorme fosso entre os mais ricos e os mais pobres, contra os lucros escandalosos de bancos, seguradoras e serviços públicos enquanto grande parte dos portugueses se alimentam na «sopa do Sidónio», esta medida de aplicar ao golf uma taxa de IVA igual à do pão e da sopa, !!! constitui um acto de «muita justiça» aos mais pobres, que são os maiores utilizadores do golg!!!
O Governo mostra assim que não é esquizofrénico como alguns alvitram, que tem perfeito conhecimento das realidades, as quais assentam na sua conveniência em beneficiar, por todas as formas, os seus amigos mais chegados, os seus cúmplices e coniventes, aqueles com quem pode trocar favores, os que dão significado aos conceitos de corrupção e de enriquecimento ilícito.
É esta a estabilidade política que Francisco Assis pretende manter e desenvolver.
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