
A política deve funcionar, como ciência e como arte, com o objectivo de se preocupar em encontrar as melhores soluções para os problemas que afectam os direitos dos cidadãos à boa qualidade de vida e ao crescimento de PORTUGAL. A Administração Pública de alto nível não pode ser apenas um espectáculo de entretenimento, uma sequência de erros e de débeis tentativas de emendas. Os cidadãos mais esclarecidos não gostam disso e esperam mais eficiência.
Os políticos eleitos pelos cidadãos não podem deixar de assumir o compromisso de cumprir as promessas feitas para conquistar o voto e zelar para uma melhor qualidade de vida e felicidade das pessoas e o maior crescimento da economia nacional. Para isso, devem colocar os interesses pessoais e partidários em segunda prioridade, abaixo dos interesses nacionais, isto é, dos legítimos interesses do povo que os elegeu
Se os governantes devem agir com medidas concretas, lógicas, sensatas e ajustadas à estratégia de longo termo decidida a nível nacional, os deputados têm um papel muito importante no controlo e na crítica às acções do Governo, de modo a que estas não caiam no facilitismo ao sabor de caprichos do momento, ou de sonhos irrealistas ou de pressões pouco sérias de donos da finança e da grande empresa. Mesmo os da oposição devem fazer críticas construtivas para Bem do País, com sugestões e propostas ou projectos de medidas praticas com vista a dois resultados: contribuir para um melhor futuro dos portugueses e criar uma imagem de eficiência e competência que facilite ao seu partido ser alternativa de governo nas eleições seguintes. Tudo isso deve ser positivo, construtivo, e não se ficar pela crítica derrotista e arrasadora. Qualquer assunto mesmo que pareça marginal, deve ser encarado com lógica e coerência nas posições tomadas não descurando interacções e efeitos secundários que prejudiquem o efeito desejado.
Não é com má gestão do dinheiro público, nomeadamente do dinheiro da segurança social, que se mostra respeito pelos direitos humanos dos contribuintes, que se defendem as promessas de campanha eleitoral ou que se contribui para a melhor qualidade de vida da população.
Os governantes, devem assumir a democracia de que tanto falam, não se considerarem donos do país e não fazerem desacatos nas costas do povo que obriguem este a suportar os maus resultados dos erros cometidos com a má gestão pública. São tais erros que geram a austeridade, cortes nas pensões e nos salários e aumento das dificuldades nas escolas, nos tribunais, na saúde, nos serviços públicos. Não devem atropelar desumanamente os direitos das pessoas, em vez de melhorar a sua qualidade de vida e fazerem crescer PORTUGAL Acerca da Segurança Social, não devem ser ignoradas as opiniões de duas pessoas notáveis da área do Governo
A opinião geral é que estamos a deslizar numa rampa que nos leva ao abismo e é preciso uma ruptura.no sistema político-social. A má vontade contra idosos, reformados e outros «não activos» ou «não produtivos» fazia crer que se tratava de uma «eutanásia» discreta e progressiva, mas esta redução de jovens, de futuros adultos trabalhadores, dirigentes e cientistas, através da emigração; leva as cogitações mais além. Sem uma geração capaz de gerir o futuro de Portugal, o país ficará nas mãos de imigrantes, talvez jihadistas ou chineses, que destruirão toda a história de grandeza dos Descobrimentos da geração que «deu novos Mundos ao Mundo».
Parece que está a tornar-se urgente uma ruptura que acabe com o actual regime partidário e dê oportunidade a Portugueses que, movidos por valores de humanidade, de cidadania, de responsabilidade para com a memória da nossa história, se desprendam das ambições pessoais e se preocupem prioritariamente com a reconstrução do Portugal de que todos nos possamos orgulhar. Precisamos do Conde de Aviz, do D.João II, do D.Jáo IV, do Marquês de Pombal e de outros em quem poder não teve a morte.
A tendência actual é para o desastre total. Cada líder gosta de se rodear de pessoas que lhe obedeçam sem fazer objecções, e evitam pessoas esclarecidas, moralmente bem formadas que pudessem ajudar a fazer «Mais e Melhor por Portugal». Depois, de entre essas pessoas de baixa condição moral e cultural, sai o líder seguinte que usa o mesmo procedimento e, assim, se caminha para líderes cada vez menos competentes e de menor qualidade. Isto será assim...até que haja uma paragem, uma reflexão esclarecida de que resulte uma reforma na sociedade e se escolham os cidadãos mais capazes.
O sistema financeiro também precisa de muita atenção. Empresas públicas pagam, com o nosso dinheiro,aos bancos mais do dobro do que o total dos salários do seu pessoal. O dinheiro público não é apenas destinado a pagar luxuosamente aos incompetentes do Poder, mas também para enriquecer os detentores do sistema financeiro que, como reles parasitas, esmifram o mais que podem, com o consentimento e o apoio de tais incompetentes. O caso BPN foi esclarecedor, tendo sido vendido por apenas 1,8% do custo já pago pelo Estado e que ainda não parou de aumentar. E, este sumidouro ainda não está bloqueado ao ponto de o Tribunal de Contas alertar que BPN poderá trazer mais custos para o Estado.
A.João Soares. 12-08-2014
Imagem de arquivo
terça-feira, 12 de agosto de 2014
É URGENTE COMEÇAR A PREPARAR O FUTURO
Posted by
A. João Soares
at
20:36
9
comments
Labels: Democracia, dinheiro público, Futuro, gestão pública, política, reforma
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
A REFORMA É UM DIREITO, É PROPRIEDADE DOS REFORMADOS
Posted by
A. João Soares
at
16:16
0
comments
Labels: A J Seguro, reforma
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Reforma do Estado é problema nacional
Do muito que tem sido publicado conclui-se que a reforma do Estado não pode ser um remendo colocado por capricho do actual Governo, mas constitui uma necessidade, um imperativo nacional e deve ser levada a cabo com o objectivo claramente definido de sair da crise, evitar cair noutra de causas semelhantes, dar aos portugueses melhor qualidade de vida com bons apoios de educação, de saúde, de justiça, de equidade social, de segurança e de garantia de emprego.
Para isso, é estranho que agora o líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, diga que o seu partido se mantém disponível para "aproximar posições" com os partidos oposição. Isso não poder ser aceite como uma concessão da coligação no Poder, pois a reforma, para ser eficaz e duradoura, deve ser fruto de convergência de esforços de todos os partidos e forças vivas. Não são aconselháveis avanços e recuos a bel-prazer de partidos que subam ao Governo.
Está no caminho certo a Presidente da AR, Assunção Esteves, quando defende uma carta de intenções em que os partidos parlamentares clarifiquem o objecto da comissão de reforma, em que haja boa-fé garantida à partida pela explicitação do objecto da comissão.
Além do objectivo da reforma, é preciso, a seguir, traçar as linhas estratégicas gerais a que devem obedecer as medidas práticas indispensáveis: tornar o Estado e a administração pública e autárquica, mais simples sem burocracias desnecessárias, mais barato, mais eficaz, tornando extensivos os apoios atrás referidos a todos os cidadãos, por meio de uma justiça social que reduza ao mínimo os explorados e carenciados, crie um tecto para as pensões de reforma douradas, e use o salário mínimo como medida de cálculo e de expressão dos salários e mordomias dos funcionários públicos e dos políticos.
Imagem de arquivo
domingo, 10 de junho de 2007
Segurança Social. Tapar o sol com uma peneira
Relatório OCDE
Vieira da Silva desdramatiza os números da OCDE
O ministro do Trabalho e da Solidariedade Social defendeu hoje que o relatório da OCDE provou que, com as novas regras, o sistema de Segurança Social caminha para a sustentabilidade
José Vieira da Silva disse à agência Lusa que o estudo não fala numa redução das reformas reais, mas sim do que vai acontecer às pensões de reforma com as regras actuais em comparação com o que aconteceria se as regras antigas continuassem em vigor e obrigassem ao pagamento de pensões que o sistema não teria capacidade de comportar.
«Aquilo que o estudo diz não é que as reformas vão baixar, é que se houvesse uma manutenção das actuais regras para a formação das reformas, os portugueses daqui a 30 ou 40 anos teriam uma determinada pensão, e com as novas regras elas seriam mais baixas, mas eu reforço a palavra teriam. Teriam se o sistema as pudesse manter e essas são reformas teóricas, são a forma de cálculo que hoje em dia poucos portugueses chegam lá por não terem uma carreira contributiva tão longa quanto isso», explicou o ministro.
O estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), divulgado quinta-feira depois de uma análise às reformas da Segurança Social nos vários países membros, destacou Portugal (a par do México) como um dos países onde as expectativas de pensões mais se reduzirão, em virtude da introdução das reformas da Segurança Social que passam pelo aumento da idade da reforma e de novas regras para o cálculo das pensões.
De acordo com o estudo, o valor das pensões em Portugal deverá descer, em média, mais de 30 por cento face às expectativas iniciais dos portugueses antes do Governo iniciar a reforma da Segurança Social.
Lusa / SOL
NOTA: Os nossos governantes, embora sem explicações credíveis, afirmam sempre que instituições internacionais e nacionais independentes (como o Tribunal de Contas, por exemplo) estão erradas. Eles é que sabem! E os resultados ficam depois à vista. A crise continua dramaticamente, apesar de nos obrigarem a apertar o cinto durante tanto tempo. Mas, entretanto, não faltam notícias de reformas milionárias acumuladas nos bolsos de ex-políticos.
Já é altura de permitirem que os cidadãos decidam optar pelo desconto para a Segurança estatal ou gerir o seu próprio futuro. Muitos reformados que dispõem de uma pensão exígua, poderiam ser quase milionários se lhes tivesse sido permitido gerir aquilo que lhes foi descontado. Hoje há sistemas de gestão de poupanças muito convidativos. Para isso também daria jeito um ensino de matemática que ajudasse as pessoas a tomar decisões adequadas.
Posted by
A. João Soares
at
06:21
0
comments
