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domingo, 6 de abril de 2014

PROMESSAS, PROMESSAS... ESPERAM CONCRETIZAÇÃO


A notícia vinda hoje a público «Líder do PS recusa um interior transformado em "mar de idosos e desempregados"» sugere algumas reflexões. Na verdade, evitar a desertificação do interior é uma boa intenção. Mas «de boas intenções está o inferno cheio». Para os lados de Vila de Rei, no centro do País, foi feita, há poucos anos, uma tentativa de repovoar e desenvolver com imigrantes brasileiros, mas não consta que o resultado tivesse sido animador. Não bastam boas intenções. São precisos planos bem fundamentados, programados e executados controladamente sem perder de vista a finalidade pretendida. Sem isto não se vai longe.

Ora, é dever de cada português contribuir para o desenvolvimento de Portugal e melhor a qualidade de vida das pessoas que vivem em piores condições. Tal dever tem mais acutilância quando se trata dos partidos políticos. Pode haver receio de as suas sugestões e planos virem a ser aproveitados pelos rivais, de momento no Poder. Mas esse receio não tem fundamento, pois uma sugestão de tal tipo será notícia nos jornais e, se o outro a utilizar, o autor deve aplaudir e agradecer ter sido utilizada a sua óptima ideia publicada nos jornais tal, tal e tal. A concretização da sugestão será propaganda para o seu autor.

Seguro já prometeu «acabar com os sem-abrigo em 4 anos», mas não disse como, não parece ter ideia prática de cumprir tal promessa. Será que estará a pensar, quanto aos sem-abrigo, e aos idosos e desempregados do interior, aplicar a eutanásia já discretamente iniciada pelo actual governo (os números mostram aumento da mortalidade). Certamente terá ideia, não de montar crematórios, mas de recorrer a apoio social a aplicar adequadamente sem compadrio nem discriminação de cor política. Oxalá siga a sugestão aqui esboçada e apresente propostas viáveis para melhorar a vida das pessoas que estão esmagadas por muitos sacrifícios impostos durante anos seguidos.

Os portugueses gostariam de ver ideias práticas, viáveis, para melhorar Portugal e não a repetição das promessas vagas e logo esquecidas a que nos têm tentado habituar.

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

RECUPERAÇÃO... NOS SEM-ABRIGO


Têm surgido comentários de pessoas conceituadas, da área do Governo, como Manuela Ferreira Leite, Bagão Félix, Marques Mendes, Pacheco Pereira e outros a dizer que os governantes estão demasiado obcecados com as contas do défice e da dívida e não conseguem ver as realidades das condições de vida das pessoas.

Essa obsessão ansiosa conduz as palavras dos políticos ao estilo eleitoralista, pensando nos três actos eleitorais do futuro próximo. O termo mais em uso nestes dias é o da RECUPERAÇÃO já em curso, sem se demonstrar o que isso tenha representado de benefício para as pessoas. Estas interrogam-se sobre o que temos andado a fazer desde há quase 3 anos? Para que servem os sacrifícios já feitos e os que pesam como ameaça para os próximos tempos. E isto faz recordar as palavras de Poiares Maduro «compreendo que as pessoas se sentam zangadas com o Governo»

Mas as notícias, por maior que pretenda ser o seu controlo, deixam escapar aspectos da triste realidade. Apesar de se falar em recuperação, os cortes ameaçam continuar e a pobreza aumenta sendo dolorosa a «pobreza envergonhada» de pessoas que já se privaram de tudo e vegetam com todo o género de carências. Os juros da dívida não baixam dos 5%, e agora um estudo da Santa Casa da Misericórdia diz que 5% dos sem-abrigo de Lisboa são licenciados. Será isto o desenvolvimento, a recuperação, o aumento da cultura? Realmente, Augusto Mateus disse que a cultura é essencial para criar riqueza. Mas será ela indispensável nos sem-abrigo, nestas noites de agreste invernia? Será socialmente justo, estar a formar licenciados para depois terem à sua espera os passeios da cidade?

Será que aqueles que se consideram «donos do país» se sentem bem com a sua consciência e continuam a ufanar-se de que estamos em recuperação? Mesmo em campanha eleitoral, é preciso procurar ser mais franco e verdadeiro para com os desejados eleitores. Destes nem todos andam de olhos fechados.

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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Peço desculpa por incomodar

Caros amigos, fazendo parte de um povo maravilhoso, discreto e humilde que foi grande nos anos seiscentistas e hoje vive da boa vontade dos credores, estando a vender o património herdado dos tempos áureos, sem pensar na herança para os vindouros, devemos ler a notícia e admirar a humildade e a boa vontade de muitos nossos compatriotas que não querem incomodar. Refiro-me aos discretos Sem-abrigo: "Escondidos" nas ruas e nas estatísticas.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Número de sem-abrigo tem aumentado

Pedro Cruz, director executivo da Plataforma Portuguesa das Organizações Não-Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD), diz em entrevista ao jornal i que esta está a fazer face a uma nova realidade em Portugal. A entrevista pode ser lida em Solidariedade. “Número de pessoas a viver na rua aumentou nos últimos meses”.

«Muitos dos novos sem-abrigo ou pessoas em dificuldades graves que pedem auxílio são famílias que, até há pouco, pertenciam à classe média baixa. Tinham uma vida estruturada, mas foram atingidas pelo desemprego ou a incapacidade de pagar prestações elevadas, como as de pagamento da casa.»

«A plataforma representativa de 69 organizações não-governamentais não sabe quanto receberá do Estado para ajudar os novos desalojados em 2012»

Para melhor podermos avaliar a desigualdade ou a injustiça social que de que esta situação é sintoma, sugere-se a visita aos posts:

- Fosso entre ricos e pobres na mira da OCDE
- Como enriquecer sem fazer esforço !!!
- Crise é visível nos supermercados
- Subsídio de Natal podia não ser cortado
- Justiça Social ???

Imagem do Ionline

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