Mostrar mensagens com a etiqueta apoio social. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta apoio social. Mostrar todas as mensagens

sábado, 23 de agosto de 2014

IDANHA-A-NOVA TEM UMA BOA AUTARQUIA

IDANHA-A-NOVA TEM UM BOM PRESIDENTE. Na sequência de textos recentes sobre sinais de alterações sociais no sentido de AVANÇAR PARA UMA SOCIEDADE MAIS DEDICADA À QUALIDADE DE VIDA DAS PESSOAS, em que a educação deverá ser o ponto de partida, é com prazer que se depara hoje com a notícia de que a «Câmara de Idanha-a-Nova investiu 410 mil euros no apoio à educação em 2013/2014»

Se a saúde, a segurança, a justiça são aspectos de relevância, a EDUCAÇÃO deve ser a primeira prioridade, por ser o alicerce, a base da formação das pessoas que constituem a sociedade de amanhã. No atletismo, quando se prepara o salto em cumprimento, há dois cuidados prévios: o ponto de chegada em condições de não causar lesões aos atletas e o ponto de partida, o «ponto da chamada», em que assenta o impulso decisivo para o salto.

O Sr Presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto, merece ser apontado como exemplo brilhante, porque , pensando nas pessoas, considera que, "numa altura em que as famílias mais precisam de respostas sociais, estes apoios têm como finalidade implementar em Idanha-a-Nova uma oferta de qualidade na área da educação, desde o berçário ao pré-escolar, ensino básico, secundário, profissional e superior".

A João Soares
Imagem do Ionline

Ler mais...

domingo, 6 de abril de 2014

PROMESSAS, PROMESSAS... ESPERAM CONCRETIZAÇÃO


A notícia vinda hoje a público «Líder do PS recusa um interior transformado em "mar de idosos e desempregados"» sugere algumas reflexões. Na verdade, evitar a desertificação do interior é uma boa intenção. Mas «de boas intenções está o inferno cheio». Para os lados de Vila de Rei, no centro do País, foi feita, há poucos anos, uma tentativa de repovoar e desenvolver com imigrantes brasileiros, mas não consta que o resultado tivesse sido animador. Não bastam boas intenções. São precisos planos bem fundamentados, programados e executados controladamente sem perder de vista a finalidade pretendida. Sem isto não se vai longe.

Ora, é dever de cada português contribuir para o desenvolvimento de Portugal e melhor a qualidade de vida das pessoas que vivem em piores condições. Tal dever tem mais acutilância quando se trata dos partidos políticos. Pode haver receio de as suas sugestões e planos virem a ser aproveitados pelos rivais, de momento no Poder. Mas esse receio não tem fundamento, pois uma sugestão de tal tipo será notícia nos jornais e, se o outro a utilizar, o autor deve aplaudir e agradecer ter sido utilizada a sua óptima ideia publicada nos jornais tal, tal e tal. A concretização da sugestão será propaganda para o seu autor.

Seguro já prometeu «acabar com os sem-abrigo em 4 anos», mas não disse como, não parece ter ideia prática de cumprir tal promessa. Será que estará a pensar, quanto aos sem-abrigo, e aos idosos e desempregados do interior, aplicar a eutanásia já discretamente iniciada pelo actual governo (os números mostram aumento da mortalidade). Certamente terá ideia, não de montar crematórios, mas de recorrer a apoio social a aplicar adequadamente sem compadrio nem discriminação de cor política. Oxalá siga a sugestão aqui esboçada e apresente propostas viáveis para melhorar a vida das pessoas que estão esmagadas por muitos sacrifícios impostos durante anos seguidos.

Os portugueses gostariam de ver ideias práticas, viáveis, para melhorar Portugal e não a repetição das promessas vagas e logo esquecidas a que nos têm tentado habituar.

Imagem de arquivo

Ler mais...

sábado, 8 de dezembro de 2012

Dar prioridade aos gastos sociais

Oxalá o espírito de Natal ilumine a mente dos governantes e que estes pensem na frase do Marquês de La Fayette, «quando o Governo viola os direitos do povo, a insurreição é o mais sagrado dos direitos e o mais indispensável dos deveres». Felizmente, já há sinais de bom senso entre os ministros dos assuntos sociais da UE, na convenção europeia contra a pobreza e exclusão social, em Bruxelas, como se vê na notícia ministros da Europa pedem fim a cortes nos gastos sociais de que a seguir se transcrevem algumas frases:

- "A União Europeia não pode ter uma política de apoio aos bancos, uma política de "nenhum banco fica para trás", e não canalizar dinheiro para as pessoas". Disse Mota Soares.

- "A Europa está a sofrer. Há pessoas sem emprego, sem rendimento, sem esperança. Temos que pensar nisso todos os dias". Disse a ministra dinamarquesa Karen Haekeruup.

- "Queremos que os governos sejam mais honestos em relação às verdadeiras causas da pobreza e tenham coragem de as enfrentar. Fechem os paraísos fiscais, parem com os cortes nas despesas sociais [e] não combatam a pobreza só com caridade." Disse Sérgio Aires, o português que preside à Rede Europeia Anti-pobreza

- "Está na hora de impor sanções aos Estados que não cumprem as metas da pobreza". Pediu Conny Reuter, da Plataforma Social.

- Em França a prioridade são as famílias monoparentais e numerosas e os imigrantes.

- A Irlanda mostra-se preocupada com os sem-abrigo.

- A ministra dinamarquesa sublinhou que a aposta é "em melhorar a qualidade de vida", garantindo subsídios a quem não tem rendimento.

- "O que dizemos é que a despesa social é um investimento". "As pessoas têm que se convencer disto." Rematou Koos Richelle, director-geral do Emprego, na Comissão.

Imagem do Google

Ler mais...