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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Brasil está no bom caminho

Brasil é um dos países emergentes, candidatos a grande potência mundial, pertence aos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e South Africa). A Presidente Dilma Rousseff, está a conduzir o Estado para objectivos dignificantes segundo os melhores conceitos éticos.

Desde Maio já se libertou de três responsáveis governamentais em resultado de alegações de corrupção. Acha que ninguém deve ter responsabilidades de Governo sob suspeita. E, por isso, foi determinada quanto aos «casos de alegada corrupção no Ministério dos Transportes (corrupção e sobrefacturação de obras), Agricultura (gastos irregulares; suspeita de favorecimento de empresas que contribuíram para o partido do ministro, o Partido Progressista), Minas e Energia (pagamentos por contrapartidas), e Cidades (gastos irregulares).

Agora, foram detidos 35 por corrupção, incluindo o «número dois» do Turismo. O mais alto responsável detido no âmbito da “operação Voucher” é Frederico Silva da Costa, o “número dois” do ministério. Estão ainda em prisão preventiva o antigo titular do cargo, Mário Moysés, o secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins da Silva Filho, o antigo presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), Mário Moysés, e vários funcionários do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Infraestrutura Sustentável (Ibrasi), organismo responsável pela formação em turismo.

O Brasil está a dar um bom exemplo que o dignifica como Estado emergente, com justa ambição de Poder Internacional. Se todos os governantes do Mundo se preocupassem com a ética e com as pessoas, não estaríamos a viver uma época de grandes conflitos internos em muitos Estados.

Imagem do Google

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sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Medo versus confiança

É comum ouvir-se que os comportamentos das pessoas e dos Estados são condicionados por duas baias o amor ou confiança por um lado e o medo pelo outro. Se nos deixamos influenciar pela confiança, o relacionamento com os outros é harmonioso e dialogante, se nos deixamos dominar pelo medo o instinto de defesa conduz a desconfiança, agressividade, e reacções menos amistosas.

Na vida internacional, já nenhum estado suporta um vizinho com intenções neo-colonialistas ou imperialistas de domínio e asfixia.

Na América Latina, a Venezuela do Hugo Chávez está a afastar-se da confiança e a aproximar-se do medo que certamente sente e do que faz sentir aos vizinhos. A forma como expressa a sua aversão aos EUA e aos vizinhos mais próximos, começando pela Colômbia, estão cada vez mais visíveis.

E como com vinagre não se apanham moscas, o Brasil mostra estar farto daquele país mais pequeno que está a abusar de ter petróleo. Enquanto internamente «agressões a jornalistas aumenta tensão entre governo de Chávez e imprensa», da parte do Brasil vêm as notícias «Lula da Silva reclama junto de Hugo Chávez o pagamento de exportações brasileiras» e «Senado condena «escalada de autoritarismo» e «perseguição à imprensa livre» na Venezuela» que evidenciam um clima hostil entre os dois Estados e de perigo de conflito entre eles em que a Venezuela poderá sair muito lesada devido às grandes fragilidades apresentadas pelo seu potencial económico demasiado concentrado no petróleo.

Oxalá o computador «Magalhães» vá levar capacidade de raciocínio sensato aos apoiantes de Hugo Chávez, porque se é certo que conseguiu legislação para ser reeleito até à morte, esta pode surgir sem esperar legislação especial. A oposição interna parece ser explosiva e piorará com as repressões à comunicação e à liberdade de expressão. Hoje os povos estão de olhos mais atentos e perspicazes e não toleram tais exemplos de autoritarismo e arrogância. É preciso recordar que mesmo em fins do século XVIII, quando a informação era mais restrita, foi feita Revolução Francesa.

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