Eutanásia ou o fim da humanidade
(Publicado no semanário O DIABO em 24-04-18)
Inicio este texto com a transcrição de desabafo do amigo JCM acerca da EUTANÁSIA:
«… assistimos agora a toda esta polémica no pseudo Serviço Nacional de Saúde! Isto são "tretas" para distrair o pagode. O chamado SNS não existe! Existe sim a execução deliberada, só não vê quem não quer, da política das Esquerdas, de pôr em execução, sem necessidade de legislação, a EUTANÁSIA.
«Quando há hospitais com listas de espera de 5 anos para consultas e intervenções cirúrgicas URGENTES, como classificar? Assassínio? Não podemos, porque o assassínio está muito rigorosamente identificado no Código Penal. Consequentemente, esta decisão de protelar consultas, exames, cirurgias, contratação de profissionais, liquidação de dívidas aos fornecedores e profissionais de saúde, cativação de verbas orçamentadas, etc. etc. vem ao encontro das políticas defendidas pelas Esquerdas que defendem a EUTANÁSIA para resolver os milhões de problemas da maior conquista do 25A (!)! O Serviço Nacional de Saúde que fica complementado com a EUTANÁSIA !!! Assim, sim! As pestes grisalhas são reduzidas à sua expressão mínima, as crianças de todas as idades são deixadas morrer sem assistência nos corredores dos hospitais, tal como se fazia em Esparta nos anos 500 AC !!! E os militares ? Idem idem, aspas aspas! O ministro da dita Saúde bem disse: "Somos todos Centenos!" E os …? Também são Centenos? Pelo andar da carruagem são. Eu não sou! Sou paciente da EUTANÁSIA mas sem intervenção dos Centenos.
«Ouve os comentários e pareceres dos profissionais de saúde vertidos nos canais tv e consegues um artigo de se tirar o chapéu. Tem que ser rápido. Para a semana já os temas serão outros. As Esquerdas são sábias nos disfarces e dissimulações.
«Os carrascos directos estão bem identificados: Os ministros das Finanças, da Saúde e da Segurança Social. Tem graça haver um ministro da Segurança Social quando os doentes morrem como tordos por não serem atendidos nos centros hospitalares e, os que conseguem ser atendidos, não dispõem de meios financeiros para adquirirem os medicamentos!
«Ainda tenho a acrescentar que os "carrascos" são apadrinhados pelos outros "esquerdofrénicos", encabeçados pelos "eleitos" 1º ministro e Presidente desta República!!!...»
A EUTANÁSIA exige legislação muito cuidada e rigoroso controlo para evitar interesses de familiares, Estado, hospitais, serviço de saúde, etc. Recordo o que ouvia na minha infância acerca do crime da poça das feiticeiras, em Ranhados, freguesia vizinha de Viseu, em que um rico proprietário agrícola, na tarde do dia da malha de centeio foi encontrado morto na represa do ribeiro recaindo as suspeitas sobre a filha e o genro que pretenderiam a antecipação da herança do velho.
Mesmo antes de sair lei sobre o assunto, já há procedimentos que podem ser inseridos nas finalidades laterais pretendidas por forças de pressão a favor da EUTANÁSIA, como refere o desabafo do amigo atrás citado.
Os apoiantes da EUTANÁSIA, se a sua filosofia anti-natura, com desprezo pela vida dos outros e sem sensibilidade, tiver aprovação pelo PODER, acabarão por ser eliminados todos os que não produzem riqueza económica nacional, e pesam no orçamento do Estado, por serem idosos, deficientes, desempregados, criminosos, etc. Este novo tipo de pena de morte irá desinfestar a sociedade de «inúteis» que, com a evolução rápida das novas tecnologias, serão a maioria da população.
E depois? Para que serve tal tecnologia avançada se deixa de haver consumidores? Para que servem médicos, porque deixa de haver doentes? Para que servem os hospitais? Para que servem os laboratórios de medicamentos? E para a população tão diminuta daí resultante, para que são necessários tantos deputados, um governo a ocupar tanta gente, tantas instituições, comissões, grupos de trabalho a ocupar tanta gente a consumir tanto dinheiro? Para quê tanto tacho para «boys» e «girls»?
Tal desinfestação acabará na extinção da vida humana no planeta. E ficarão apenas os robots isolados a efectuar os seus programas sem a mínima utilidade, por não haver utilizadores em quantidade adequada.
Afinal para que houve tanto interesse em terminar com a pena de morte? Se a que existia servia apenas para eliminar criminosos, e a que aí vem será aplicada a inocentes, apenas por que não são produtivos e são considerados pesados ao erário, numa sociedade escrava do vil metal e em que não se tem respeito pela vida, o bem-estar e a felicidade das pessoas.
António João Soares
17 de Abril de 2018
terça-feira, 24 de abril de 2018
EUTANÁSIA OU O FIM DA HUMANIDADE
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
Profecia do alemão Carl Friedrich von Weizsäcker
Transcrição de mensagem de e-mail de pessoa idónea.
Há 25 anos ridicularizados, os seus prognósticos tornaram-se hoje altamente preocupantes!
Na sua última grande obra 'Der bedrohte Friede', 1983 Hanser Verlag, Von Weizsäcker previu a queda do comunismo soviético para muito breve. (As pessoas riram-se dele).
O seu prognóstico, quanto ao nível para o qual o vencimento dos assalariados iria cair, quando o comunismo deixasse de existir, foi um choque.
Weizsäcker descreve as consequências da subsequente globalização (embora na altura esta palavra ainda não existisse) tal como ele a imaginava.
1. O número de desempregados vai atingir dimensões inimagináveis, em todo o mundo.
2. Os salários vão baixar para mínimos sem precedente.
3. Com a bancarrota do Estado, todos os sistemas sociais vão desmoronar-se. A começar pelas reformas. A mola real para tal será uma crise económica global de dimensões colossais que será desencadeada por especuladores.
4. Cerca de 20 anos após a queda do comunismo, muitas pessoas vão morrer de fome, na Alemanha.
5. Cresce dramaticamente o perigo de guerras civis, em todo o mundo.
6. A elite governante ver-se-á obrigada a manter exércitos particulares, para se proteger.
7. Para assegurar o seu poder, estas elites depressa vão instaurar o controlo do Estado, isto é, uma ditadura mundial.
8. Políticos corruptos são os fieis cúmplices desta plutocracia.
9. O mundo capitalista exige, como sempre, um nacionalismo (fascismo) como jamais se viu, como garante contra um eventual comunismo em recuperação.
10. Com o intuito de garantir o poder, vão reduzir a população mundial ao mínimo, o que acontecerá através da criação artificial de doenças. Com isto, armas biológicas serão declaradas epidemias, mas também através do flagelo da fome e de guerras direccionadas. O motivo para tal será o reconhecimento do facto que a maioria das pessoas já não poder financiar o seu sustento. Os ricos ver-se-ão obrigados a deitar mão a medidas de recurso, de outra forma surgirá para eles um enorme e perigoso potencial de conflito.
11. As grandes potências vão fazer a guerra com armas nucleares e demais armas de extermínio, pela obtenção de matérias primas e para a sua manutenção no poder.
12. Após o fim do comunismo, a Humanidade vai viver um sistema sem escrúpulos e misantrópico como o Mundo jamais experimentou. Será o seu armagedão.
O sistema responsável por estes crimes chama-se 'capitalismo selvagem'.
C.F. von Weizsäcker disse (há 25 anos) que o seu livro, que ele designou como sendo a sua última grande obra, decerto não seria entendido pelas pessoas em geral e que, consequentemente, as coisas correriam o seu rumo.
Ele descreveu o povo alemão da seguinte forma pouco lisonjeadora: Totalmente dependentes da autoridade, desabituado de pensar, o típico receptor de ordens, um herói perante o inimigo, mas com uma total falta de coragem civil. O alemão típico só se defende quando não tem mais nada. Nessa altura, com uma fúria cega, desfaz tudo, mesmo o que ainda lhe poderia ter ajudado.
A única solução apresentada por Weizsäcker é a esperança de que este Planeta continue a ser habitável, após esta turbulência inevitável. É um facto que o pequeno grupo, ao qual este mundo já pertence, governa segundo a simples mas clara divisa: "Nem no futuro precisamos de um mundo no qual não somos os únicos a mandar".
Tal como acima mencionado, Weizsäcker não espera ser compreendido. A um jornalista que lhe perguntou o que é que o incomodava mais, ele respondeu: "Ter de conversar com uma pessoa estúpida". Fim de citação.
Imagem da Internet.
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A. João Soares
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
Crise não significa Apocalipse
As pessoas andam descoroçoadas com os efeitos da actual crise do petróleo, mas a melhor cura para o desânimo está em cada um, principalmente, nos líderes políticos e empresariais. Uma crise, geralmente, representa o início de uma nova era de desenvolvimento em muitos aspectos. Não esqueçamos que a II Guerra Mundial, estimulou o aparecimento dos computadores, de novas formas de comunicação, de tratamento da informação e de gestão, permitindo um grande salto em frente no desenvolvimento da humanidade. E se, por outro lado, aumentou as diferenças entre os mais e os menos desenvolvidos, foi porque estes, por falta de preparação prévia, não puderam ter a iniciativa de acelerar o passo. Isto que sirva de exemplo para que cada País e cada pessoa procure entrar já na carruagem da frente.
Tenho em Do Miradouro e em Do Mirante chamado a atenção para a necessidade de se estimularem os jovens a prepararem-se para a inovação, apoiando qualquer iniciativa positiva que deles saia. Não tem sido o caminho seguido e viu-se nas condecorações do 10 de Junho que os critérios estiveram distantes de preocupações de futuro.
Porém, as pessoas mais válidas não adormecem à sombra de vãs propagandas anestesiantes e vêm claramente que o patriotismo não se resume ao apoio á selecção de futebol, antes e muito acima disso, se preocupa com os grandes problemas actuais.
Hoje, o DN traz notícias que merecem muita meditação, ou pelo menos uma leitura lenta e ponderada. No editorial refere três exemplos de inovação dados pela Carmin, pela Renova e pela SIBS:
1) No Alentejo, a Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz (Carmin) a fim de se colocar mais próxima do consumidor final, com benefício dos preços a pagar por este, decidiu adquirir uma empresa distribuidora. Já aqui tínhamos sugerido solução semelhante aos pescadores para aumento dos seus ganhos e venda mais barata aos consumidores.
2) Em Torres Novas, a Renova conseguiu reduzir o preço dos transportes, aumentando em duas toneladas (de 5,3 para 7,3) a capacidade de cada camião, com a simples solução de retirar o ar das embalagens, tornando-as menos volumosas.
3) A SIBS foi considerada pela Associação de Pagamentos do Reino Unido o melhor multibanco da Europa, conclusão tirada depois de um estudo comparativo.
Outra notícia vem de Viseu, onde o presidente da Junta de S. Salvador, Álvaro Pereira, mostrou ser pessoa consciente da importância da conservação do ambiente, pelo que pediu ao delegado de saúde que procedesse à análise das águas e lençóis freáticos existentes na zona onde tinham sido despejados resíduos electrónicos que causaram alguns danos ambientais. Na sequência da sua iniciativa, equipas da Câmara Municipal de Viseu procederam, ontem, à recolha de mais de 300 quilos de resíduos electrónicos despejados, junto a uma urbanização. O autarca teme que os solos «tenham ficado contaminados com estes resíduos que incluem cádmio, chumbo e outros poluentes. Se houver infiltração, as águas poderão ter ficado contaminadas e solicitámos análises para que se possa despistar essa eventualidade». Até lá, a junta aconselha os moradores do local, «e que disponham de captação de água própria, a não consumir a água».
Também é positivo o facto de ser tornado público que as autarquias têm sido geridas sem seriedade responsável, sem competência ao ponto de, como é referido em dois artigos que há Municípios sem dinheiro para pagar as dívidas e que o 'monstro' do défice e da corrupção mudou-se para as autarquias. Tais notícias poderão ser o início da moralização dos gestores de dinheiros públicos em respeito pelos direitos dos contribuintes seus eleitores.
De salientar também a notícia de que o fisco não anda apenas a perseguir os pequenos infractores de uns pares de euros, mas está principalmente no encalço dos potenciais lesivos de milhões. Segundo ela, equipas mistas do Ministério Público e da Administração Fiscal procederam ontem a buscas a empresas lideradas por Américo Amorim, no âmbito da 'Operação Furacão' e diz que esta operação é um processo que já contabiliza mais de 250 arguidos e que a equipa liderada pelo procurador Rosário Teixeira já efectuou buscas, nos Açores, à Fábrica de Tabacos Estrela, controlada pela Madeirense de Tabacos dos empresários Joe Berardo e Horácio Roque. Oxalá não acabe tudo por ficar arquivado, como aconteceu em «operações» anteriores muito mediatizadas mas de resultados desconhecidos.
Entretanto, surgem iniciativas para ensinar as pessoas a gerir as próprias capacidades e a rentabilizar os recursos humanos que dormem no subconsciente de cada um de nós. É preciso saber o que se quer, o que se pode fazer e querer de verdade, com persistência, atingir objectivos previamente estabelecidos.
Enfim, há motivos para não nos deixarmos sucumbir à crise. E deixo umas dicas atrevidas: Porque não lutarmos contra a monodependência do petróleo? Porque não preparar a energia de cada prédio, através da decomposição da água por forma a utilizar o hidrogénio para produzir a energia necessária ao prédio? Ou a eólica ou a solar? Porque não modernizar as comunicações ao ponto de tornar desnecessários os cabos que ligam o prédio às centrais eléctricas, de telefones de TV por cabo, etc? Porque não utilizar a Internet para trabalhar a partir de casa aliviando os transportes e a poluição?
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A. João Soares
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