sábado, 11 de junho de 2016
OS DESCOBRIMENTOS PORTUGUESES INICIARAM A GLOBALIZAÇÃO
Os Descobrimentos levados a cabo por navegantes portugueses sob a liderança do Infante D. Henrique iniciaram a Globalização de que, só há pouco tempo, as elites tomaram inteira consciência. John Kerry, salientou nas suas palavras de felicitação pelo Dia de Portugal, a "riqueza das contribuições" feitas pelos portugueses na história mundial
Já há alguns anos, quando se começou a falar com intensidade na «Globalização», um autor argumentava de forma muito segura e pormenorizada que quem a iniciou foram os portugueses no século XV, com os descobrimentos que criaram condições para estabelecer facilmente contactos entre as civilizações Ocidental e Oriental. Com a sua posterior frequente utilização, foi dado o primeiro passo para a globalização, ou criação da aldeia global.
Camões soube, com o seu engenho e arte, valorizar esse feito lusitano que agora foi recordado pelo Secretário de Estado Americano, Mas as nossas elites , com negativismo e carência de sentido de estado, parecem mais apreciadoras dos «Quadros da História Trágico-Marítima» do que dos Lusíadas. No entanto, se nós não valorizamos os nossos altos valores históricos eles são tão visíveis que aparece alguém, conhecedor da História Universal a iluminá-los nas memórias dos mais válidos.
Grato a John Kerry, felicito-o pela sua cultura, conhecimento histórico e gentileza para os portugueses.
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A. João Soares
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
De Belém, poesia de Viçoso Caetano
Publico mais uma poesia do Amigo Viçoso Caetano, um beirão, patriota até ao tutano, septuagenário, que continua coerente com aquilo que foi na juventude, na estada em Moçambique e na actividade aqui desenvolvida, sempre evidenciando eficiência e cultivando o mérito da exigência e da excelência, não desprezando os mínimos pormenores nem a linha estratégica que para si definiu.
DE BELÉM
Deste local zarparam as caravelas,
Que arrostando, temerárias, as procelas,
Demandaram Novos Mundos, Novos Sóis.
Porfiando com denodo, lá chegaram
E por plagas ignotas se espraiaram….
Missionários e Soldados foram nelas,
Que voltaram como Santos, como Heróis.
Mas a Língua e os afectos que deixaram,
Resplendentes para sempre se tornaram,
Da ditosa Pátria amada os seus Faróis.
Viçoso Caetano (O Poeta de Fornos de Algodres)
Fevereiro 2008
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A. João Soares
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