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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Santana em debate com Rosas



Não é raro os «intelectuais» da política darem exemplos daquilo que uma pessoa educada deve evitar. A força dos argumentos deve resultar da lógica destes e não dos maus modos dos dialogantes.

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Comunicar é um dom

Conta a história, que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.
A mulher passou manteiga na casca do pão e a entregou para o marido, ficando com o miolo.

Ela pensou:
"Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido, e por 25 anos, sempre lhe dei o miolo, mas hoje quero satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida".

Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
"Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!"

Moral da história:

1. Você precisa dizer claramente o que deseja... não espere que o outro adivinhe!

2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro... mas o outro pode estar esperando outra coisa de você!

3. Deixe-o falar, peça-lhe para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.

4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho.


A felicidade não é um lugar aonde chegaremos um dia, é uma forma de vida, é uma maneira de caminhar !
Tão Simples como pão com manteiga

Texto de autor desconhecido, recebido em anexo *pps

Imagem da Net

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segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Autoritarismo ou democracia?

Sem autoridade assumida e respeitada não pode haver democracia. Porém, se a autoridade for excessiva e levada ao abuso, não será respeitada (apenas «contrariado, mas obedeço») e descamba para as atitudes ditatoriais do «quero posso e mando».

O ponto de equilíbrio ideal será governar COM a colaboração de todos manifestada através dos seus representantes formais ou informais. Quando todos colocarem os interesses da Nação, do colectivo dos cidadãos, acima de ambições pessoais e de pequenos grupos, não será difícil obter um consenso para os problemas mais significativos para a vida nacional actual e para a preparação de um futuro mais risonho.

Isso implica o cuidado permanente de não governar CONTRA os agentes das políticas decididas, mas COM a colaboração activa e eficaz desses agentes. Não se engrandece Portugal com decisões que, por não beneficiarem desse consenso, corram o risco de serem anuladas num próximo governo, pois isso traria prejuízos, com gastos inúteis de recursos essenciais, e demora na solução que se pretendia.

Estamos, neste momento, perante um facto concreto que deve ser meditado dentro destas reflexões. O caso da megamanifestação de professores e as palavras da ministra e do PM, levantam preocupações vitais para os portugueses que usam a sua capacidade de raciocínio. Dizer que não recuam na forma como a avaliação está decidida é muito grave. Nada tem de democrático. É querer o impossível, governar contra a quase totalidade dos agentes essenciais do ensino. Se tanta gente se deu ao incómodo de participar na manifestação é lógico pensar que deve haver razões profundas para tal descontentamento. Não se pode argumentar que todos aqueles professores (sempre tive respeito por estes profissionais embora tenha conhecido alguns menos válidos) são ovelhas mansas obedientes e sem vontade própria, a mando de um pequeno partido da oposição. É indispensável analisar as suas razões e procurar soluções que atinjam os objectivos de uma avaliação viável, prática (simplex) e eficaz.

De ditadura já estamos servidos e não queremos outra, por mais que queira mascarar-se de democracia.

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