Governo não se demite porque "tem apego ao poder"
O presidente do executivo madeirense, Alberto João Jardim, afirmou que o actual Governo se manterá em funções no caso de um eventual chumbo do Tribunal Constitucional a normas do Orçamento de Estado...
29 de Março de 2013
Sendo ele a dizer isto, devemos acreditar pois ele sabe bem daquilo de que está a falar, ciência em que é doutorado e com muita experiência!!!
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segunda-feira, 1 de abril de 2013
APEGO AO PODER
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A. João Soares
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segunda-feira, 7 de maio de 2007
CML. Carmona foi sincero?
Segundo o JN, a Manifestação de apoio a Carmona foi "flop"
Mais jornalistas do que apoiantes. A manifestação de apoio a Carmona Rodrigues, convocada para ontem, através de um e-mail enviado às redacções e de mensagens de telemóvel postas a circular na passada sexta-feira, foi um "fiasco". A meia dúzia de pessoas que compareceu, às 13 horas, frente aos Paços do Concelho - na maioria alertadas pelas notícias nos jornais e televisões - não escondeu a desilusão e a "decepção" pela falta de gente.
Da meia dúzia de participantes saía a convicção de que a ideia da manifestação foi uma manobra para o armadilhar. Mas, vistas bem as coisas, a população que não esteve para se deslocar ali prestou um grande apoio a António Carmona Rodrigues, dando-lhe força para ele concretizar as palavras que utilizou para informar que não está apegado ao poder. Essas palavras soavam a falso, perante as atitudes que demonstram estar grudado à cadeira de forma inelutável. Mas agora, se tinha sido sincero, não tem outro caminho senão dar realidade a essas palavras.
Claro que não sou tão ingénuo que pensasse que ele tinha falado verdade. Mesmo independente, ele é político e um político perde um dente sempre que diz uma verdade. Aos políticos como ao réu é permitido dizer o que achar mais favorável à sua causa. Já nos habituaram a esta convicção e, agora, temos que procurar perceber o que está para lá das aparências, do «buff», do engodo, da fumaça, das manobras de diversão. O site na Internet e esta manifestação devem ter saído da mente de Carmona e de alguns amigos, mas demonstram pouca habilidade. Deviam ter pedido explicações aos que se opuseram a Strada nas Filipinas que conseguiram os seus intentos, através de manifestações organizadas e convocadas por SMS.
Isto vem comprovar que os portugueses são muito fracos na arte de governar e nem sequer sabem fazer a baixa política em que passam o tempo, com prejuízo dos cidadãos, os tais que são para eles tão insignificantes como a relva os estádios é para os futebolistas. São pisados despreocupadamente, de qualquer maneira, sem dó nem piedade.
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A. João Soares
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Histórias do poder autárquico
No Jornal «Metro Portugal» de 7 de Maio, Nuno Rogeiro, sob o título «A Câmara invisível», diz, entre outras coisas, que «sobre a Câmara de Lisboa, a maior do país recai uma suspeição grave de que há uma espécie de câmara invisível ao lado da visível, bem como uma economia paralela. Esta é a história do Poder autárquico em Portugal. Podemos discutir se esse ónus que pesa sobre os autarcas deriva da actual estrutura do Poder local no nosso país, se tem que ver com a natureza humana, com as leis das finanças locais, ou outras questões.
São muitas as razões que se podem assacar, mas a verdade é que há autarquias com problemas nove autarcas estão, neste momento, em situação de arguidos, alguns deles de Câmaras importantes.»
Trata-se de um problema grave e preocupante e s há nove autarcas arguidos, isso pode significar que potencialmente haverá muitos mais sob suspeita. Fazem falta mais cidadãos com a coragem e o patriotismo de Sá Fernandes para ser levantada capa que, por esse país fora cobre muita miséria cívica. A corrupção alastra do fundo ao cimo da hierarquia das autarquias, sendo corrente que, quando se conversa sobre tal tema, não aparecer ninguém que não tenha para contar um mais casos passados com fiscais ou burocratas dos serviços.
E basta observar com um mínimo de atenção para verificar que nenhum autarca se candidata com intenção de se sacrificar pelo bem dos cidadãos mas sim pelo seu interesse pessoal, no mínimo, de vaidade, visibilidade, ostentação de poder. Só assim se compreende a luta renhida para ganharem eleições e o apego ao poder adquirido, que não largam, apesar de fortes suspeitas, insinuações, delações, denúncias, acusações que lhes conspurcam o nome e a fama. Nem é necessário indica nomes.
O poder corrompe; o poder absoluto corrompe absolutamente; é um vício mais difícil de erradicar d que o tabagismo, o alcoolismo ou a toxicodependência e mais perigosos para terceiros, que são vítimas inocentes.
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A. João Soares
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