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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ECONOMIA OCULTA E CORRUPÇÃO



Duas frases de pensadores célebres:

Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há uma certa cumplicidade VERGONHOSA.
Por Victor Hugo

«Para que o mal triunfe basta que os bons não façam nada»
Edmund Burke

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sexta-feira, 16 de agosto de 2013

CORRUPÇÃO, PROMISCUIDADE, TRANSPARÊNCIA




Ontem, 8 de Agosto, o Dr. Paulo de Morais esteve na SIC Notícias, onde deu uma entrevista que deixou o próprio Mário Crespo boquiaberto.
O Dr. Paulo de Morais é Vice-Presidente da Associação Cívica de Transparência e Integridade, uma organização anticorrupção, representante em Portugal da rede global contra a corrupção Transparency International e que trabalha para uma sociedade mais justa e para uma democracia de qualidade em Portugal.
Paulo de Morais falou na promiscuidade entre o poder político e o sector bancário, no desvio de dinheiro do Orçamento de Estado para garantir rendas fixas para grandes grupos económicos e na forma como o povo português tem sido refém de políticos criminosos que, com a sua actividade, têm corrompido o país.

Recebido por e-mail

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sábado, 10 de agosto de 2013

PROMISCUIDADE ENTRE POLÍTICOS E BANCOS




Paulo Morais fala-nos sobre a promiscuidade entre os poderes políticos e económicos em Portugal e como os portugueses foram e estão a ser enganados.
Enquanto os portugueses não perceberem as ligações perigosas entre os governantes e a banca a vida deles só vai piorar...

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sexta-feira, 31 de maio de 2013

GOVERNANTE EM CAMPANHA PELA OPOSIÇÃO, «POR ENGANO»


O secretário de Estado Pedro Lomba, participou numa acção de campanha autárquica do PS e diz ter-se tratado de engano. Não parece credível nem edificante um governante cometer enganos deste género. Eles devem usar da dignidade suficiente para poderem afirmar «nunca erro e raramente me engano»

Ser governante significa, ou deveria significar, aos olhos dos cidadãos ser uma pessoa adulta, competente, sensata e com todas as qualidades do mais alto grau. Mas se isto seria o desejável, as realidades, infelizmente, mostram ser muito diferentes.

É muitas vezes afirmado que os políticos colocam em primeiro lugar seus interesses pessoais e os dos seus coniventes e cúmplices e não o rigor das suas acções para bem de Portugal e dos portugueses em geral. Por isso, existe uma permanente promiscuidade, confusão e compadrio com todos os seus pares de qualquer partido, embora nos debates parlamentares mostrem, no momento, um papel diferente. Não há político ou ex-político que fique sem tacho, em situação de carência, com as mudanças de partidos no governo. Entendem-se muito bem entre si e não é para admirar que, na convivência habitual, aconteça irem além daquilo que deve ser conveniente e, depois de topados pelos jornais, como aconteceu neste caso, aleguem que foi por «engano» como faria um menino do ensino pré-primário, quando apanhado em falta.

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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Promiscuidade e interesses ocultos

Passos Coelho criou ONG financiada apenas pela Tecnoforma
Público. 03/12/2012 - 07:45. Por JOSÉ ANTÓNIO CEREJO

A ideia foi do patrão da empresa de que Passos foi administrador. Organização teve também Marques Mendes, Ângelo Correia e Vasco Rato como fundadores.

Passos Coelho era então deputado em exclusividade e nunca declarou o cargo que ali exerceu (...)

Para ler mais faça clic no título da notícia.

NOTA: A promiscuidade entre interesses públicos e privados é um dos factores que tem impedido a «refundação» do Estado, o combate às gorduras do Estado, à corrupção, ao enriquecimento ilícito e a muitos cancros que o «polvo» tem desenvolvido e de que resultou a actual crise que nos 18 meses mais recentes se tem agravado.

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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Parcerias Público-Privadas

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

Promiscuidade política-negócios



Paulo Morais, ex-vice-presidente da CM do Porto e vice-presidente da ONG "Transparência e Integridade" diz que o Parlamento é o grande centro da corrupção em Portugal e que a corrupção é a verdadeira causa da crise. Entrevista de Luís Gouveia Monteiro.

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segunda-feira, 19 de março de 2012

O Discurso Travado Por Passos Coelho

Era uma má notícia aquela que Henrique Gomes iria anunciar se, a 7 de Março passado, não tivesse sido impedido de intervir numa conferência no ISEG. Responsável, no Governo, pela correcção das rendas excessivas pagas pelos contribuintes que alimentam as demonstrações de resultados dos produtores de energia, o ex-secretário de Estado da Energia tinha um aviso importante para fazer à opinião pública: Os preços da electricidade poderão subir mais de 10% em 2013. E o agravamento da factura até poderá chegar a 30%, caso não haja um diferimento da liquidação de uma das categorias de subsídios criados pelo governo dos estarolas que beneficiam o sector energético (EDP / REN), seguindo a prática corporativa do Estado Novo.

Sabe-se, agora, como a história acabou. Muito ao contrário do que o aldrabão Passos Coelho publicitou no livro "MUDAR" de 2010, em que "expôs o seu diagnóstico" e as suas pseudas reflexões sobre os caminhos de saída para os problemas do País, tal qual um feirante vende o seu peixe em estado podre, não só as más notícias foram ferozmente censuradas, como o "mensageiro" viu decretado o seu óbito político. O mesmo que já em Outubro de 2011 tinha já batido com a porta e que, a rogo e com enganadoras promessas de Passos, adiou a sua saída.

Talvez porque, como Henrique Gomes explicou, lutar por uma causa em que está em jogo combater benefícios injustificados que uns obtêm excessivamente à custa dos bolsos de muitos outros é uma causa merecedora de mais dedicação do que a baixa política que se limita a gerir interesses, nem que para isso tenha de se vergar.

Em ditadura (mesmo com máscara democrática) o ditador não tolera ser contrariado e desmascarado, sobretudo se for em público como aconteceria nesta Conferência de Henrique Gomes no ISEG, que só foi possível ser travada com a sigilosa informação sobre o teor da palestra prestada a Passos Coelho pelo presidente daquela instituição, o bufo João Duque.



Transcrição do blogue de José Pires

NOTA: Será mesmo verdade, caro José Pires? Depois de me surgir esta dúvida recebi dados convergentes vindos de outras origens, mas a minha «confiança» leva a ter dúvidas sobre esta politiquice dos nossos eleitos. É impressionante esta promiscuidade, esta mistura entre os interesses públicos e os privados. Com tal submissão ao capital como podemos sair da crise? Dizem que não querem rasgar contratos que vêm do tempo das vacas gordas, mas isso só vale para os poderosos do capital, porque para os simples cidadãos, não têm pejo em rasgar a lei que criou os subsídios de férias e de Natal e muitos outros «direitos adquiridos. Onde está a equidade, a justiça social, a partilha justa por todos dos sacrifícios da austeridade?

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quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Dinheiro e Poder

Tornou-se vulgar ouvir dizer que ter dinheiro significa ter poder. É uma verdade indiscutível sabendo nós que numa sociedade neoliberal como a que se está a criar, tudo gira em torno do dinheiro e do lucro.

Há quem diga que o neoliberalismo pode conviver com uma sociedade com princípios e ética, contudo a prática vem desmentindo essa tese.

A crise no maior banco privado do país veio trazer à baila a ambição e a hipocrisia que grassa no sistema político nacional. Durante meses as autoridades de supervisão nada disseram, como nada se estivesse a passar, até que alguém decidiu falar alto e lá se mexeu no assunto. A ocasião escolhida, a quadra do Natal, não terá sido apenas uma coincidência, para muitos entendidos, porque quase todos concordam que nesta época o assunto não toma proporções que afectem mais profundamente os negócios da instituição.

Se os problemas do BCP, são apenas assuntos de gestão, a intromissão dos políticos nesta matéria começam a mostrar o que se suspeitava, e dizia à boca pequena, que existe uma grande promiscuidade entre o poder económico e o poder político. A guerra de palavras, com acusações mútuas, entre o PS e o PSD, sobre as personalidades que irão ficar à frente dos destinos do BCP e da CGD, deixa à vista de todos a luta pelo poder e o modo como esta se processa. Nunca como agora, tinham ficado tão claros os métodos utilizados por quem dirige os nossos partidos políticos.

Transcrição do blog Zé Povinho http://pinderico.blogspot.com/

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