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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

LISBOA E A GREVE DOS LIXEIROS




Lisboa está a ser vítima de uma greve do sistema de recolha do lixo com a duração de duas semanas. A Câmara não tomou medidas eficazes, apenas colocando alguns contentores de entulho de obras que são insuficientes. A Direcção Geral de Saúde recomenda que se guarde o lixo em casa, isto é, defende a solução de personalizar os inconvenientes do lixo, fraccionando-os por habitação, o que parece realmente irónico.

Mas, felizmente, os autarcas de algumas freguesias evidenciaram mais capacidade de decisão e de realização e estão a fazer face ao problema.

Por lei, a greve é um direito dos trabalhadores. A Câmara tem o dever perante os habitantes de proceder à recolha do lixo que os grevistas não recolhem. Mas não o fez. Há juntas de freguesia que, denotando possuir maior sentido de responsabilidade do que a Câmara, vão proceder à recolha.

Além da irresponsabilidade da Câmara perante os seus munícipes, há a incapacidade de diálogo com os sindicatos dos trabalhadores. Seria de prever que estes reagissem a uma determinação que os lesa, pelo que devia ter havido uma conversa séria entre os autarcas e o sindicato a fim de encontrar uma solução conveniente sem irritar os de baixo. Será que a autarquia escolheu os seus colaboradores de entre os mais capazes para o melhor relacionamento com a população e os trabalhadores? Ou o critério assentou no interesse de dar emprego aos jotinhas, independentemente do seu «valor»?

Haja sentido de Estado (o factor mais importante do Estado, é a Nação, os cidadãos, depois vem o território e só no fim a organização política e administrativa) e sentido de responsabilidade perante os interesses colectivos dos cidadãos de quem os autarcas são mandatários para zelar pela qualidade de vida.

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quinta-feira, 30 de maio de 2013

FADO. PATRIMÓNIO MUNDIAL

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segunda-feira, 16 de julho de 2007

De quem foi o funeral?

O povo português, preso a tradições que se mantém quase imutáveis durante séculos, agarrado a crenças religiosas e dominado por afectos familiares e de amizade, logo que tem notícia do falecimento de um familiar ou amigo chegado, mesmo que tudo se tenha passado, a muitos quilómetros de distância, corre a vestir as roupas mais adequadas ás circunstâncias e dirige-se ao local do velório, para das a condolências aos familiares do defunto e acompanhar o corpo deste à terra (ou ao crematório nos tempos de hoje).

Ontem, curiosamente, sem que tivesse havido notícia audível de falecimento, deparámos, através da TV, que vieram de urgência a Lisboa numerosos cidadãos de localidades distantes, desde o Alentejo ao Minho e Trás-os-Montes. Vieram de autocarros que alguém lhes pagou e receberam uns euros para comer uma bucha e beber uma pinga para enganar o estômago. Interrogados pela TV, alguns nem faziam ideia a que funeral vinham. A «festa» não era deles, não tinham relações directas com os alvos desta sua homenagem. Não se confessaram enganados, porque acabaram por viajar á borla até à capital do rectângulo e isso, só por si, até era um prémio para quem raramente sai da terrinha.

Porquê e para quê esta deslocação forçada de população? Há quem diga que o deserto se alargou para a margem Norte do Tejo e abrangeu Lisboa, como se viu nas urnas que ficaram quase vazias, tendo, por isso, para que houvesse uma manifestação de regozijo, sido necessário recorrer aos subterfúgios da migração da periferia para a Capital. Realmente, sendo a vitória alcançada por tão poucos votos, não seria possível agregar mão-de-obra suficiente para realizar um desfile muito luzido! E não seria de bom tom contratar os eleitores dos candidatos da oposição para tal manifestação de regozijo. Enfim, situações que acontecem quando não há uma perfeita sintonia entre partidos e seus filiados e entre políticos e cidadãos civis, como pode concluir-se do post anterior!

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Lisboa com nova Câmara?

Embora me interesse pela vida do meu País, por tudo o que nele ocorre e pelo que se passa no mundo que possa, directa ou indirectamente, ter consequências na vida dos portugueses, verifica-se, por razões várias, que nunca fui sócio de nenhum clube nem filiado de qualquer partido político. A ausência de compromissos daí resultante e o gosto por esboçar análises, o mais possível, imparciais, livres e isentas, permite-me apontar o dedo a decisões, medidas e palavras, de qualquer responsável político que me pareçam discordantes dos interesses gerais da Nação, dos objectivos que traduzam desenvolvimento e melhoria das condições de vida dos cidadãos.

Quanto às eleições para a Câmara Municipal de Lisboa, numa observação rápida de cidadão não residente no concelho, nada encontro de positivo, antes pelo contrário, fico abalado com o estado a que chegou a consciência da população em relação à má qualidade dos políticos, traduzida por uma abstenção de 62,6%. Para essa «grande maioria absoluta» da população, tanto faz a Câmara ser presidida por A ou B ou ... L (eram 12 candidatos), por serem «todos iguais». A abstenção dá que pensar e é possível que nela se reflictam também os efeitos da política governativa geral.

Quanto à elevada abstenção, é difícil uma palavra de avaliação, mas talvez ela signifique que o povo está esclarecido sobre o seu dever cívico de participar nas formalidades democráticas, ou, por outro lado, está bem acordado e alerta e queira mostrar aos políticos que não lhes dá aval para a continuação dos seus processos oligárquicos de concentrar benefícios nos membros do clã e seus próximos. Talvez os 62,6% possam ser classificados como uma revolução silenciosa espontânea, ainda por organizar, para a destituição do sistema vigente.

Outro ponto de reflexão. Que já não é novo, é a pouca importância os partidos políticos, do que resulta a grande quantidade de eleitores a preferirem privilegiar, com o seu voto, candidatos independentes, tal como aconteceu recentemente nos concelhos de Oeiras, Gondomar, Felgueiras e outros e, também, nas eleições presidenciais. As máquinas partidárias, com o seu autoritarismo e arrogância não têm conquistado as simpatias do povo. Porquê? Como remediar esta anomalia? Cabe aos políticos meditar serena e profundamente neste assunto.

Veremos se os lisboetas ganham com esta mudança antecipada. Muitas Câmaras, e a de Lisboa não tem sido excepção, gastam fortunas em obras de fachada que não são essenciais para a melhoria das condições de vida da população e, muitas vezes, são mesmo contraproducentes, como foi o caso do túnel do Marquês. Não me refiro a pormenores técnicos da sua construção, mas à ideia de o construir, facilitando o acesso de carros à cidade numa época em que é ecologicamente aconselhável evitar esse acesso para bem do ar que os habitantes respiram. Com os custos do túnel e de tantos parques de estacionamento na cidade, podiam e deviam ser construídos parques na periferia, com grande capacidade e segurança onde ficariam os carros não indispensáveis na cidade e de onde partiriam transportes públicos mais rápidos e eficientes, por encontrarem as ruas mais livres. Dessa forma, seriam poupados dinheiros municiais e seria tornado mais saudável viver e trabalhar em Lisboa.

Lisboa terá mesmo uma nova Câmara ou esta será igual às outras com os defeitos e vícios tradicionais? Haverá «centenas» de assessores nomeados por critério de «confiança política», ou terá apenas os necessários, escolhidos por concurso público e critério de competência técnica? E que medidas de controlo aplicará para evitar a corrupção generalizada?

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sexta-feira, 29 de junho de 2007

Estratégia para Lisboa precisa-se

Estratégia precisa-se, para Lisboa
Por Manuel Pedroso Marques (*)

Alguém pode, hoje, dizer onde fica a primeira circular de Lisboa? Será que fizeram a segunda sem se ter chegado a perceber qual a utilidade da primeira, que não foi completada e é hoje ignorada? Alguém pode explicar porque em vez de se ter construído uma estação do metro debaixo da estação de comboios do Rossio (Largo D. João da Câmara) se fizeram duas, propositadamente afastadas da necessidade daquela conexão? E quem sabe porque se repetiu o mesmo erro em Entrecampos, onde passava um comboio há mais de cem anos e as estações de metro mais próximas são no Campo Pequeno e no fundo do Campo Grande (apesar de se chamar de Entrecampos)? Poder-se-á dizer que o problema está resolvido com um tapete rolante em Entrecampos e nos Restauradores.

Mas alguma cidade ou país, empresa ou economia progridem com tão má qualidade de planeamento? Pior, com a descoordenação e o desrespeito adoptados como forma de autonomia e independência (“o metro faz as suas estações onde quiser…”). Alguma comunidade se desenvolve com a definição de objectivos egoístas, normalmente de pouca longevidade, porque excluem o interesse e ignoram o significado do que em Estratégia se chama ‘o ambiente externo’, no caso, a população de Lisboa? Objectivos assintóticos à realidade que, entretanto, constituem erros que se pagam caro durante muito tempo ou mesmo eternamente.

Imaginemos quanto custou, em matéria de despesa pública e privada, além de incomodidades pessoais, o facto de uma das próximas estações de metro a ser inaugurada dever ter sido, há mais de quarenta anos, a primeira. Refiro-me, obviamente, a Santa Apolónia, como me poderia referir a uma das últimas inauguradas, a do Cais do Sodré. Deliberadamente, nunca se pretendeu que quem viesse de comboio para a cidade tivesse acesso fácil ao metro, apesar das previsíveis consequências desta sinistra decisão.

O nível qualitativo do planeamento em Portugal é reconhecidamente abaixo da crítica. Até já houve quem quisesse atribuir justificações ‘idiossincrásicas do português para conseguir planear tão mal’… Não adiro a este tipo de explicações. Os erros de planeamento, ao longo da história, são clamorosos e até emprestam algum divertimento à Literatura de gestão. Em 1908, a Daimler concluía, num estudo de planeamento, que nunca poderia haver mais de um milhão de automóveis porque não era possível formar mais chauffeurs. Mas antes do motor de explosão, a prospectiva sobre o tamanho que as cidades poderiam atingir era de cem mil pessoas. O estudo foi efectuado tendo Londres como base. E a justificação principal residia na quantidade de excrementos dos cavalos, nas ruas de Londres, ser de impossível remoção, no caso da cidade ser maior…e sob pena de toda a gente ter a sensação de viver numa cavalariça.

Voltando a Lisboa, com o histórico atrás referido, agravado pelas circunstâncias do presente, de falência financeira, debilitação das estruturas de comando e controle da Câmara Municipal, se não forem reunidas capacidades de gerir um presente (temporal e qualitativamente envenenado) e preparar condições de planear com rigor um futuro, tal poderá significar uma sucessão de oportunidades perdidas, definitivamente.

As oportunidades nunca se repetem todas. E as que se repetem, raramente se apresentam em idênticas circunstâncias. Lisboa tem tido um azar histórico. São mais as oportunidades perdidas que as ganhas. Em grande parte por a CML não ter sabido coordenar-se com outras entidades e instituições do Estado que eliminem muitos dos constrangimentos à sua gestão. Por tudo isto, porque é impossível continuar a adiar o que se impõe fazer, as próximas eleições revestem-se de uma importância acrescida. É fundamental, agora, votar num candidato e na equipa que o acompanha segundo as provas dadas de competência, de dedicação ao serviço público e de capacidade de liderar as mudanças de que a nossa cidade precisa. (*) mpmarques@hotmail.com

NOTA: Um texto de autor já aqui conhecido que evidencia a incompetência crónica do políticos nacionais. Ela, infelizmente, já vem de muito longe na neblina dos tempos. Quando haverá um milagre que restaure Portugal? Estarão os eleitores capacitados para encontrar a melhor solução de entre as doze hipóteses apresentadas para estas eleições? E qual será a melhor? Felizmente não sou ali eleitor e isso me dá algum alívio neste momento. Mas ali também é o meu Portugal e custa ver o que tem acontecido naquele palco de vaidades de políticos incompetentes.

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quinta-feira, 7 de junho de 2007

CML. Miséria e riqueza em Lisboa

Recebido por e-mail de entidade identificada. Ajuda a compreender a situação da Câmara Municipal da capital.

Pedro S. Guerreiro
Director do Jornal de Negócios

O caos financeiro da Câmara de Lisboa está finalmente no centro de um debate eleitoral. Não porque os candidatos se tenham tornado subitamente mais responsáveis. Mas porque Lisboa chegou ao grau zero da indigência contabilística. Porque hoje existe uma lei das finanças locais. E porque o líder nas sondagens foi o autor dessa lei.

Sem o problema das finanças autárquicas resolvido, Lisboa não tem qualquer futuro. Só passado. E o passado é tenebroso. Nem é preciso explicar porquê. O país inteiro aprendeu já, à custa de impostos e de desemprego, que sem finanças públicas saudáveis não se faz nada. Em Lisboa não é diferente. Só que pôde ser adiado. E adiar soluções significa piorar o problema.

O passivo duplicou em cinco anos: 2.382 euros por munícipe. Juros: 30 mil euros por dia. O problema está não tanto no que se deve à banca mas aos fornecedores. A tesouraria está vazia. Os investimentos têm receitas abaixo do previsto. Os planos de desinvestimentos (no imobiliário) não são cumpridos. As suspeitas de corrupção estão no Ministério Público.

Quando Manuela Ferreira Leite limitou o endividamento autárquico, referia-se a todo o passivo. O seu primeiro-ministro Durão Barroso desautorizou-a e decidiu que o garrote se aplicava apenas à dívida bancária. O desvario transferiu-se para os "leasings", "factorings", fornecedores, parcerias público-privadas. Ferreira Leite quis que o limite ao endividamento funcionasse para as câmaras como o tecto do défice de 3% funcionou para o País. Mas como não houve Comissão Europeia para as câmaras, muitas delas precisam agora de um FMI. De alguém que entre por ali adentro, viabilize empréstimos e controle a sua aplicação.

O FMI é, neste caso, o Ministério das Finanças. António Costa já disse que, se ganhar, vai requerer ao Governo um "contrato de saneamento": Lisboa precisa de um contrato de reequilíbrio financeiro. O Governo descongela o endividamento bancário da Câmara, que começa a pagar dívidas aos fornecedores; em troca, a Câmara fica sob forte vigilância do Governo, terá de prestar contas, aumentar taxas, tarifas e derramas, não poderá aumentar despesas com pessoal nem despesas correntes. Foi assim com Setúbal (que já incumpriu, sem punição, o acordo) e com o Marco de Canaveses (que renegociou). Também Ourique, Gouveia e Guarda estão perto de pedir socorro.

E Lisboa. Se ganhar, Costa negociará com o seu antigo colega de Governo uma viabilização financeira. Aplicará a lei de finanças locais que desenhou. E terá de aceitar a redução de freguesias, que defendeu enquanto ministro. Nada disto é por voluntarismo, é por necessidade. Cheira a dinheiro em Lisboa. Não é à toa que o candidato do PS reúne tantos apoios. Não é apenas Júdice que vira o volante. Há na comissão de honra de Costa empresários, gestores e banqueiros que nunca devem ter votado à esquerda na vida.
Pedro S. Guerreiro
Director do Jornal de Negócios

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domingo, 28 de janeiro de 2007

ALGUÉM QUE AME LISBOA

Se Lisboa vai a votos, tenho um teste para o vencedor: que árvore é aquela que floresce ao lado da Igreja da Memória?

Há menos de dez anos, começava a guerra no Kosovo, passei pela capital albanesa, a caminho da fronteira. Ver Tirana serviu-me para a melhor definição que fiz de uma cidade: “Tirana? É assim: qualquer albanês que desembarca em Bissau, exclama, extasiado: ‘Uau! Que luxo!’” Tirana era a praça central com colunatas estalinistas no tribunal. Os edifícios oficiais eram pomposos e pintados nas frontarias. Entrando por qualquer rua, a um metro, metro e meio, das esquinas, as paredes deixavam de estar pintadas. E, por vezes, eram só blocos de cimento, sem reboco.

Li, ontem, no semanário ‘Sol’, que Tirana tem outra cara: explode de cores.

Edi Rama, o presidente da Câmara eleito em 2000, começou por encomendar latas de tinta. Juntou-lhes amor pela cidade e bom gosto (Rama é um pintor que vivia no exílio, em Paris, no tempo da ditadura comunista). De demão em demão, foi eleito por uma associação britânica como melhor autarca mundial e a criteriosa revista americana ‘New Yorker’ dedicou-lhe uma reportagem.

A minha cidade, Lisboa, está morta como Tirana há dez anos. E, há dez anos, a minha cidade estava viva. Lisboa tinha o melhor presidente da Câmara que jamais teve, João Soares. Estou tão à vontade para o dizer quanto me opus, em artigos violentos, a um dos seus derradeiros projectos, o elevador para o Castelo. Por outro lado, tenho várias medidas para o gabar: o fim das barracas na cidade (promessa eleitoral cumprida), o Bairro Alto (que foi um lugar alto com reputação europeia para se tornar, hoje, numa cloaca) Mas tenho, sobretudo, uma razão: uma cidade tem de ser amada pelos seus autarcas e uma cidade como Lisboa tem de ser amada perdidamente. O último candidato por Lisboa capaz de ter os olhos a luzir por ela foi João Soares.

Lisboa não lhe era um trampolim, nem para Belém, nem para São Bento, nem para uma qualquer embaixada. Ele foi por Lisboa pela maior das razões, Lisboa. Dele, eu teria resposta, aposto, se lhe perguntasse: “Que árvore é aquela que floresce pelo Inverno, ao lado da Igreja da Memória?” Recordo-o, agora, quando Lisboa procura novo líder e, tendo ele se chegado à frente (João Soares não tem vergonha da sua ambição), há quem o sacuda como se de um intrometido se tratasse. Acusado durante anos de ser um menino do papá – ao que sempre respondeu dizendo todo o orgulho que tinha de ser filho de quem era – acabou, em vez de beneficiado pela filiação, por ser prejudicado.

Mário Soares é, hoje, um pestífero, em vez de ajudar, enterra. Grandes portugueses são Salazar e Cunhal. Que importa que a um, Salazar, Soares tenha derrotado, impondo um Portugal europeu? Que importa que a outro, Cunhal, Soares tenha derrotado, impondo um Portugal europeu? Mário Soares, a quem, sem sermos obrigados, apertávamos as bochechas com frenesim, tem de ser esquecido de todo. Sermos lacaios com autoritários, vá lá, sermos lacaios com democratas só passa varrendo a memória.

Essas razões psiquiátricas tiveram como vantagem termo-nos livrado de um Mário Soares que pensa cada vez pior sobre questões essenciais: como tratar a América e o terrorismo árabe, por exemplo. Lamento é que haja consequências colaterais para a minha cidade.
Ferreira Fernandes

NOTA: Este artigo de opinião do Correio da Manhã de hoje, 28, é um exemplo a admirar e a seguir. É uma análise apartidária, fruto de grande amor pela cidade, apontando aquilo que considera bom e aquilo que considera mau, sem olhar aos autores. E faz um diagnóstico perspicaz da degradação da cidade, por carência de amor da parte dos autarcas que a usam como trampolim para as suas ambições pessoais, ou quem sabe, por ausência de ambições e mesmo de capacidade.

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