sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Promessa, ameaça e boato

Governo vai acabar com a Parque Expo é ainda apenas uma promessa;

Santana Lopes convidado para provedor da Santa Casa da Misericórdia pode não ter passado de ameaça;

Governo convida Mário Crespo para correspondente da RTP em Washington parece ser um eventual «boato».

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Pensadores competentes alertam

A situação do País é grave, como é grave a da UE, a da Zona Euro e a do Mundo Ocidental. Raramente se ouve falar num diagnóstico sincero e muito menos em medidas estruturais para alterar de forma eficaz as causas da instabilidade em que se vem vivendo e que ameaça tornar-se cada vez mais dramática.

Há dias, Francisco Louçã, a propósito de promessas de medidas para reformar a máquina do Estado, referiu que seria bom que o Governo tivesse sensatez, vontade e coragem para decidir o que é necessário ao País. Foram palavras desafiadoras a que muita gente não deu a devida importância, mas que depois vieram a ser expressas por pensadores insuspeitos, de que se citam os seguintes:

- "Parem de acarinhar os super-ricos", pede o milionário Warren Buffett
- Jacques Delors: “A Europa está à beira do abismo”
- Dilma perde mais um ministro, mas mantém a sua decisão de prestigiar os governantes afastando todos os que sejam alvos de suspeitas de corrupção ou outra forma de atitudes menos dignas.
- Anna Hazare. Um Gandhi contra a corrupção, está a colocar em risco a sua saúde e a própria vida com a sua greve da fome contra a corrupção.

-Tambem o Papa, na sua visita a Madrid alertou para a necessidade de os governos darem prioridade ás pessoas e não à acumulação de dinheiro. A economia deve ser orientada para aumentar o bem-estar das pessoas, da sua saúde, formação, emprego, justiça e segurança.

Quantos distúrbios teriam sido evitados se tivesse sido dada mais atenção aos problemas das pessoas se fosse estimulado fundamentadamente o seu sentimento de confiança e esperança? Felizmente, há pensadores que têm sensatez, vontade e coragem de expressar as suas convicções para bem do género humano, da humanidade.

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Justiça social deve ser o objectivo principal

Depois do post Justiça Social ???, publicado há quase um ano, tem sido aqui referido, várias vezes, defendendo que deve ser dada mais atenção a este tema, como objectivo principal do acto de governar. Se ainda havia a mania doentia e míope de que tal preocupação é característica da esquerda, agora, o multi-milionário americano aparece espectacularmente a defender a mesma ideia.


Transcreve-se, sem comentários , o seguinte artigo do Jornal de Negócios:

"Parem de acarinhar os super-ricos", pede o milionário Warren Buffett
Jornal de Negócios. 15 Agosto 2011. Diogo Cavaleiro - diogocavaleiro@negocios.pt

O norte-americano escreve no "New York Times" um artigo em que indica que é altura de subirem as taxas de impostos sobre os milionários. "Enquanto a maior parte dos americanos luta para fazer face às despesas, nós os mega-ricos continuamos a ter isenções fiscais extraordinárias".
“Os nossos líderes têm pedido ‘sacrifícios partilhados’. Mas quando fazem o pedido, têm misericórdia de mim. Verifiquei com os meus amigos mega-ricos para saber que sacrifícios estavam à espera. Tal como eu, também eles ficaram intactos”.

É assim que Warren Buffett começa um artigo no “New York Times” intitulado “Parem de acarinhar os super-ricos”. No artigo, o conhecido milionário analisa as distintas formas de tratamento fiscal a quem consegue o dinheiro através do capital e a quem consegue através do trabalho.

“Enquanto as classes baixas e médias lutam por nós no Afeganistão, e enquanto a maior parte dos americanos luta para fazer face às despesas, nós os mega-ricos continuamos a ter isenções fiscais extraordinárias”, continua o presidente da Berkshire Hathaway.

No artigo no jornal norte-americano, Buffett escreve vários exemplos de taxas de imposto brandas sobre os que ganham milhões só num dia. “É bom ter amigos em lugares altos”, ironiza o norte-americano.

E dá o seu próprio exemplo. “No último ano, a minha conta fiscal – o imposto sobre rendimento que paguei, tal como os impostos sobre salários pagos por mim e por aqueles sobre o meu cuidado – era de 6.938.744 dólares. Parece muito dinheiro. Mas foi apenas 17,4% dos meus rendimentos tributáveis”, confessa. Além disso, salienta que representa uma diferença face às 20 pessoas que trabalham consigo. “As suas taxas de impostos iam de 33% a 41%”.

“Se fazem dinheiro com dinheiro, como muitos dos meus amigos super-ricos, a vossa percentagem pode ser ainda mais baixa do que a minha. Mas se fazem dinheiro através do emprego, a vossa taxa vai certamente superar a minha – muito provavelmente por muito”, avisa o milionário.

"Eu e os meus amigos temos sido acarinhados durante muito tempo"

Buffett insurge-se contra a teoria que indica que elevados impostos afastam os investidores. “As pessoas investem para ganhar dinheiro, e os possíveis impostos não os assustam”. “E para aqueles que defendem que as taxas mais altas impedem a criação de empregos, eu digo apenas que foram criados 40 milhões de postos entre 1980 e 2000. Sabem o que tem acontecido desde aí: impostos muito mais baixos e muito menor criação de emprego”, acrescenta num artigo bastante crítico à política fiscal de Washington.

Por essa razão, um dos homens mais ricos do mundo conhecido também por participar em várias acções de caridade, salienta que é altura de subir impostos aos milionários, ou seja, a quem tem um rendimento tributável acima de um milhão de dólares, incluindo “é claro”, dividendos e mais-valias.

E conclui: “Eu e os meus amigos temos sido acarinhados durante muito tempo pelos amigos dos milionários no Congresso. Já é tempo de o nosso Governo assumir seriedade no que diz respeito à partilha de sacrifícios”.

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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Complexidade do Mundo actual



Este vídeo mostra a complexidade das relações políticas internacionais e da sociedade subjugada pelo dinheiro e seus tentáculos. Os decisores políticos estão dominados por «conselheiros» demasiado rígidos e seguidores de teorias e regras inflexíveis. Num mundo em veloz evolução é indispensável muita perspicácia e flexibilidade para compreender as forças menos claras que movem os lemes e agir da forma mais eficaz.

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Armas são apetecidas

O roubo de armas não pode ser encarado com a simplicidade de um roubo de pão para enganar a fome. Não constituem uma primeira necessidade de pessoas vulgares. Pela sua perigosidade, são normalmente guardadas a sete chaves sob a responsabilidade de pessoal de garantida confiança. Por isso, é indispensável analisar todo o fenómeno desde a sua génese, desde as causas sociais que se entrosaram e desenvolveram até chegar ao roubo e, depois deste, até às prováveis consequências finais.

Agora é a notícia de seis armas roubadas da base da Marinha no Alfeite, em condições e data não divulgadas. Há pouco mais de sete meses foram roubadas dez armas de guerra nos Comandos na Carregueira. Concelho de Sintra. Quantas terão entretanto desaparecido em outros locais? Quem as roubou? Para quê?

Dada a tensão social, o Governo, mais do que a obsessão pelos euros, deve meditar sobre a população, o seu descontentamento, os seus sacrifícios que só esmagam os mais carenciados, porque o exemplo da Noruega, do Reino Unido e de outros locais do mundo, aconselham muita prudência e apontam que as prioridades devem ser dadas às pessoas e não ao dinheiro acumulado por ricos e desbaratado pelo Poder. Alem dos economistas e contabilistas, os governantes devem aconselhar-se junto de sociólogos e psicólogos, para evitar graves situações de descontentamento e para tomar medidas oportunas e eficazes perante tensões sociais, antes que se tornem dramáticas.

Por exemplo, é urgente que se tomem medidas visíveis e convincentes para a redução das despesas públicas e que se evite asfixiar os mais pobres com excesso de impostos crescentes, alguns sem escalões. Não basta deixar de usar gravata !!!

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domingo, 14 de agosto de 2011

Economistas confessam o seu fracasso

Transcrição de artigo seguida de NOTA:

Economia mundial entrou numa "fase nova e perigosa"
Jornal de Notícias. 13-08-11.

A economia mundial entrou numa "fase nova e perigosa" e os países da zona do euro têm de reagir rapidamente, alertou, este sábado, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick.

"Estamos no início de uma tempestade nova e diferente, esta não é a mesma crise de 2008 (...) Nas últimas duas semanas, passamos de uma recuperação difícil - com um bom crescimento nos países emergentes e em alguns países como a Austrália, mas muito mais hesitante em países mais desenvolvidos - para uma fase nova e mais perigosa", disse Robert Zoellick, numa entrevista publicada pela revista semanal "The Weekend Australian".

Segundo o responsável, a crise na zona euro "pode ser o maior desafio" para a economia global, que exorta os países europeus a tomarem medidas o mais rapidamente possível. "A lição de 2008 é que quanto mais esperarmos, mais rigorosas são as medidas", considerou.

Apesar de a maioria dos países desenvolvidos já ter usado todas as políticas fiscais e monetárias de modo "tão flexível quanto possível", tal revelou-se insuficiente, pelo que Robert Zoellick sugere que deveria ser adoptado um regime mais rigoroso.

O presidente do Banco Mundial incentivou o primeiro-ministro britânico, David Cameron, a manter, apesar dos motins, as medidas de austeridade anunciadas nos últimos meses, já que são "realmente necessárias".

Este responsável sublinhou ainda que estão em andamento as mudanças no equilíbrio do mundo. O poder e influência estão a mudar "muito rapidamente" para as economias emergentes, num movimento liderado pela China.

NOTA: Nisto tudo, qual tem sido o papel dos «sábios» economistas ocidenatsis? Qual a razão de não terem evitado as sucessivas crise? Quem os impediu de contribuir para uma melhor gestão económica?
Porque não tem sido ensinada nas universidades ocidentais a metodologia que está a levar os Estados emergentes a progredirem de forma tão rápida?

Algo merece ser submetido a profundas reformas. É altura de os gestores não se submeterem de forma tão servil aos políticos e grandes capitalistas que apenas pensam no seu lucro e nada se interessam pela pessoa humana.


Vivemos numa época de servilismo, de corrupção de ambição descontrolada por dinheiro. Os políticos submetem-se aos donos do dinheiro e procuram não lhes desagradar, os jornalistas seguem na mesma peugada, os economistas criam as teorias de que eles gostam.

Isto parece levar a crer que os economistas se comportam como cegos guiados pelo cão dono do dinheiro, criam teorias favoráveis ao patrão, sem verem os perigos para onde levam a humanidade, não conseguem evitar as crises e, agora, gritam em desespero ao verem que estão a surgir outros patrões que não os vão aceitar como lacaios, porque têm sido apoiados por técnicos competentes e eficazes.

São incapazes de pensar no bem das pessoas, pois estas só lhes servem como consumidores, mão de obra explorada e pagadores de impostos.

Os sinais de esperança que nos trazem são meras fantasias que só existem na cabeça de lunáticos e utópicos. Mudam as moscas mas o cheiro é cada vez pior. A humanidade terá em breve o fim que tiveram os dinossauros, embora por causas diferentes.
Terá também interesse em ver o artigo Os reis vão nus

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Gravata é culpada da crise !!!

Há decisões brilhantes pela sua originalidade e pela surpresa. A lenda do «ovo de Colombo» continua a ter reedições impressionantes. Estando o País em crise por os governantes terem ignorado que o défice é resultado de as despesas serem superiores às receitas, por luxos ostentatórios, por esbanjamentos irresponsáveis do dinheiro público, por instituições fictícias só destinadas a emprego de amigalhaços, etc., a ministra da Agricultura teve o ideia «inteligentíssima», mais brilhante do que o sol, de dispensar o uso de gravata para poupar no ar condicionado (notícia de 14 de Julho).

Mas, curiosamente, ficou por aí na sua exemplar dedicação à causa de reduzir o défice e, passado precisamente um mês, ainda não surgiu um gesto para extinguir ou fundir algum dos institutos referidos por Marques Mendes no seu estuado publicado no PÚBLICO em 07-10-2010, que fazem parte da seguinte lista:

Ministério da Agricultura - 3

1. No âmbito do PRODER (QREN da Agricultura) há 2 serviços:

a) Gabinete do Planeamento (Concebe Projectos e Gere o Programa); e o
b) IFAP (antigo IFADAP) – Paga e fiscaliza os apoios concedidos.

CONCLUSÃO: O Gabinete de Planeamento pode ser extinto e as suas competências passarem para o IFAP.É mais coerente, evitam-se sobreposições de competências e poupa-se dinheiro público.

2. Fundação Alter Real

a) Competências sem relevância para serem autonomizadas numa fundação pública;
b) Tem cinco administradores – presidente é o presidente da Companhia das Lezírias.
CONCLUSÃO: A fundação pode ser extinta e as suas competências integradas na Companhia das Lezírias (hoje até já o presidente é o mesmo).

3. No âmbito da Barragem do Alqueva há duas entidades:

a) a EDIA (190/200 funcionários) que tratou da construção da barragem do Alqueva; e a
b) GESTALQUEVA (trata do fomento do turismo na zona do grande lago)
c) Não há razão nenhuma para esta duplicação de organismos:

Primeiro: EXTINGUIR A GESTALQUEVA, colocar as competências na EDIA ou concessionar a privados (fomento do turismo);
Segundo: EMAGRECER A EDIA (já acabou a construção da barragem).


Mas a Senhora ministra, se mostrou muito zelo ao atirar-se à gravata (objecto machista!), pode estar descansada porque no restante, ao não reduzir os «jobs» para os «especialistas», assessores ou «boys» ( conforma o gosto pelos termos do dicionário), está em sintonia com o seu colega ministro das Finanças que declarou que, para reduzir a dívida, a solução é aumentar impostos, sejam extraordinários ou não, e teve a ousadia de aumentar o IVA da electricidade e do gás para 2,83 vezes mais. Quem pagava 10, passa a pagar 28,3. E não esqueçamos que este é um imposto sem escalões, com factor de multiplicação igual para pequenos e grandes consumidores, isto é, tanto para o que gasta nestes serviços grande parte do que ganha como aqueles para quem essa despesa é um «cagagésimo» dos seus proventos, o que levou um dos grandes ricaços a propor tal solução (notícia do Público de 01-09-2010).

Para o muito esclarecido ministro, a redução das despesas, ao contrário da tese de Marques Mendes, teria uma influência mínima na diminuição da dívida !!!

Apesar das atitudes de muitos brasileiros, temos que reconhecer que Dilma Rousseff respeita valores éticos e tem coragem para demitir ministros que, por atitudes menos éticas ou patrióticas, não se sintonizam com os grandes objectivos que ela se propôs para bem do seu País.

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sábado, 13 de agosto de 2011

Poder soberano do Governo???

Esperava-se que Vítor Gaspar avançasse, ontem, com o prometido plano de cortes da despesa pública. Havia expectativa de que iniciasse actuação sugerida em 7 de Outubro passado, por Marques Mendes.

Mas a esperança foi gorada, tendo sido o Ministro obrigado a adiar corte na despesa para 2012, e ficou a dúvida de a miopia referida num post anterior não ser natural, mas sim forçada. Por quem? Será pelos grandes empresários?

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

IVA na electricidade e no gás

IVA aumenta escandalosamente, em produtos de primeira necessidade – electricidade e gás - o que afecta principalmente os menos favorecidos pelos meios de fortuna. Esses produtos pesam em grande percentagem na sua lista de despsas, no seu «rendimento» mensal, ao contrário dos ricaços em que essas despesas são uma migalha depois de retirarem para investimentos, poupanças luxos ostensivos etc, etc, como já foi referido nos posts Justiça Social ??? e IVA poderá subir dois pontos percentuais.

Por outro lado convinha que os governantes não se esquecessem de que, para reduzir o défice, pode actuar-se em duas quantidades: a das despesas e a das receitas. Mas, infelizmente, eles só estão a ver de um olho e apenas vêm a possibilidade de nos esmifrarem mais impostos. Não olham a sério para as despesas. Não se preocupam com a sugestão dada em 07-10-2010 pelo Conselheiro de Estado citado na notícia Marques Mendes apresenta lista com dezenas de institutos públicos que podem ser extintos.

Todos gostaríamos de ter esperança no futuro, mas por mais que procuremos, não encontramos esteios válidos e credíveis para alimentar um pouco de ânimo para esperar dias melhores. Oxalá surjam estímulos a pensamentos menos pessimistas.

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Líbia. Solução não é militar

Transcrição de artigo seguida de NOTA:

LÍBIA. Ban Ki-Moon não vê solução militar para o conflito
Diário de Notícias. por Lusa. 12-08-2011

Não pode haver uma solução militar para a crise líbia, afirma o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, numa declaração divulgada hoje.

Sem mencionar nenhum dos protagonistas no conflito, o secretário-geral da ONU apela a todas as partes "para terem todo o cuidado nas suas ações de forma a minimizar possíveis perdas de vidas civis", refere a declaração divulgada pelas Nações Unidas.

"Um cessar-fogo que esteja ligado ao processo político que vá ao encontro das aspirações do povo líbio é a única forma de se atingir a paz e a segurança na Líbia", refere Ban Ki-moon.

A revolta popular contra o regime de Muammar Kadhafi começou na Líbia em Fevereiro e desde então morreram milhares de civis e centenas de milhar de pessoas tiveram de abandonar o país.

A operação militar para proteger civis na Líbia teve início a 19 de Março na sequência de uma resolução das Nações Unidas e foi prolongada até setembro.

NOTA: Embora possa parecer imodéstia, não deixo de aqui lembrar que estes conceitos foram aqui defendidos nos seguintes posts. Será que Ban Ki-Moon terá lido este blog ???

ONU sem estratégia de acção, em 26-05-2011
ONU perde credibilidade..., em 01-05-2011
ONU criou na Líbia um precedente grave, em 23-04-2011

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