Segundo a notícia do JN o Investigador de Vila Real premiado por tratamento inovador de resíduos, o investigador João Claro, docente do Centro de Química da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD) foi um dos vencedores do "Green Projects Awards" pela autoria de um processo inovador de tratamento de resíduos e efluentes dos lagares de azeite com pó de cortiça para produção de biomassa. O prémio significa que o projecto BioCombus, que tem em desenvolvimento, conta com um financiamento comunitário de 1,16 milhões de euros.
A concretização do projecto está a ser feita através de uma parceria entre a UTAD e a Cooperativa Agrícola dos Olivicultores de Murça.
O investigador propõe-se resolver dois problemas em simultâneo, os resíduos e efluentes resultantes dos sectores oleícola e da cortiça, juntando-os e transformando-os em biomassa, que poderá ser utilizada como combustível sólido para caldeiras domésticas.
Com este projecto liberta-se o ambiente dos inconvenientes da «água russa» que sai dos lagares e é mais poluente do que os dejectos da população verifica-se e a aplicação da biomassa resultante em aquecimento contribui-se para idêntico objectivo do conseguido em Paredes, em que desde 2010 escolas e instalações autárquicas são aquecidas com desperdícios das fábricas de móveis, estando a Câmara de Paredes a substituir o gás natural por resíduos de madeira reciclados, em pequenos briquetes cilíndricos, provenientes das mais de 1200 fábricas de mobiliário do concelho.
Também recentemente, os quatro estudantes que participaram nas V Olimpíadas Iberoamericanas de Biologia, na Costa Rica, obtiveram óptimos resultados, tendo Diogo Maia e Silva, conquiatado a medalha de bronze, sendo a primeira vez que Portugal foi premiado na competição.
Portugal precisa de valores humanos, de produtividade, de competitividade e de exportação e os processos aqui referidos que economizam recursos, tornam a vida mais barata e segura e defendem o ambiente, merecem ser destacados. A inovação e a criatividade são dois factores de que Portugal tem necessidade, quer internamente quer para exportar ideias, projectos e equipamentos.
Bem se encaixariam nestes nossos concidadãos as comendas da Ordem do Infante D. Henrique.
Links referidos no texto:
(1) Investigador de Vila Real premiado por tratamento inovador de resíduos
(2) Ambiente - 4 RRRR
(3) Estudante premiado no estrangeiro
(4) Prémios justos, merecidos ???!!!
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domingo, 18 de setembro de 2011
Portugueses com valor reconhecido no estrangeiro
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sábado, 17 de setembro de 2011
Sem a troika, nunca se saberia
Transcrição de dois artigos de Dinheiro Vivo:
António Barreto: «Não fosse a Troika alguns números das contas públicas não eram conhecidos»
14/09/2011 | 09:46 | Dinheiro Vivo
"Não fosse a Troika alguns dos números das contas públicas não eram conhecidos."
A afirmação é de António Barreto ontem durante o debate promovido pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (APDC), sobre a Sociedade do Conhecimento em Portugal. Um retrato social.
Numa defesa do acesso à informação, o sociólogo, que lidera actualmente a Fundação Francisco Manuel dos Santos, considera que "a informação é a alma do negócio. A partilha da informação é a alma do negócio. Quem pensa que o segredo ainda é a alma do negócio está enganado", afirma. "Se até com o analfabetismo estamos a acabar. Até com a tuberculose estamos a acabar. Por que é que não se acaba com o segredo de Estado?"
Para o sociólogo, os casos do TGV e do novo aeroporto são exemplos da "opacidade do Estado", uma vez que "se os estudos [destes projectos] tivessem sido conhecidos desde o início" não se tinha assistido a tantos reveses nas decisões políticas.
Barreto também não se mostrou particularmente entusiasmado com o projecto Magalhães que, mais do que um factor de promoção do conhecimento, classificou de um "desígnio político".
Francisco Pinto Balsemão, que à margem do encontro optou por não falar com os jornalistas, despoletou a discussão em torno do papel dos media e do serviço público e, já agora, sobre a privatização da RTP.
"Pessoalmente sou favorável a um serviço público de televisão" foi a declaração de intenções inicial de António Barreto e, embora, considere que o actual serviço público não cumpre na íntegra as suas obrigações, "não gostaria que a RTP fosse no banho com o bebé", numa alusão à privatização.
António Barreto: "Acordo com troika deveria durar seis anos"
03/09/2011 | 15:17 | Dinheiro Vivo
O sociólogo considera que o memorando de entendimento entre Portugal e a troika "foi excessivo no prazo"
António Barreto afirmou esta tarde que o programa de ajustamento da troika deveria ter um prazo mais longo de aplicação, de forma a torná-lo "menos violento" para a sociedade portuguesa.
"O acordo entre Portugal e a troika foi excessivo no prazo. Poderia ter sido feito em cinco ou seis anos. O programa teria efeito e seria menos violento para a sociedade se fosse aplicado com mais tempo", afirmou o sociólogo, na Universidade de Verão do PSD.
António Barreto avisou também que a possibilidade de convulsões sociais é uma realidade. "Não é para amanhã, mas essa possibilidade existe", defendeu, argumentando que isso só ainda não aconteceu porque "as pessoas estão com medo de perderem o emprego e perderem o pão."
NOTA: A acção da Troika também veio levantar o véu das contas escondidas da Mdeira , como se pode ler no seguinte artigo (linK)
Alberto João Jardim arrisca multa máxima de 25 mil euros
17/09/2011 | 00:14 | Dinheiro Vivo
«Governo Regional “omitiu” 1,68 mil milhões de euros, mas as multas máximas aplicáveis aos responsáveis são uma fracção mínima desse valor» (...)
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011
A saúde mental dos portugueses
Transcrição de texto recebido por e-mail
A Saúde mental dos portugueses por Dr. Pedro Afonso
Estrolábio. 110427
Alguns dedicam-se obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas.
Recentemente, ficámos a saber, através do primeiro estudo epidemiológico nacional de Saúde Mental, que Portugal é o país da Europa com a maior prevalência de doenças mentais na população. No último ano, um em cada cinco portugueses sofreu de uma doença psiquiátrica (23%) e quase metade (43%) já teve uma destasperturbações durante a vida.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque assisto com impotência a uma sociedade perturbada e doente em que violência, urdida nos jogos e na televisão, faz parte da ração diária das crianças e adolescentes. Neste redil de insanidade, vejo jovens infantilizados incapazes de construírem um projecto de vida, escravos dos seus insaciáveis desejos e adulados por pais que satisfazem todos os seus caprichos, expiando uma culpa muitas vezes imaginária. Na escola, estes jovens adquiriram um estatuto de semideus, pois todos terão de fazer um esforço sobrenatural para lhes imprimirem a vontade de adquirir conhecimentos, ainda que estes não o desejem. É natural que assim seja, dado que a actual sociedade os inebria de direitos, criando-lhes a ilusão absurda de que podem ser mestres de si próprios.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque, nos últimos quinze anos, o divórcio quintuplicou, alcançando 60 divórcios por cada 100 casamentos (dados de 2008). As crises conjugais são também um reflexo das crises sociais. Se não houver vínculos estáveis entre seres humanos não existe uma sociedade forte, capaz de criar empresas sólidas e fomentar a prosperidade. Enquanto o legislador se entretém maquinalmente a produzir leis que entronizam o divórcio sem culpa, deparo-me com mulheres compungidas, reféns do estado de alma dos ex-cônjuges para lhes garantirem o pagamento da miserável pensão de alimentos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque se torna cada vez mais difícil, para quem tem filhos, conciliar o trabalho e a família. Nas empresas, os directores insanos consideram que a presença prolongada no trabalho é sinónimo de maior compromisso e produtividade. Portanto é fácil perceber que, para quem perde cerca de três horas nas deslocações diárias entre o trabalho, a escola e a casa, seja difícil ter tempo para os filhos. Recordo o rosto de uma mãe marejado de lágrimas e com o coração dilacerado por andar tão cansada que quase se tornou impossível brincar com o seu filho de três anos.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque a taxa de desemprego em Portugal afecta mais de meio milhão de cidadãos. Tenho presenciado muitos casos de homens e mulheres que, humilhados pela falta de trabalho, se sentem rendidos e impotentes perante a maldição da pobreza. Observo as suas mãos, calejadas pelo trabalho manual, tornadas inúteis, segurando um papel encardido da Segurança Social.
Interessa-me a saúde mental dos portugueses porque é difícil aceitar que alguém sobreviva dignamente com pouco mais de 600 euros por mês, enquanto outros, sem mérito e trabalho, se dedicam impunemente à actividade da pilhagem do erário público. Fito com assombro e complacência os olhos de revolta daqueles que estão cansados de escutar repetidamente que é necessário fazer mais sacrifícios quando já há muito foram dizimados pela praga da miséria.
Finalmente, interessa-me a saúde mental de alguns portugueses com responsabilidades governativas porque se dedicam obsessivamente aos números e às estatísticas esquecendo que a sociedade é feita de pessoas. Entretanto, com a sua displicência e inépcia, construíram um mecanismo oleado que vai inexoravelmente triturando as mentes sãs de um povo, criando condições sociais que favorecem uma decadência neuronal colectiva, multiplicando, deste modo, as doenças mentais.
E hesito em prescrever antidepressivos e ansiolíticos a quem tem o estômago vazio e a cabeça cheia de promessas de uma justiça que se há-de concretizar; e luto contra o demónio do desespero, mas sinto uma inquietação culposa diante destes rostos que me visitam diariamente.
Pedro Afonso
Médico psiquiatra
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Souto de Moura premiado com Casa das Histórias
Por premonição (!!!) ou mero acaso, trouxe aqui em 27-02-2010, Cascais. Casa das Histórias de Paula Rego que agora é tema da notícia do Jornal de Notícias dizendo que Eduardo Souto de Moura vence Prémio Secil de Arquitectura com Casa das Histórias.
Recorde-se que o arquitecto Souto de Moura venceu o prémio Pritzker 2011, como recentemente foi publicado pelo Público.
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Ambiente. Limpar o Mundo
Depois de publicar alguns posts sobre o ambiente e a necessidade de fazer tudo pata atenuar as alterações climáticas, tive o prazer de encontrar esta notícia, Voluntários de 100 países a "limpar o mundo" em 2012, e não posso deixar d colocar aqui o link para os interessados, que nunca serão demais.
Qualquer acção colectiva deve ser espectacular para estimular as pessoas a pensar seriamente na defesa do ambiente em que respiramos. Mas não podemos sentirmo-nos satisfeitos por essas manifestações cívicas, pois é fundamental que os comportamentos sejam melhorados para que em cada momento sejam evitadas ofensas ao planeta, mesmo que pareçam insignificantes. A regra dos QUATRO RRRR – Reduzir, Reutilizar, Recuperar, Reciclar, deve estar sempre presente, ao tratar-se de lixos e resíduos.
No mínimo, não se abandone lixo, papeis, embalagens no chão, pois há sempre perto um recipiente onde o colocar e cuidar do melhor destino do lixo não orgânico que é o contentor adequado do ECOPONTO.
Na notícia está o link da organização AMOPortgal, mas repeti-o aqui e deixo o endereço informático que é http://www.amoportugal.org/. Quod abundat non nocet (o que abunda não prejudica).
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Promessas em nova fase
Segundo notícia do Público, « o Plano de Redução e Melhoria da Administração Central do Estado (PREMAC), hoje apresentado após o Conselho de Ministros, implica uma redução de 38% de estruturas da administração central directa e indirecta. Mas não foi dada qualquer lista das entidades extintas e que sofreram um processo de fusão. Serão eliminados 1712 cargos e, por ora, o Governo prevê um impacto orçamental de 100 milhões de euros».
Trata-se de promessas em nova fase, mais próximas da acção, mas ainda não concretizadas. Aumenta a esperança e aguça-se a observação para saber o que realmente se irá passar e se o resultado será positivo nos aspectos da simplificação e desburocratização, da eficiência e da economia de recursos.
A esperança depende de cada um, como se vê da afirmação do economista João César das Neves quando afirma: «Só acredito em cortes na despesa quando os vir»
Começa a tardar o aproveitamento da solução apontada há quase um ano por Luís Marques Mendes que se era ajustada no tempo do Governo anterior, não se vê que tenha perdido validade actualmente. Aliás, já apresentou nos últimos dias uma nova edição da lista.
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Como obter currículo na política
Jovem adolescente, se acabaste os estudos ou os interrompeste e não tens um trabalho bem remunerado nem esperanças de carreira de futuro, conversa com familiares e amigos relacionados com políticos, inscreve-te na Juventude de partido do governo, procura ser simpático e adulador, evidenciando qualidades pessoais, dedicação, sentido do dever e de lealdade, para com todos, principalmente os mais influentes e os que podem nomeá-lo para assessor. Depois de nomeado, não é preciso esforçares-te a aprender a executar as tuas tarefas, mas finge interesse em tudo com um sorriso e evidenciando as qualidades atrás referidas.
Ao fim de trinta dias, alega as questões pessoais que, conforme as circunstâncias, te parecerem mais convincentes e diz ao teu chefe que, com muita pena tua, não podes continuar nas funções. Mostra interesse em teres uma referência elogiosa para facilitar futuro emprego
Deve ter sido assim que, tal como outros «boys», Davide Gonçalves da Silva Foguete conseguiu um louvor atribuído pela secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, Isabel Leite, por ter exercido durante 30 dias as funções de adjunto do seu gabinete, entre 25 de Julho e 25 de Agosto. Com tal louvor e as qualidades evidenciadas, conseguirá durante os 12 meses do ano uma folha de serviços notável e terá um futuro invejável e inimaginável.
É para rir? O facto foi real. Nada garante que seja original e que não venha a repetir-se. Ver aqui.
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Excesso de confiança pode matar
Depois dos posts recentes sobre a defesa do ambiente, deparei com um artigo que considero muito importante. Realça que o irrealismo, o excesso de confiança nas nossas capacidades e no desejado êxito, leva ao desprezo dos riscos e pode destruir a humanidade e que a vida internacional, as alterações climáticas e a degradação do ambiente e das sociedades, são efeitos que devem servir de alerta, para sermos mais realistas e ponderados.
Do extenso texto do artigo A evolução ofereceu-nos excesso de confiança, hoje isso pode matar-nos, de que aconselho a leitura, extraio as seguintes frases::
…o excesso de confiança está espalhado amplamente pela humanidade. As pessoas têm uma opinião de si próprias e das suas capacidades acima do normal, o que significa que têm uma leitura errada da realidade.
“as populações tendem a ter excesso de confiança, desde que os benefícios dados pelos recursos que estão em competição sejam suficientemente grandes, em comparação com os custos”, diz o artigo. Por isso, “o modelo mostra que é plausível que o excesso de confiança possa evoluir numa grande variedade de ambientes, assim como em situações que vão dar mau resultado”,
Mas o excesso de confiança pode ter um preço. No artigo, os cientistas prevêem que esta característica, que terá sido útil até aqui, pode tornar-se “particularmente prevalente em domínios que têm um grande grau de incerteza inerente”. Exemplos: relações internacionais, gestão de conflitos, fenómenos imprevisíveis como as alterações climáticas, tecnologias novas, ou alianças com líderes desconhecidos.
No passado, esta característica terá sido culpada pela Primeira Guerra Mundial, a Guerra do Vietname, a guerra no Iraque, a crise financeira de 2008, e a má preparação para fenómenos climáticos como o furacão Katrina ou as alterações climáticas, adianta o artigo. “Parece que estamos a torna-nos hiper-confiantes precisamente nas situações que são mais perigosas”, concluem os autores.
Francisco Santos, que estuda de perto a relação entre a percepção dos efeitos das alterações climáticas pelas pessoas e a atitude perante este fenómeno, dá mais uma pista. “Já se conseguiu mostrar que a contenção dos efeitos está directamente relacionada com a percepção do risco que as pessoas têm. O excesso de confiança pode ser um dos factores que contribuem para esse efeito”, disse.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Ambiente é reforma estrutural prioritária
Numa época em que as alterações climáticas e as tragédias ecológicas têm ocorrido em vários pontos do globo, como foi o caso recente no Funchal, nos EUA e no Japão, é urgente tomar medidas que permitam coordenar de forma sistemática actividades de vários sectores para evitar ou, pelo menos, reduzir o efeito das actuais condições climáticas.
Além de fazer mais com menos, como já se viu no concelho de Paredes com o aquecimento das escolas há que tornar o sistema coerente, eficaz e económico, como defende Pedro Afonso de Paulo, concentrando um vasto conjunto de competências num único organismo, que sucederá à actual Agência Portuguesa do Ambiente (APA), hoje com áreas de actuação relativamente limitadas. Trata-se de uma reforma estrutural mais significativa do que aquela que criou a ASAE, em substituição de três entidades inoperantes.
Desta forma, acaba-se com a desarticulação e proliferação de entidades existente que impedia que a gestão das políticas ambientais não fosse feita de forma eficiente.
É desejável que a APA, assim criada, esclareça e desenvolva através das escolas e de empresas e organizações desportivas e sociais a mentalidade de defesa do ambiente desde a correcta utilização dos ecopontos, às construções e todas as actividades ao ar livre e ao respeito das regras dos quatro erres Reduzir a quantidade de desperdícios, Reutilizar artigos usados, Reparar aquilo que estiver avariado e Reciclar, por forma a o que parece inútil possa ser mat«eria –prima para outros artigos úteis.
Zelar pelo ambiente é dever de cada ser humano.
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