Mais uma vez se confirma que reclamar é indispensável pois, sem isso, ficaremos sujeitos a mais arbitrariedades lesivas dos interesses nacionais, isto é, de todos nós, na condição de cidadãos, contribuintes, utentes, consumidores, etc. Os políticos precisam de ser pressionados para corrigir erros e para decidir no melhor sentido. Por isso os cidadãos devem estar atentos e unirem-se, organizarem-se, para reclamar.
Na sequência do post «Lisboa oculta» de 17 de Março de 2010, fica aqui informação mais actual, dada pela notícia do Público «Ministério Público pediu a anulação judicial do negócio dos contentores de Alcântara», de que se extraem algumas passagens.
A Administração do Porto de Lisboa (APL) revelou que “O Ministério Público interpôs uma acção junto do Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa onde requer a anulação e a nulidade do aditamento ao contrato de concessão celebrado em Outubro de 2008”. Trata-se da prorrogação do polémico contrato de concessão do terminal de contentores de Alcântara, celebrado com a Liscont, uma empresa do grupo Mota-Engil, de que é presidente executivo o ex-ministro Jorge Coellho.
De acordo com esta entidade pública, a iniciativa “questiona a base XII do decreto-lei n.º 188/2008, que diz respeito ao prazo do contrato de concessão”, celebrado entre a APL e “A APL foi citada na passada quinta-feira e encontra-se a analisar a petição inicial e a preparar a sua contestação”, como é referido na declaração.
A prorrogação do contrato de concessão do terminal de contentores até 2042 (antes era até 2015) foi atribuída à Liscont por ajuste directo, sem concurso público, o que suscitou fortes críticas da oposição e motivou o surgimento de um grupo de cidadãos responsável por várias iniciativas contra a prorrogação do contrato e o alargamento da área do terminal.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Contentores de Alcântara
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A. João Soares
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
Eliminação das armas nucleares
Depois de verificados no Japão os efeitos das armas nucleares, estas têm sido apenas utilizadas para fins dissuasores e tornaram possível que a Guerra Fria se mantivesse sem ebulição durante mais de três décadas, ou, em termos realistas, desde a II Guerra Mundial.
Mas há um aspecto pouco racional que carece ser explicado. Porque razão, sendo uma arma tão perigosa que acham não dever ser utilizada, ao ponto de os detentores quererem impedir a sua proliferação, isto é que não haja mais nenhum Estado de posse delas, porque não começam por destruir as que possuem? Que direito têm uns de as possuir e quererem impedir esse direito aos outros? Não havendo imperialismo nem colonialismo, não se compreende essa atitude.
E assim aparece a notícia «EUA não sabem como travar um Irão nuclear». Não sabem nem têm poder legal para o conseguir.
Mas não lhes seria tão difícil se, em vez dos tratados para a redução das AN, com os outros detentores confessos, assinassem tratados de compromisso de eliminação imediata das armas existentes e de não construírem outras nem permitirem, diplomaticamente, que surgissem novos Estados com poder nuclear. Deveria ser também assinada a aceitação e imposição de sistemas de verificação da energia nuclear para impedir a sua utilização bélica.
Dados esses passos para a desnuclearização do planeta para fins militares, deixaria de haver o problema que os EUA parecem ter com o Irão, com Coreia do Norte ou com a Líbia.
Os cidadãos de todo o mundo regozijariam muito com tais tratados e com o seu rigoroso cumprimento.
Utopia? Talvez, dada a loucura do Poder que transtorna os comportamentos dos políticos mais influentes. Mas se o é não deixa de ser solucionável se houver boa vontade e interesse em criar um ambiente de confiança e segurança, em que a guerra seja substituída pelo diálogo e pela negociação dos pequenos conflitos antes de se tornarem dramáticos. A inteligência dos animais racionais deve ser utilizada para benefício da humanidade.
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domingo, 18 de abril de 2010
Corrupção mal combatida
Transcreve-se a noticia do Jornal de Notícias que tem GRANDE SIGNIFICADO por citar frases do ex-deputado do PS, António Reis, que constitui mais um nome a aditar à crescente lista de socialistas que mostram pensar pela própria cabeça e não se limitarem a obedecer ovinamente ás palavras de ordem do pastor. Talvez peque pelo optimismo quanto aos resultados esperados da comissão parlamentar.
Combate à corrupção é insuficiente
Jornal de Notícias. 18 de Abril de 2010. Por Alexandra Marques
Grão-mestre critica actual excesso de "ruído mediático na República"
"Chegou o momento de sermos mais eficientes no combate à corrupção". A frase é do ex-deputado do PS António Reis, grão-mestre da loja maçónica do Grande Oriente Lusitano, que acusou os media de se quererem substituir aos órgãos de soberania do regime.
"O combate à corrupção tem sido insuficiente", afirmou ontem no final das duas intervenções da manhã, o ex-deputado socialista e historiador António Reis, antes de se afirmar confiante nas medidas que sairão da comissão parlamentar que está a estudar esse problema, liderada, aliás, pelo seu camarada de partido Vera Jardim.
O grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL) afirmou ainda ter chegado a ocasião "de sermos mais eficientes no combate à corrupção". Do púlpito, já tinha proferido duras advertências à fase individualista, gananciosa, liberal e prepotente que o mundo atravessa.
"É preciso recuperar a essência dos valores republicanos e laicos, porque são o melhor antídoto, o melhor escudo protector contra o abuso do poder financeiro sobre o poder político", disse.
Na sua alocução, o dirigente do GOL exortou "a uma ética social" exercida com "honradez, austeridade e o anti-ostentacionalismo de quem coloca o interesse público acima do interesse pessoal".
Reis condenou ainda "a pseudo-democracia da opinião" traduzida "em sondagens e depoimentos que prejudicam o debate e o exercício do espírito crítico". "Os media não são os verdadeiros representantes do povo", realçou. E concluiu: "Há hoje demasiado ruído mediático na República".
Já o catedrático Amadeu Carvalho Homem exortou o Estado português a manter a laicidade, para mais quando Portugal acolhe tantas etnias com tantas outras diferentes espiritualidades, no que designou pelo multiculturalismo.
"Mas para que funcione é imperioso que o Estado não seja confessional, é preciso que seja neutro e laico em matéria religiosa", disse, dizendo querer "recomendar aos nossos governantes: não se metam no beco sem saída de tentar confessionalizar este país".
Palavras que causaram algum impacto, uma vez que o Governo decidiu conceder tolerância de ponto aos funcionários públicos nos distritos visitados pelo Papa Bento XVI, durante os dias em o Sumo Pontífice estiver em Portugal, já em meados de Maio.
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sábado, 17 de abril de 2010
O tempo é juiz implacável
Em democracia, a maior doença talvez seja a arrogância dos partidos no Governo que os impede de aceitarem opiniões, propostas e achegas da oposição e de as ter em consideração nos estudos que precedem ou devem preceder qualquer decisão, a fim de esta ser benéfica para o País, em geral. Algumas vezes o tempo leva a enveredar pelo caminho que alguns meses antes tinha sido indicado pela oposição, mas entretanto perdeu-se a oportunidade, perderam-se recursos (o tempo é o principal) e perdeu-se credibilidade do povo sobre os seus governantes. É que o orgulho, a vaidade, a teimosia e a arrogância sobrepõem-se aos reais interesses nacionais. Daí que a ideia de se criar um «código de conduta ética para os políticos» deve merecer todo o apoio e aplauso .
Vejamos os dois vídeos seguintes. Basta fazer clique nos links
Sócrates e Loução em debate na TV sobre os benefícios fiscais
http://www.facebook.com/video/video.php?v=1399492993317
O vídeo seguinte deixa bem claro o nível de civismo usado pelo PM (terceiro órgão de soberania) nas relações com os deputados, elementos do segundo órgão de soberania.
Sócrates. «Manso é a tua tia, pá»
http://www.parlamentoglobal.pt/parlamentoglobal/actualidade/Debates%20com%20o%20Primeiro-ministro/2010/4/16/160410%20socrates%20irritado%20com%20louca.htm
Ou aqui:
http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/noticias-pais/2010/4/exclusivo-sic-manso-e-a-tua-tia-pa-reage-socrates-a-louca16-04-2010-193649.htm
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sexta-feira, 16 de abril de 2010
Estado incentiva o ócio?
A notícia do JN de hoje «Ofertas de salário são 9€ mais baixas que subsídio» traz à luz uma situação que parece irreal, por traduzir um incentivo à ociosidade, à recusa em trabalhar. É simples de ver, embora pareça que os governantes não conseguem compreender.
Ora vejamos: O salário mínimo nacional (remuneração por um mês de trabalho) é de 450€, mas o subsídio de desemprego (pago a quem não trabalha) é de 532€ (mais 18% do que recebem os que vencem o salário mínimo nacional!!!).
A notícia refere que em 2009, em média, as entidades patronais propunham aos candidatos inscritos em centros de emprego, para um trabalho a tempo inteiro, 523€ que, embora seja 16% acima do salário mínimo nacional, acaba por não ser aceite pelos candidatos porque continuando com o subsídio de desemprego recebem mais 9€. E como há situações em que a recusa faz perder o subsídio, alguns aceitam ir trabalhar durante um mês e depois entram novamente no desemprego, para ganharem mais e sem terem de cumprir horário, de aturar patrão e de trabalhar um pouco.
Parece que não há falta de oferta de emprego, mas há um atractivo subsídio de desemprego que é ofensivo para quem ganha o salário mínimo e que dificulta a satisfação da procura de trabalhadores por parte dos empresários.
Sugere-se a leitura da notícia para ter a noção do erro do sistema e dos brandos costumes, conivências e aproveitamentos, ligados à falta de rigor e de clareza das manhas praticadas pelos interessados e pelos tolerantes.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Assumir responsabilidades
Quando se fala em ética, em honra, em civismo, não se pode ignorar o binómio constituído por deveres e direitos. Defender que uns só têm direitos e que outros apenas têm deveres é imoral, contra a ética, a justiça social, o civismo. Mas, infelizmente, os nossos políticos consideram que apenas têm direitos e que não têm a mínima responsabilidade, qualquer dever, considerando-se imunes e impunes em qualquer circunstância. E além de aplicarem essa regra a si próprios, alargam-na aos amigos, dizendo que «ele é meu amigo» «garanto que ele…»
Porém, em países onde se mantém o culto por valores éticos, que devem ser considerados imortais, as coisas são vistas de outro modo, como se depreende das palavras de Václav Klaus, presidente da República Checa (Klaus critica défices excessivos e Cavaco sublinha sinais positivos) «ao afirmar que os governantes que “admitiram” o desequilíbrio das contas públicas têm de assumir todas as responsabilidades».
«Klaus, um eurocéptico, chefe de Estado de um país que prevê para este ano um défice de 5,3 por cento, evocou as suas experiências como ministro das Finanças e primeiro-ministro para dizer que lhe parece algo “inimaginável que alguns países europeus possam admitir determinados défices”.
«“Como ministro das Finanças ou primeiro-ministro nunca admitiria isso”, frisou, apontando depois a necessidade de responsabilização: “Aqueles que aceitaram isso, agora terão de suportar as consequências do seu acto”».
Como sinal de esperança de que o mundo não está em total descalabro como se deduz da vida nacional, ouvem-se estas palavras de bom senso, de sentido de Estado, de noção das responsabilidades, de seriedade na gestão de dinheiro e interesses públicos, interesses nacionais. A fim de não ficar demasia do para trás, Portugal tem muito a aprender com outros países, sendo conveniente que se aprenda o que há de melhor e não se corra atrás do que é mais espectacular mas menos eficaz e benéfico para a população.
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Justiça perante decisões estranhas
Transcrição seguida de NOTA:
Da tragédia à comédia
CM. 15 Abril 2010. Por Rui Rangel, Juiz Desembargador
O Código de Execução de Penas, que acaba de entrar em vigor por vontade política exclusiva do Governo, faz-me lembrar a tragédia e comédia gregas, quando se interroga sobre as razões pelas quais a civilização grega sucumbiu ao contrapor-se a uma distinta maneira de conceber o homem, a justiça, o mundo e a vida.
A tragédia deste novo Código está na persistência do legislador que, por teimosia e por interesses pouco transparentes, insiste na desjudicialização da justiça, capturando actos que só podem ser praticados por um juiz, para entregar a órgãos administrativos de confiança política. A comédia (ainda que trágica), não sendo o legislador louco, só é suportável pelo riso que provoca, quando se atribui competência ao Director-Geral das Cadeias para decidir pela colocação de um recluso em regime aberto no exterior da prisão.
Este órgão administrativo, nomeado por confiança política, decide da liberdade de alguém condenado pela prática de crimes graves, designadamente os chamados crimes de sangue, sem restrição, sem custódia e sem qualquer controlo no exterior. Aquilo que era uma excepção, o regime aberto no exterior da cadeia sob controlo judicial, passa a regra, como um direito do condenado e, ainda por cima, por decisão administrativa. Ultrapassam-se os poderes e a decisão de dois juízes, o da condenação e o da execução, permitindo que a decisão que condenou o criminoso numa pena de vinte anos seja alterada, por via administrativa, logo que este tenha atingido um quarto da pena. Trata-se de mais uma medida inoportuna, considerando o momento conturbado que vive a justiça e a insegurança gerada pela reforma das leis penais que, com a modificação do regime da prisão preventiva, obrigou a libertar muitos detidos.
Quando se coloca um criminoso no regime aberto, no exterior da cadeia, dando-lhe liberdade para passar o dia fora, está tudo em jogo: a protecção da vítima, a manutenção da paz e da ordem social, os mecanismos de reintegração social. Como é que se pode entregar esta competência importante ao Director-Geral das Cadeias, que não tem sensibilidade, formação e um estatuto de independência e de isenção para apreciar estas matérias? E não se diga que esta decisão passa pelo crivo do MP para apreciar da sua legalidade.
É uma apreciação frouxa e sem grande relevo porque, em caso de discordância, o recurso não suspende os efeitos da decisão administrativa, acabando o preso por gozar automaticamente desta medida, podendo, se quiser, evadir-se de vez e ir a banhos, não com o Director, mas com a sua decisão. No limite, se for um colega de partido que esteja preso até dá jeito, passa a gozar de liberdade até ao fim da pena ou até poder beneficiar de liberdade condicional. E é também uma boa forma de gerir o excesso de população prisional de acordo com o orçamento disponível. Completa indignidade para o Estado de Direito e para a vítima e total humilhação para os Tribunais.
NOTA: Há quem receie o «Controlo do poder judicial pelo poder político?» mas parece que, além do controlo, há que temer a neutralização das decisões da Justiça, tornando esta numa actividade burocrática apenas «para inglês ver». Disto não poderá resultar benefício para a sociedade em geral.
Sendo a Justiça um dos pilares da sociedade, e um dos motivos actuais de maior preocupação dos cidadãos, mesmo para um leigo, isto parece extrema arrogância, abuso do poder, insensatez, falta de sentido de Estado, de ética, de respeito pelos cidadãos bem comportados e que desejam paz e segurança. Não parece aceitável que raciocínios financeiros possam levar a esta situação dramática, quando se desperdiça tanto dinheiro com remunerações «obscenas» a gestores públicos, e com tantos assessores inúteis (não impedem os repetidos erros do Governo que se vê obrigado a recuos frequentes).
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Deputada Cidinha Campos arrasa Álvaro Lins
Depois do post Deputada estadual Cidinha Campos denuncia, fica aqui mais uma intervenção desta corajosa deputada brasileira.
Seria óptimo que em Portugal aparecesse um deputado de igual têmpera mas, infelizmente, parece serem escolhidos com o estilo «his master,s voice».
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terça-feira, 13 de abril de 2010
Enfrentar a crise. Dois exemplos
O mau comportamento da sociedade, especialmente dos empresários com a complacência dos governantes, deu lugar a uma crise mundial que começou por ser financeira e económica e acaba por esmagar todos os sectores da vida, desde o ambiente natural até aos mínimos pormenores da nossa actividade.
Para lhe fazer face, impõem-se medidas drásticas, dirigidas às causa primárias, às estruturas e instituições mal delineadas para apoiar a vida dos comuns mortais. Estamos num momento em que se justificam mudanças semelhantes às que outrora definiram o aparecimento de novas épocas históricas. Da parte dos governantes não se está a ver nada de realmente novo, dadas as incapacidades de os ocupantes do Poder se afastarem das rotinas que conduziram à crise dramática que estamos suportando e, por outro lado, a denominada democracia condiciona as decisões, porque sendo os interesses dos partidos mais imperativos do que os nacionais, por receio da perda de votos em eleições futuras.
Mas como a crise afecta todos e a actividade governamental deve ser considerada lateral (marginal) em relação à actividade da população e da livre iniciativa, já aparecem sinais de que os agentes económicos, pala mão de pessoas mais esclarecidas e com iniciativa menos condicionada, estão a tomar medidas ajustadas à mudança.
1º Exemplo. A Associação de Kiwicultores de Portugal (APK) em Santa Maria da Feira, lembrando a escassez de kiwis no mercado ibérico e que no concelho se regista uma das maiores taxas de desemprego do país e, atendendo às boas condições para a sua produção, sugere que a plantação de kiwis pode transformar-se, para algumas famílias, numa forma de obter rendimento extra ou até numa oportunidade para a criação de novos postos de trabalho.
Tal ideia está na origem de um Plano de Promoção de Plantações de Kiwi que a APK, em parceria com a Câmara, pretende implementar no concelho. Tal produção, além de poder ser encarada como "uma segunda actividade e fonte de receita familiar", contribuirá para a fixar população nas desertificadas zonas rurais e para exportação.
Trata-se de uma iniciativa genial que explora um nicho do mercado com boas perspectivas de êxito. Portugal precisa de mais iniciativas explorando outras ideias e oportunidades em diversos sectores, nomeadamnente as novas tecnologias e as energias renováveis, hoje muito apoiadas. Porém, como o móbil é a saída da crise e, portanto, o sucesso, não deve entrar-se em aventuras insensatas que apenas sirvam para destruir recursos. Esta ideia parece bem pensada e ter em conta os factores essenciais para o êxito. Apareçam outras!
2º Exemplo. Um produtor de laranjas do Algarve com propriedade situada na freguesia da Luz de Tavira, com site na Internet e a fazer publicidade directa por e-mail esclarece que a quinta produz várias espécies de fruta com possibilidade de fornecer fruta da época durante todo o ano, produzida sem tratamentos químicos, totalmente natural, e que entrega ao domicilio dentro de 24 horas após a colheita, a um preço atractivo por dispensar os demorados e encarecedores circuitos de distribuição
O URL do site é WWW.LARANJADOALGARVE . COM
Estes dois exemplos são muito positivos e faço-lhes referência por evidenciarem que as pessoas têm que aprender com a crise e criar sistemas de rendimento que gerem condições de vida desafogada e um futuro seguro e sustentável. Já aqui têm sido publicados posts a realçar atitude de jovens que levam a ter esperança no futuro. Mas é indispensável que esse punhado de gente válida aumente, alastre e se transforme numa «multidão» de muitos milhares de jovens válidos e empreendedores. Portugal precisa do dinamismo da juventude.
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Eurodeputados em pleno esforço
Se «o algodão não engana», como dizia um anúncio, as fotografias, certamente, também não!!!
E assim se compreende todo o esforço e canseira dos actuais eurodeputados portugueses na campanha eleitoral do verão de 2009!!! Tiveram um bom prémio!!!
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